Cirurgia de prótese de joelho cresce no Brasil e muda rotina de pacientes com artrose

Entenda por que a cirurgia de prótese de joelho cresce no Brasil, quando ela costuma ser indicada e que mudanças aparecem na rotina de quem vive com artrose.

por Redação
Cirurgia de prótese de joelho cresce no Brasil e muda rotina de pacientes com artrose

Cirurgia de prótese de joelho cresce no Brasil e vira tema frequente para quem convive com artrose. O motivo costuma ser bem prático: quando a dor passa a mandar no dia, a vida encolhe.

Caminhar até a esquina vira desafio, dormir piora, trabalhar sentado ou em pé começa a pesar. Muita gente tenta por anos remédios, fisioterapia, infiltrações e adaptações na rotina, só que chega um momento em que o joelho não acompanha mais. Nessa fase, a prótese entra na conversa como uma chance de recuperar autonomia.

Artrose no joelho não aparece só como dor. Ela pode trazer rigidez ao levantar, estalos, inchaço depois de esforço e sensação de travar. Com o tempo, a pessoa muda o jeito de andar, apoia mais o peso no outro lado do corpo e evita escadas e calçadas irregulares.

O corpo tenta compensar e isso pode sobrecarregar quadril e coluna. Quando a limitação cresce, tarefas simples, como fazer compras, dirigir por mais tempo e passear com a família, viram um teste de paciência e resistência.

O aumento desse tipo de cirurgia também muda expectativas. Hoje se fala mais em qualidade de vida do que em aguentar dor até o limite. A prótese não promete joelho perfeito e não serve para liberar impacto forte todo dia.

O objetivo costuma ser direto: reduzir dor, melhorar a função e permitir uma rotina mais segura. Para quem estava preso a pausas e remédios, esse ganho pode ser grande.

Por que a artrose atrapalha tanto o dia a dia

O joelho sustenta peso, absorve impacto e participa de movimentos repetidos, como sentar, levantar e subir degraus. Na artrose, a cartilagem que ajuda o deslizamento se desgasta e a articulação fica mais sensível.

Em quadros avançados, pode existir deformidade, como joelho voltado para dentro ou para fora, aumentando a carga em um lado. Também é comum a dor piorar ao descer escadas, quando o joelho recebe mais pressão.

Dor cria um ciclo chato: a pessoa mexe menos, perde força, fica mais instável e sente mais medo de caminhar. Essa insegurança reduz passeios, atividades e até idas ao médico por falta de ânimo.

O sono pode piorar e o humor também, porque dor constante cansa. Em muitos casos, a busca pela prótese nasce da vontade de voltar a fazer o básico sem planejar cada passo.

Quando a prótese costuma ser indicada

De acordo com um especialista em prótese de joelho em Goiânia, nem todo mundo com artrose precisa operar. Muitos melhoram com fortalecimento muscular, fisioterapia bem orientada, ajuste de atividades e perda de peso quando isso se aplica.

A prótese de joelho costuma ser considerada quando dor e limitação continuam mesmo com tratamento conservador bem feito e quando exames mostram desgaste importante. Deformidade, travamento frequente e dificuldade para caminhar distâncias curtas também pesam na decisão.

Idade influencia, só que não decide sozinha. Existe pessoa mais nova com artrose avançada por lesão antiga ou desalinhamento. Existe pessoa mais velha que segue bem com controle clínico e musculatura forte.

A avaliação costuma olhar o conjunto: impacto na vida, metas do paciente, condições de saúde e riscos e benefícios para aquele caso.

O que muda no preparo antes da cirurgia

Uma parte importante acontece antes do centro cirúrgico: preparar o corpo e a casa. Fortalecer coxa e quadril ajuda na estabilidade e facilita a reabilitação. Controlar pressão e glicose reduz riscos.

Também vale organizar apoio nas primeiras semanas, ajustar o ambiente para evitar quedas e deixar itens do dia a dia em locais fáceis de alcançar.

Planejamento evita sustos. Ter uma cadeira firme com braço para ajudar a levantar, reduzir tapetes soltos e garantir caminho livre até o banheiro são exemplos simples.

Caminhada, vida doméstica e trabalho tendem a ficar mais fáceis para muita gente, enquanto esportes com impacto repetido podem não ser recomendados.

Como costuma ser a recuperação e o retorno às atividades

A recuperação costuma seguir etapas. No começo, o foco é controlar dor e inchaço, caminhar com segurança e recuperar movimento. Depois, entra fortalecimento e treino de equilíbrio.

A fisioterapia tem papel central, porque a prótese precisa de músculos trabalhando bem ao redor para dar estabilidade. Aos poucos, tarefas como subir degraus, entrar no carro e aumentar a caminhada vão voltando, conforme orientação e evolução.

O tempo varia de pessoa para pessoa, ainda mais quando já existia muita limitação antes. O ponto comum é constância. Fazer exercícios só quando dá vontade atrasa.

Exagerar também não ajuda, porque aumenta dor e inchaço. Um plano ajustado, com acompanhamento, costuma ser o caminho mais seguro para evoluir.

Mudanças reais na rotina de quem tinha dor por artrose

Quando a recuperação vai bem, as mudanças aparecem nas coisas pequenas e repetidas. Levantar da cama sem travar, tomar banho com mais segurança, caminhar dentro de casa sem apoiar na parede.

Depois vem a confiança para sair: mercado, visita a parentes, uma caminhada no quarteirão, uma viagem curta. Para quem vivia limitando tudo por causa da artrose, isso vira sinal de liberdade.

Também muda a relação com remédios e com o sono. Muitos usam analgésico com frequência antes de operar. Com melhora da dor, esse uso pode diminuir, sempre com orientação médica.

O jeito de andar tende a ficar mais equilibrado, o que pode aliviar sobrecarga em quadril e coluna.

Dúvidas e medos que aparecem no consultório

O medo de dor no pós-operatório é comum. Ajuda saber que existe estratégia de controle de dor e que o desconforto tende a reduzir com o tempo.

Outra dúvida frequente é sobre depender de alguém. Nas primeiras semanas, ajuda pode ser necessária, e isso faz parte da fase inicial. A meta é ganhar independência conforme força e confiança voltam.

Também surge a pergunta sobre durabilidade. Ela varia por causa de peso, tipo de atividade, alinhamento e cuidados ao longo do tempo. Manter musculatura forte e evitar impacto repetido costuma ajudar. Acompanhamentos periódicos servem para checar evolução e orientar hábitos seguros.

Quando buscar avaliação sem adiar mais

Segundo relatam profissionais do COE, Centro de Ortopedia Especializada de Goiânia, referência em prótese de joelho com tecnologia moderna, alguns sinais pedem atenção: dor diária que limita a caminhada, dificuldade para dormir, inchaço frequente, travamento, instabilidade e perda de mobilidade.

Se a pessoa já está mudando a vida inteira para caber na dor, vale procurar avaliação. Mesmo que a cirurgia não seja indicada de imediato, entender o estágio da artrose e ter um plano claro já traz alívio.

Cirurgia de prótese de joelho cresce no Brasil porque muita gente quer voltar a andar com confiança e retomar o que foi perdendo aos poucos.

Com avaliação correta, preparo e reabilitação bem feita, a prótese pode ser uma ferramenta importante para devolver rotina, autonomia e um dia a dia com menos dor.

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