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Aline Müller e Tai Brum: ring girls apaixonadas por esportes

por Redação
Aline e Thai

Aline Müller e Tai Brum encararam com louvor um belo desafio. Atrizes e modelos, elas atuaram como ring girls no LFA 126, que aconteceu em 11 de março, no Complexo Ribalta, na Barra da Tijuca, Rio de Janeiro. E vibraram com a participação no evento, já que há anos praticam esportes e curtem o universo das lutas. 

“Nunca imaginei que fosse participar de um evento do porte do LFA. As coisas foram acontecendo até que, aqui estou! Estou achando incrível, foi uma experiência diferente, maravilhosa”, declarou Aline Müller, que também trabalhou na produção do evento.

Aline, 42 anos, conta que sua ligação com o esporte vem desde criança. “Minha mãe sempre me  colocava em aulas de diversas modalidades. Gosto de esporte e de aprender um pouco de tudo. Competia na natação, jogava vôlei, musculação, fiz a vida inteira. Gosto de pilotar kart, de dança, de andar de patins e a cavalo. Então estou sempre ligada ao esporte,  não consigo deixá-lo de jeito nenhum”, sublinha ela que acaba de iniciar os treinos no muay thai.

Sua formação inicial também exige muita habilidade, somada à criatividade: Aline é arquiteta. “Trabalhei 17 anos na Arquitetura, mas sempre, em paralelo, fazia publicidade, trabalhava como modelo e como atriz. Sempre gostei. Em 2019 deixei a carreira de arquiteta para focar na minha carreira de modelo e atriz. Hoje trabalho nessas áreas e tenho atuado em algumas séries. Fiz uma participação na segunda temporada de “Arcanjo Renegado”, que tem previsão de lançamento  em julho, entre outras produções, como “Dom” e ‘Sob Pressão”, que estreia quinta temporada em 2022”. 

Fera no vôleiAtleta do vôlei, Tai Brum traz no currículo inesquecíveis experiências no esporte. “Desde os meus 06 anos, era apaixonada por vôlei. Quando minha família percebeu, me deu a maior força. Aos 14 anos, meu pai me levou para o América Futebol Clube, onde fui selecionada, tornei-me federada e comecei a jogar profissionalmente”, fala. 

Mas Tai, 34 anos, descobriu um tumor, o que a fez se afastar das quadras, mas nunca dos objetivos. Ela se recuperou e a vontade de seguir no esporte, só aumentava. “Decidi investir em corridas. Virei maratonista e posso dizer que foi o que me fez voltar a sorrir. Me realizei como atleta, novamente. Só que eu queria muito mais! Então, fui em busca do futevôlei e em um  ano, dominei as areias. Depois, caí no Surf e me dei bem. Por fim, o kickboxing cruzou o meu caminho. Treino com o mestre Jean Buiu e posso dizer que tenho uma vontade enorme de ir para o octógono profissional”, diz ela, falando também  sobre a experiência de participar do LFA. “É muito emocionante estar ao vivo pro mundo. Fazer parte da LFA me deixou muito feliz.!”, finaliza Tai.

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