Edital Caminhos Criativos: conheça as 30 iniciativas fluminenses selecionadas para ciclo de aceleração

A Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa do Rio de Janeiro (Secec-RJ) e o Instituto Futuros divulgaram nesta quinta-feira, 18 de dezembro, as 30 iniciativas da economia criativa fluminense selecionadas pelo edital Caminhos Criativos para um ciclo de aceleração de cinco meses visando a estruturação e o desenvolvimento sustentável de seus negócios.

Projetos de 17 cidades das dez regiões administrativas do estado foram contemplados após se inscreverem na chamada pública e serem avaliados por critérios como grau de inovação e potencial de impacto.

De janeiro a junho de 2026, Caminhos Criativos oferecerá 720 horas de mentorias individualizadas; seis workshops sobre gestão, com temas como marketing digital e planejamento financeiro; três palestras e três rodas de conversa com fazedores de cultura. Ao final do ciclo, as iniciativas se apresentarão para uma banca, e as três mais bem avaliadas serão premiadas com um intercâmbio cultural para outras cidades brasileiras, a serem definidas de acordo com o perfil de cada vencedora e as possíveis conexões locais.

Os 30 projetos escolhidos atuam em diversos segmentos da economia criativa, como turismo, audiovisual, artes cênicas, tradições afro-brasileiras, design, entre outros. Setenta por cento das iniciativas são de cidades do interior, como Porciúncula, São Fidélis, Tanguá e Barra do Piraí, e 53% delas são representadas por pessoas negras, dados que ultrapassam as metas de inclusão estabelecidas no edital – de 60% para iniciativas do interior e 25% para pessoas negras.

“O Estado do Rio de Janeiro é o território mais criativo do país e o Governo vem trabalhando para promover ainda mais ações culturais, movimentando a economia, gerando emprego, renda e oportunidade para as pessoas. E com o Caminhos Criativos, valorizamos saberes locais e ampliamos o acesso a novas possibilidades. Esse edital reforça nosso compromisso com a inovação e com a criação de caminhos sustentáveis para quem vive da criatividade”, afirma Danielle Barros, secretária de Estado de Cultura e Economia Criativa do Rio de Janeiro.

“Para desenvolver o Caminhos Criativos em parceria com a Secec-RJ, o Instituto Futuros somou sua experiência de 24 anos na gestão de programas, projetos e espaços de Cultura e Economia Criativa com o conhecimento acumulado em mais 10 ciclos de formação e aceleração para empreendedores desenvolvidos desde 2017. O diferencial desse programa é a combinação dos pilares da gestão moderna com a visão aprofundada do setor cultural e criativo, permitindo que o empreendedor avance em diferentes dimensões da sua iniciativa e se torne mais sustentável”, ressalta Carla Uller, gerente executiva de Programas, Projetos e Comunicação do Instituto Futuros.

Além do ciclo de aceleração, Caminhos Criativos também promove uma série de atividades gratuitas abertas a empreendedores fluminenses. Entre os meses de outubro e novembro, o projeto realizou dez capacitações presenciais em diferentes cidades das regiões do estado, com 40 horas de formação oferecidas a mais de 420 empreendedores. As atividades, que abordaram temas como planejamento, gestão, comunicação, sustentabilidade financeira, marketing digital e fortalecimento institucional, impactaram participantes de 52% dos municípios fluminenses e 96,8% deles avaliaram as oficinas como boas ou excelentes.

Caminhos Criativos conta com metodologia e implementação aplicada pelo Instituto Futuros e tem realização do Governo Federal, Ministério da Cultura, Governo do Estado do Rio de Janeiro, Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa, Escola Estadual de Cultura, através da Política Nacional Aldir Blanc.

Conheça abaixo as 30 iniciativas selecionadas para o ciclo de aceleração:

Projeto: AfroSons
Região: Maricá – Leste Fluminense

Resumo: O AfroSons é um selo audiovisual que promove a valorização da cultura negra por meio da música, audiovisual e formação artística profissional. Com um programa de Music Business e produção em estúdio, o projeto transforma talentos emergentes em artistas preparados para o mercado. Atuando na interseção entre formação, criação e inclusão produtiva, o AfroSons fortalece a presença da juventude preta na cena musical contemporânea e impulsiona o impacto social, racial e econômico da música urbana brasileira.

Projeto: Alimentamente
Região: Rio de Janeiro – Região Metropolitana

Resumo: É uma iniciativa de educação socioambiental que utiliza a culinária como ferramenta pedagógica para abordar questões referentes à alimentação. Por meio de oficinas teóricas e práticas, os participantes preparam receitas veganas e com ingredientes agroecológicos, além de discutir temas associados ao sistema agroalimentar. Desde 2015, atua em escolas, empresas, ONGs e museus, por meio de oficinas, palestras e formações.

Projeto: BolhaLab
Região: São Gonçalo e Niterói – Leste Fluminense

Resumo: O Bolha Lab existe para criar um espaço seguro, criativo e colaborativo onde mulheres — principalmente mães, mulheres racializadas e mães atípicas, possam desenvolver autonomia financeira e expressão artística através do design, da moda e da inovação sustentável, com uma metodologia que combina aprendizado prático, colaboração e autonomia financeira, com base nos princípios da economia criativa, solidária e circular.

Projeto: Caminhos do Sabor Rural Tanguá
Região: Tanguá – Leste Fluminense

Resumo: Nasceu a partir de uma solicitação da ACIPTA – Associação dos Citricultores e Produtores Rurais de Tanguá, com o propósito de criar um roteiro turístico capaz de incluir e valorizar um número maior de produtores rurais e empreendedores locais. O projeto promove experiências que integram gastronomia, cultura e sustentabilidade, fortalecendo a identidade territorial. A iniciativa aposta no protagonismo das comunidades rurais e na união entre tradição e inovação para consolidar Tanguá como um território criativo e sustentável.

Projeto: Canal AVera
Região: Barra do Piraí – Médio Vale do Paraíba

Resumo: O AVera Podcast nasceu com o propósito de reconhecer, registrar e divulgar as histórias, trajetórias e expressões culturais do interior do estado do Rio de Janeiro, especialmente da região Sul Fluminense. O trabalho busca dar visibilidade a pessoas, artistas e iniciativas que movimentam a cultura fora dos grandes centros, promovendo pertencimento, valorização da identidade local e fortalecimento do ecossistema criativo regional.

Projeto: Centro Cultural Memórias de São Pedro da Serra
Região: São Pedro da Serra – Região Serrana

Resumo: O Centro Cultural Memórias de São Pedro da Serra nasce do desejo de preservar e valorizar a história viva da comunidade, reunindo acervos, relatos, objetos e memórias que retratam o modo de vida, o fazer artesanal e as transformações culturais do distrito ao longo do tempo. A iniciativa existe para garantir que a memória local — muitas vezes invisibilizada — possa ser documentada, compartilhada e celebrada pelas novas gerações, oferecendo ações voltadas à preservação, catalogação e difusão da história local.

Projeto: Contos de Guia 
Região: Niterói – Leste Fluminense

Resumo: O principal objetivo do projeto é descentralizar o turismo de massa, desvencilhando-se das rotas tradicionais e valorizando a riqueza da história e cultura brasileira em destinos muitas vezes esquecidos, como as cidades de Niterói e São Gonçalo (RJ), através de roteiros em destinos pouco explorados, que priorizam a imersão cultural profunda e geram impacto social e econômico positivo nas comunidades locais por meio de hospedagens, restaurantes e artistas.

Projeto: Ecoturismo de base comunitária
Região: Rio de Janeiro – Região Metropolitana

Resumo: O ecoturismo de base comunitária na Favela da Babilônia e do Chapéu Mangueira, no Leme, é uma ação social única criada e gerida pela Cooperativa de Trabalhadores em Reflorestamento, Conservação e Preservação Ambiental da Babilônia, um ente jurídico sem fins lucrativos que busca fortalecer a economia local e promover a sustentabilidade ambiental nas duas comunidades. Seu objetivo é avançar em autonomia administrativa, comunicação e empreendedorismo verde, consolidando a cooperativa como referência no turismo comunitário e sustentável.

Projeto: Escritoras Vivas no Mapa
Região: São Gonçalo – Leste Fluminense

Resumo: O coletivo Escritoras Vivas surgiu do encontro entre mulheres que escreviam sozinhas, à margem, sem espaços de acolhimento ou orientação. O que começou como trocas informais de textos e escutas sensíveis transformou-se em um movimento estruturado de fortalecimento da escrita feminina. Em 2021, o coletivo passou a oferecer oficinas, mentorias, grupos de escrita, clubes de leitura, publicações colaborativas e ações em escolas e espaços culturais.

Projeto: Estufa Laboratório de Comunicação e Produção Cultural
Região: Resende – Médio Vale do Paraíba

Resumo: A iniciativa nasce do desejo de comunicar de maneira mais sensível, ética e acessível, diante dos desafios que artistas independentes e projetos socioambientais enfrentam para atingir visibilidade e sustentabilidade. Criada por Luísa Ritter, jornalista com mais de dez anos de experiência em cultura e meio ambiente, ela surge como resposta à insatisfação com os modelos tradicionais de comunicação e à urgência de fortalecer iniciativas que movem a transformação social.

Projeto: Feira Toblu
Região:  Rio de Janeiro – Região Metropolitana

Resumo: O propósito da Feira Toblu é promover o consumo consciente e valorizar a economia circular, conectando pessoas, marcas e iniciativas comprometidas com a sustentabilidade e a solidariedade. A feira existe para incentivar uma nova forma de pensar e consumir mais ética, criativa e responsável, dando visibilidade a empreendedores locais, marcas autorais e projetos sociais através da exposição de produtos, apresentações culturais, rodas de conversa que fomentam a educação socioambiental, desfiles de diversidade e oficinas gratuitas, proporcionando ao público o acesso direto a produtos sustentáveis.

Projeto: Festival da Primavera de Porciúncula 
Região: Porciúncula – Noroeste Fluminense

Resumo: O Festival da Primavera nasceu do sonho de ver Porciúncula, uma cidade com tanto potencial ainda pouco aproveitado, florescer a partir da cultura, da arte e da sustentabilidade. O evento reúne oficinas de arte sustentável e reciclagem criativa, apresentações culturais, feiras de artesanato e gastronomia, rodas de conversa e ações de educação ecológica, com o objetivo de proporcionar o o acesso à cultura para todos os públicos.

Projeto: Instituto dos Sonhos
Região: São Gonçalo – Leste Fluminense

Resumo: Tem como propósito transformar vidas por meio da música, utilizando a criação e a interpretação musical como instrumentos de inclusão, educação e desenvolvimento humano. A iniciativa nasce da convicção de que a arte é um caminho de emancipação social, especialmente para jovens e adultos em contextos de vulnerabilidade, oferecendo oportunidades concretas de formação, expressão e inserção no campo profissional da música.

Projeto: Jazzin’ Festival
Região: Rio de Janeiro – Região Metropolitana

Resumo: O projeto nasceu do desejo de fortalecer a música independente e reafirmar o papel da arte como força de transformação social. Criado no Rio de Janeiro, o projeto conecta música, artes visuais e formação, promovendo diversidade, acesso e experimentação. Consolida-se como plataforma que integra artistas, público e território, estimulando pensamento crítico e economia criativa colaborativa.

Projeto: Laboratório Contranarrar
Região: Rio de Janeiro – Região Metropolitana

Resumo: O projeto existe para fortalecer e dar protagonismo às narrativas das periferias do Rio de Janeiro por meio da formação em escrita dramatúrgica e da criação de redes entre autores e territórios. O propósito é democratizar o acesso à cultura, romper a lógica excludente dos centros culturais tradicionais e provar que as vivências periféricas são potência criativa legítima.

Projeto: Magnífica Trupe de Variedades
Região: Niterói – Leste Fluminense

Resumo: O projeto existe para democratizar o acesso à arte circense de qualidade, ressignificando espaços não teatrais – especialmente espaços urbanos – como locais de produção artística, aumentando a autoestima dos moradores de cada localidade e estimulando um olhar mais sensível para a arte que nos cerca. O projeto acredita que o circo deve ocupar ruas, praças, parques, estacionamentos, empresas, clubes, escolas, alcançando os mais variados públicos e celebrando um elemento cultural autenticamente brasileiro.

Projeto: Maria Mole Design
Região: Rio das Ostras – Baixada Litorânea

Resumo: A Maria Mole Design surgiu para democratizar o acesso à cultura e estimular a criatividade em áreas rurais e periféricas, onde há escassez de atividades culturais, oferecendo oficinas, vivências e eventos culturais gratuitos, que estimulam o fazer manual, o brincar e o protagonismo comunitário como caminhos de inclusão sociocultural, baseado na aprendizagem criativa, cultura maker e educação não formal, valorizando o saber popular, a colaboração e a troca intergeracional.

Projeto: Museu Insulano
Região: Rio de Janeiro – Região Metropolitana

Resumo: O Projeto Museu Insulano foi criado em 2023 com o intuito de articular agentes locais ligados à história, cultura e educação na Ilha do Governador para debater a instituição de um museu local, rompendo com uma visão convencional de preservação, pesquisa e comunicação dos bens museológicos e visando um serviço popular protagonizado pela história, cultura e educação locais, estimulando a luta por um espaço social e acessível.

Projeto: Novas Paisagens de Villaronga Rompendo o passado
Região: Engenheiro Paulo de Frontin – Centro-Sul Fluminense

Resumo: A iniciativa reúne a criação de um mural acessível, oficinas de pintura, um documentário e um aplicativo de realidade aumentada com interface inclusiva, ampliando o acesso à obra do artista catalão José Maria de Villaronga y Planella, autor de importantes pinturas murais no Vale do Paraíba. Ao combinar ferramentas digitais e processos formativos, o projeto promove fruição cultural, inclusão e inovação, convidando a comunidade a construir novas paisagens simbólicas para o território.

Projeto: Projeto Luar 
Região: Duque de Caxias – Baixada Fluminense

Resumo: Tem como base a formação artística em dança, compreendida como um processo educativo que desenvolve técnica, sensibilidade, disciplina e consciência de si e do coletivo. Através de atividades gratuitas voltadas a crianças, adolescentes, jovens e mulheres da Baixada Fluminense, o projeto busca democratizar o ensino da dança, valorizar as expressões populares e fomentar o diálogo entre arte, educação e comunidade.

Projeto: Quintal Centro Cultural
Região: Niterói – Leste Fluminense

Resumo: O Quintal é um espaço dedicado a conectar e impulsionar as pessoas por meio da arte, de forma transversal, tendo como objetivo difundir e democratizar o acesso a espaços e serviços culturais, tanto para o público geral quanto, especialmente, para artistas iniciantes ou amadores. O projeto oferece cursos livres de múltiplas linguagens artísticas, para crianças a partir dos 2 anos, adolescentes, adultos e idosos, democratiza o acesso ao público com espetáculos abertos ao público a criadores artísticos na região metropolitana do estado do Rio de Janeiro.

Projeto: Saberes originários/Karirioca
Região: Rio de Janeiro – Região Metropolitana

Resumo: O Projeto Cultural Indígena Karirioca é uma iniciativa criada pela professora Aparecida Gentil, atuante no município do Rio de Janeiro, e o indígena Sarapó Wakonã da etnia Xucuru Kariri/AL. Um projeto que promove uma inesquecível vivência cultural através do indígena que leva seu conhecimento, cultura e valores fundamentais para a formação e transformação da visão que até então era conhecida somente através de livros.

Projeto: Smooth
Região: Rio de Janeiro – Região Metropolitana

Resumo: A Smooth existe para fortalecer e amplificar a voz de artistas independentes da cultura urbana do Rio de Janeiro. Tem como propósito oferecer um espaço de criação e desenvolvimento artístico que gere autonomia criativa, pertencimento e oportunidades reais de circulação e renda para esses artistas, em uma atuação que integra produção musical, orientação artística e estratégias de lançamento, em um processo colaborativo para o cenário independente carioca, compartilhando conhecimentos sobre produção musical e mercado.

Projeto: Sucasons
Região: Seropédica – Baixada Fluminense

Resumo: O projeto existe para transformar vidas por meio da arte, da educação e da sustentabilidade. Sua proposta é democratizar o acesso à cultura afro-brasileira, valorizando as tradições dos tambores e batuques ancestrais e, ao mesmo tempo, promover consciência ambiental através do uso de materiais reciclados na criação dos instrumentos. Seu propósito é inspirar a juventude a se reconhecer como produtora de cultura e agente de transformação, fazendo ecoar ritmos que unem resistência, educação e arte.

Projeto: Tecevidas
Região: Rio Bonito – Leste Fluminense

Resumo: Com o objetivo de aumentar a qualificação profissional e as oportunidades de geração de renda entre mulheres em situação de vulnerabilidade social nas comunidades periféricas de Rio Bonito, o TeceVidas foi criado pelo Instituto Osório e Martins para oferecer formações em costura, tecelagem e economia solidária, funcionando como uma rede de apoio, acolhimento e convivência para mulheres, estimulando a empoderamento feminino, a autonomia econômica e a formação de grupos de produção solidária.

Projeto: Teia Cooperativa Artesanal
Região: Vassouras – Centro-Sul Fluminense

Resumo: A proposta da Teia nasce da urgência de valorizar o patrimônio cultural do território e de fortalecer economicamente comunidades de artesãos tradicionais e produtores rurais, que geralmente são marginalizadas e pouco assistidas. Para isso, o projeto visa oferecer a seus integrantes uma rede de apoio à produção artesanal: serviços administrativos, estrutura e espaço de trabalho, cursos de formação continuada e facilidades logísticas.

Projeto: Teia Hip Hop
Região: São Fidélis – Norte Fluminense

Resumo: O projeto nasceu do propósito de aproximar a cultura urbana do ambiente escolar, oferecendo ações culturais e educativas que utilizam os elementos do hip-hop como ferramentas de aprendizagem, expressão e inclusão social, que abrangem as quatro linguagens fundamentais do hip-hop — grafite, dança (break), rima e música (DJ/MC) — integradas a temas como cidadania, identidade, diversidade e cultura urbana, com o objetivo de reduzir índices de evasão e indisciplina, além de fortalecer a construção de uma educação mais plural, afetiva e transformadora.

Projeto: Território em Cena
Região: São Gonçalo – Leste Fluminense

Resumo: Tem como missão promover justiça social por meio da cultura, conectando educação, comunicação e empreendedorismo para fortalecer pessoas e territórios em situação de vulnerabilidade. O projeto busca formar 100 produtores de conteúdo audiovisual em São Gonçalo, consolidando o município como polo criativo periférico. Mais que qualificação técnica, aposta na construção de uma comunidade enraizada, capaz de transformar narrativas e ocupar espaços de produção cultural e midiática com legitimidade.

Projeto: Transformando Arte em Vida
Região: Itaguaí – Costa Verde

Resumo: Promove acesso à formação cultural, utilizando a dança e o teatro como ferramentas de desenvolvimento humano e comunitário. A iniciativa cria um espaço para que crianças, adolescentes e jovens possam expressar emoções, fortalecer a autoestima e ampliar perspectivas, ao mesmo tempo em que democratiza o acesso a linguagens como ballet, jazz, dança folclórica e artes cênicas. Seu propósito é formar cidadãos sensíveis e protagonistas de suas próprias histórias, consolidando a arte como direito e como agente de transformação social no território.

Projeto: VEC Cultural
Região: Rio de Janeiro – Região Metropolitana

Resumo: O Projeto VEC Cultural é um programa de educação não-formal que utiliza a arte e a tecnologia como ferramentas de transformação social na comunidade de Manguinhos, na cidade do Rio de Janeiro. O projeto atua oferecendo serviços gratuitos de capacitação em educação artística e expressiva, além de capacitações técnicas e empreendedoras em diversas áreas de aprendizado.

Instituto Futuros

Fundado em 2001, o Instituto Futuros (antigo Instituto Oi Futuro) desenvolve e cocria projetos de Cultura e Educação pelo Brasil, impulsionando a construção de futuros mais inclusivos e sustentáveis. Em 2025, a entidade renovou sua marca e identidade visual, consolidando o atual momento da organização, que se abriu para novos patrocinadores e parceiros privados e do poder público.

No campo da cultura, a instituição é gestora do Futuros – Arte e Tecnologia, centro cultural carioca com galerias de arte, teatro multiuso e o Musehum – Museu das Comunicações e Humanidades, que exibe parte do maior acervo da história das comunicações no país e oferece experiências interativas sobre o impacto das tecnologias nas relações humanas. O instituto Futuros também atua no fomento e desenvolvimento do ecossistema da Economia Criativa, promovendo ciclos de aceleração de iniciativas que têm a transformação social como propósito principal. Na área de educação, é responsável pelo NAVE (Núcleo Avançado em Educação), parceria público-privada com as Secretarias de Estado de Educação do Rio de Janeiro e Pernambuco, que há 19 anos promove formação profissional e tecnológica de qualidade como resposta aos desafios da atualidade; e pela plataforma virtual Órbita, que oferece formação gratuita para profissionais de Educação de todo o país.

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