Escolher de forma diferente. Muitas das vezes, o “preconceito” nasce por uma diferença que uma pessoa enxerga perante a outra: crenças religiosas, orientação sexual, time de futebol, etc. Motivos que geram discórdias e que tornam desagradável o ambiente de vários cidadãos e com este, o medo e a insegurança. Pensando no assunto, a Associação dos Embaixadores de Turismo do RJ acaba de lançar, via YouTube, a campanha “Diga NÃO ao preconceito”. A produção é de Matheus Oliveira, sob o apoio da Fundação Cesgranrio e do Portal Consultoria em Turismo.
O objetivo, segundo o professor Bayard Boiteux, é alertar à sociedade que todos têm e, acima de tudo, devem defender o direito de seguir a vida, conforme a própria escolha. “Somos uma sociedade plural diversa, não podemos tolerar que ninguém negue a nossa história, a nossa negritude. Temos o direito de amar de todas as formas, de professar várias religiões, de ser feliz”, declara Boiteux.
No vídeo, além de Boiteux, há depoimentos de alguns dos membros da Associação, contra o preconceito: Constança Carvalho, Christiane Michelin, Thelma Innecco e Viviane Fernandes. Para assistir, basta acessar https://youtu.be/ovZlp-iNxP8.
Sarah Santana é produtora executiva, comunicadora e curadora de experiências na música preta. Formada em Produção Audiovisual, atua conectando artistas, marcas e público através de cultura, verdade e potência.
Sua trajetória começa aos 8 anos na Escola de Música Villa-Lobos. Aos 14, entra para bandas e corais, explorando o palco e a produção cultural. Atuou em musicais — como A Pequena Loja dos Horrores — e como backing vocal para Tiago Abravanel, além de experiências em festivais, igrejas e casas de shows.
Após ser descoberta como modelo plus size, amplia sua atuação para moda, assinando editoriais, eventos e palestras sobre autoestima e representatividade.
Hoje, à frente do perfil @eu.sarahsantana, cria conteúdo sobre música, cultura, lifestyle, maternidade neuroatípica, autoestima e gastroturismo — sempre sob a ótica da mulher preta que transforma sua vivência em força e referência. Ao mesmo tempo, segue produzindo projetos culturais e digitais que exaltam ancestralidade, arte preta e novas narrativas.