Cheiro de terra molhada, canto de pássaros, sons da mata e imagens da floresta amazônica e de seus habitantes chegam ao Rio de Janeiro para proporcionar um passeio pela maior floresta tropical do mundo, na exposição “Presenças na Amazônia: um diário visual de Bob Wolfenson”, no lounge do Museu do Amanhã, no Rio de Janeiro. A mostra fotográfica e multissensorial propõe uma vivência sensível da floresta a partir do olhar artístico do fotógrafo Bob Wolfenson, que completa 55 anos de carreira. Realizada pela Vale, a exposição fica aberta ao público de 15 de janeiro a 10 de fevereiro.
A mostra apresenta as impressões da floresta registradas pelo fotógrafo durante as filmagens da websérie “Amazônia: Juntos Fazemos a Diferença”, conduzida por ele e pela cantora Gaby Amarantos, em 2024. A produção audiovisual, realizada pela Vale, se transformou em uma campanha que apresenta a cultura, a economia, os biomas e o povo da floresta amazônica e se encerra com a estreia da exposição do diário visual de Bob Wolfenson.
“Há quatro décadas a Vale está presente na Amazônia, como um dos principais agentes de desenvolvimento sustentável e de preservação, valorização e difusão da cultura amazônida. Realizamos uma série de iniciativas que fomentam a bioeconomia, protegem a floresta em pé e contribuem com pesquisa e produção de conhecimento em áreas como biodiversidade, genômica e mudanças climáticas. Nesse sentido, a realização dessa exposição no Museu do Amanhã ganha especial propósito, ao propor novas formas de ver e conhecer a região em toda a sua diversidade, provocar reflexões e novas formas de atuarmos, juntos, pelo presente e pelo futuro”, afirma Grazielle Parenti, Vice-Presidente Executiva de Sustentabilidade da Vale.
Organizadas em três eixos – A Floresta, Presenças e Luz Mágica – as fotos revelam a Amazônia por dentro, suas histórias e suas comunidades, em uma narrativa na qual a floresta e as pessoas se misturam e convivem em harmonia.
“Fotografar a Amazônia foi uma experiência profunda e transformadora. Estar diante de uma natureza tão poderosa e, ao mesmo tempo, encontrar pessoas que trabalham para que ela permaneça em pé trouxe um novo sentido ao meu olhar. Levar essas imagens para o Museu do Amanhã, com o patrocínio da Vale, é muito significativo: é uma forma de ampliar esse diálogo e mostrar que preservar a floresta é também preservar histórias, culturas e futuros”, comenta Bob Wolfenson.
“O Museu do Amanhã aposta na força da arte em comunicar o que a ciência hoje demonstra e, com isso, facilitar a reconexão do humano com o oceano”, afirma Fabio Scarano, curador do Museu do Amanhã.
Os espaços são marcados por materiais rústicos e naturais e por uma iluminação que muda ao longo do percurso, remetendo ao ciclo do dia. A experiência ganha profundidade com a presença de elementos sensoriais que transportam os convidados para dentro da Amazônia, como um leve aroma de terra fresca depois da chuva. Também o visitante poderá ouvir sons originais da floresta, fruto de estudo do Instituto Tecnológico Vale (ITV), que reuniu mais de 16 mil minutos da vida na Floresta de Carajás e revelou curiosidades sobre a biodiversidade amazônica por meio do som que ela emite. Além disso, uma área de pausa e contemplação traz frases, trechos de falas e anotações de viagem de Bob Wolfenson, criando uma instalação poética que traduz o processo criativo do artista. A produção é da Tantas Projetos Culturais e TM1 Brand Experience, com curadoria de Cecilia Bedê.
A exposição contará com uma programação educativa e gratuita que conecta as fotografias às memórias, aromas, sons e símbolos da Amazônia. Além da caminhada fotográfica com Bob Wolfenson na Praça Mauá, haverá atividades para todos os públicos, trazendo o DNA amazônico em oficinas de carimbos, aula de dança de carimbó, pintura de brinquedos de miriti e experiências sensoriais como o tradicional banho de cheiro. A programação completa está disponível no site do Museu do Amanhã.
Com atenção especial à acessibilidade e à inclusão, a exposição conta com recursos como obras táteis, dispositivos sonoros e olfativos, mediações, audiodescrição, interpretação em Libras e atividades adaptadas.
Parceria com o Museu
A Vale é parceira mantenedora do Museu do Amanhã, via Lei Federal de Incentivo à Cultura, desde 2020, quando o Instituto Cultural Vale foi criado. Além do patrocínio à programação anual, a companhia já articulou junto com o museu exposições como “Fruturos – Tempos Amazônicos”, que explorou o desenvolvimento sustentável da Amazônia e marcou a primeira itinerância do Museu do Amanhã, com mostras no Pará e Maranhão, e promoveu o seminário “O futuro dos museus em comunidades em rápida transformação: 5 anos do Instituto Cultural Vale”.
Vale
A Vale atua na região há quase 40 anos, com o compromisso de apoiar a conservação da Amazônia e as diversas formas de viver, conviver e criar na região. A empresa ajuda a conservar cerca de 1 milhão de hectares de florestas no mundo, sendo 800 mil só na Amazônia – uma área seis vezes maior que a cidade do Rio de Janeiro, em parceria com o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio).
A Vale acredita que a cultura transforma vidas. Pelo quinto ano consecutivo é a maior apoiadora privada da Cultura no Brasil, patrocinando e fomentando projetos em parcerias que promovem conexões entre pessoas, iniciativas e territórios. Seu compromisso é contribuir com uma cultura cada vez mais acessível e plural, ao mesmo tempo em que atua para o fortalecimento da economia criativa.
Para fortalecer sua atuação na Cultura, em 2020 foi criado o Instituto Cultural Vale, que já esteve ao lado de mais de mil projetos em todo o país, com investimento de mais de R$ 1 bilhão em recursos próprios da Vale e via Lei Federal de Incentivo à Cultura, a Lei Rouanet. Dentre eles, uma rede de espaços culturais próprios, com visitação gratuita, identidade e vocação únicas: Memorial Minas Gerais Vale (MG), Museu Vale (ES), Centro Cultural Vale Maranhão (MA) e Casa da Cultura de Canaã dos Carajás (PA). Conheça mais sobre a Vale em vale.com
Bob Wolfenson
Bob Wolfenson nasceu em São Paulo, Brasil, em 1954, e começou a trabalhar com fotografia aos 16 anos. Ao longo de seus 50 anos de carreira, tornou-se um dos retratistas e fotógrafos de moda mais renomados do Brasil. Suas exposições mais importantes ocorreram em instituições brasileiras de destaque, como o Museu de Arte de São Paulo (MASP), o Centro Cultural Maria Antonia, o Museu de Arte Brasileira (MAB-FAAP), o Museu de Arte Moderna de Salvador (MAM-BA), o Museu da Fotografia de Fortaleza (MFF-CE), que possui um acervo permanente de seus retratos, além da Galeria Millan, que o representou por 17 anos. Entre seus trabalhos de destaque estão: Retratos (2018), Apreensões (2010), Nósoutros (2017), Cinépolis (2016) e Desnorte (2022). Suas obras integram acervos de importantes instituições culturais no Brasil e no exterior, como o Museu de Arte Contemporânea de São Paulo (MAC), o Museu de Fotografia da Cidade de Curitiba, a Galeria Nacional de Arte Zacheta (Varsóvia), o Museu de Fotografia de Fortaleza, o Museu de Arte de São Paulo (MASP) e o Itaú Cultural, além de diversas coleções particulares. Dentre seus muitos livros, destacam- se Antifachada, Apreensões , Belvedere e Desnorte.
Museu do Amanhã
O Museu do Amanhã é gerido pelo Instituto de Desenvolvimento e Gestão — idg. O projeto é uma iniciativa da Prefeitura do Rio de Janeiro, concebido em conjunto com a Fundação Roberto Marinho, instituição ligada ao Grupo Globo. Exemplo bem-sucedido de parceria entre o poder público e a iniciativa privada, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura, Lei Rouanet, conta com o Itaú como patrocinador estratégico, Shell, Vale e Motiva como mantenedores e patrocinadores que inclui IBM e TAG. Tem a Globo como parceiro estratégico, copatrocínio da Águas do Rio, Heineken e Saint-Gobain, apoio da Bloomberg, Engie, B3, White Martins, Caterpillar, Granado, Mattos Filho, EMS e Porto. Através da Lei de Incentivo Municipal tem o apoio da Accenture e Fitch Ratings e conta com a parceria de mídia da Rádio Mix, NovaParadiso, JB FM, Revista Piauí, Folha de S.Paulo e Canal Curta ON.
Sobre o idg
Há mais de 20 anos, o idg atua na gestão e desenvolvimento de projetos culturais, ambientais e educacionais. Une conhecimento, inovação, criatividade e ousadia para dar vida a ideias e contar histórias que provocam reflexões e criam experiências.
Guiado pelo propósito de esperançar futuros possíveis, implementou e gere o Museu do Amanhã e o Museu do Jardim Botânico, no Rio de Janeiro; o Museu das Favelas e o programa CultSP PRO, em São Paulo; e o Paço do Frevo, no Recife. Também é gestor operacional do Fundo da Mata Atlântica, no Rio de Janeiro, e inaugurou o Museu das Amazônias, em Belém.
Serviço:
Exposição “Presenças na Amazônia: um diário visual de Bob Wolfenson”
Museu do Amanhã
Praça Mauá, 1, Centro, Rio de Janeiro
Data: 15 de janeiro a 10 de fevereiro
Todos os dias, exceto quarta-feira, das 10h às 18h (última entrada às 17h)
Ingressos: a partir de R$ 20 (meia) com acesso a todo o Museu
Programação Educativa: site oficial do Museu do Amanhã