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Rock in Rio Lisboa 2022: Festival encerra edição portuguesa com chave de ouro e já se prepara para reencontro com brasileiros

Mais de 287 mil pessoas passaram pela Cidade do Rock lisboeta, que contou com apresentações de artistas como Post Malone, Jason Derulo, Anitta, A-Ha, Duran Duran, Ivete Sangalo e diversos outros

por Redação
Rock in Rio Lisboa 2022

Foram quatro anos de espera e o Rock in Rio Lisboa finalmente reabriu portas para os fãs. Em um ano de inúmeras expectativas tanto para Portugal quanto para Brasil, com edições nos dois países, o primeiro reencontro do Rock in Rio com os fãs, em 2022, foi marcado por dias memoráveis, com muita festa e sorrisos estampados nos rostos de quem esteve na Cidade do Rock portuguesa. Nestes últimos dois fins de semana aconteceu a 9ª edição do Rock in Rio Lisboa, e o maior festival de música e entretenimento do mundo recebeu em quatro dias alguns dos principais nomes do cenário pop, rock, rap e hip-hop internacional A edição portuguesa , com suas 56 horas de música, foi um excelente aquecimento para a brasileira ao receber em quatro dias 287 mil pessoas. No Rio de Janeiro, Brasil, o Rock in Rio começa dia 2 de setembro deste ano e segue pelos dias 3, 4, 8, 9, 10 e 11, na Cidade do Rock, na Barra da Tijuca.

O sol brilhou no fim de semana e garantiu dias de paz na Cidade do Rock. Desde ao meio dia, na abertura de portas, o público pode viver experiências que se complementavam em cada uma das áreas do evento — do Palco Mundo, ao Galp Music Valley, Super Bock Digital Stage, Rock Your Streeet, Yorn, além da arena Worten Stage e do Continente Chefs Garden. No sábado, 25, entre os artistas, A-Ha e Duran Duran subiram o Palco Mundo e embalaram a plateia que os acompanhou do início ao fim dos shows. Teve ainda Francisco El Hombre, que também se apresentará no Brasil. Já no domingo, 26, Post Malone, o fenômeno mundial Anitta, e Jason Derulo arrastaram uma verdadeira multidão para a pista, que acompanhou ao vivo alguns dos maiores artistas da atualidade se apresentando.

Anitta fez um novo capítulo na sua história com o festival. Com 80 mil pessoas na Cidade do Rock, o público correspondeu aos comandos da artista e não ficou parado um minuto sequer sob os hits da cantora, como Envolver, Boys Don`t Cry e Bailarina. A cantora, em entrevista no backstage do evento reforçou a importância dos fãs em sua carreira e o quanto vem investindo em seus shows. “Meus fãs são muito presentes, acompanham tudo o que eu faço e colaboram positivamente em muitos momentos”, lembrou. “Meus shows contam com enorme investimento. Contratei o cenógrafo que fez o Animal Kingdom, da Disney, para montar meu novo show. Ele fala de pessoas, das potências da favela e dá literalmente voz a estas pessoas”, finaliza.

Na sequência foi a vez do rapper americano Post Malone, que fechou a edição do Rock in Rio Lisboa com chave de ouro. O cantor que estará na edição brasileira do festival, com apresentação marcada para 3 de setembro, agitou o público com os seus sucessos como Rockstar, White Iverson, Congratulations, entre outros. Em uma performance marcada por diversos efeitos especiais, como uma pirotecnia que percorria toda a extensão do palco, Post Malone se despediu do público com uma queima de fogos que coloriu todo o céu do Parque da Bela Vista, encerrando o Rock in Rio do jeito mais emocionante possível.

Para Roberta Medina, vice-presidente do Rock in Rio “esta é a edição do reencontro, mas desde o fim de semana passado uma palavra define o que sinto: amor. Nunca imaginei viver nada assim. É impressionante como todos nós precisamos deste momento, desta energia junta, destes dias de paz. Quando o publico entra pelos portões da Cidade do Rock é como se o mundo parasse para vivermos toda esta magia aqui dentro. Aqui nos permitimos verdadeiramente viver intensamente toda esta explosão de sentimentos tão positivos. Tivemos inúmeros momentos marcantes, como o minuto de silêncio pela paz mundial porque precisamos disso. Temos que cuidar uns dos outros, hoje, agora”. E finalizando, ela disse que “se vivemos esta catarse aqui em Lisboa, imagina no Brasil, onde o público respira o Rock in Rio desde 1985 e o festival é uma febre com ingressos esgotados, inclusive”, celebra.

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