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Uma Peça para Fellini” estreia no Estação NET Rio, em Botafogo

por Waleria de Carvalho
Uma Peça para Fellini

O público poderá, finalmente, assistir ao monólogo inédito “Uma Peça para Fellini” que estreia dia 25 de março, sexta-feira, às 21h30, com interpretação de Marcia do Valle, no saguão do Estação NET Rio. O espetáculo faz jus ao legado deixado pelo mestre da sétima arte e tem texto de Joaquim Vicente e direção da atriz em cena com codireção do cineasta Cavi Borges. O cinema e o teatro juntos, em uma linda homenagem, ainda que tardia devido à pandemia, ao centenário do genial diretor italiano, roteirista e desenhista Federico Fellini (Rimini, 20/1/1920 – Roma, 31/10/1993)um dos maiores nomes do cinema de todos os tempos.

Trata-se de um espetáculo de admiração pela obra do cineasta italiano e de sua esposa e atriz Giulietta Masina (San Giorgio di Piano, 22/2/1921 – Roma, 23/3/1994). Na peça, uma “atriz”, uma “faxineira” e o próprio “Fellini” traçam um pequeno “panorama pandêmico“  sobre a vida e obra do artista e seus colaboradores. São historietas que vão além da vida, a respeito do cinema, teatro, atores e seu ofício, destacando como a arte é essencial para todos.

A faxineira relata como conheceu Seu Fellini, se apaixonou por ele e pelo cinema e como isso mudou sua vida: “Eu fiquei mais inteligente, agora eu adoro pensar”. Ela contracena com imagens dos filmes e outras que remetem ao universo cinematográfico e de Fellini. Conta como Seu Fellini sempre esteve perto do pensamento dela.

Os três personagens se alternam e seguem um fluxo de raciocínio do texto contemporâneo. Para Marcia do Valle, a encenação na verdade é “um exercício de atriz e uma brincadeira entre o teatro e o cinema”. E ela continua com suas reflexões:

– É uma reverência à genialidade do visionário cineasta. Uma introdução, bem-humorada, ao universo felliniano. Um projeto com intenção de despertar curiosidade e interesse nos jovens, estudantes, artistas, cineastas. Esse trabalho é também para instigar o público a uma nova visita ou lembrança dos filmes e livros do cineasta. Fellini, nunca é demais!, acrescenta a atriz, que volta a lembrar das falas da faxineira:

 “Seu Fellini pras massas! Os filmes do Seu Fellini deviam passar nas praças públicas!”. Diz a fã-faxineira, que depois de assistir a todos os filmes, tira a sua conclusão de que “Seu Fellini é povão”.

#Fica Estação NET Rio

A programação faz parte do movimento que reúne cariocas e cineastas contra despejo do cinema Estação NET Rio:

  • Dia 23/3, quarta-feira, 19h– abertura da exposição “Sonhos de Fellini” no anexo do cinema chamado de Espaço Estação Cavideo. Curadoria de Cavi Borges e Fabricio Duque. Fotos, cartazes dos filmes e os desenhos que Fellini fazia sobre seus sonhos. Esses traços, depois se tornavam caricaturas e eram muitas vezes aproveitados para criação dos personagens de seus filmes. Em cartaz até 25 de julho, todos os dias das 14h às 21hEntrada franca. Nesse dia e horário haverá também o lançamento do livro “Para Fellini com Amor”, de Mariza GualanoSaguão do cinema em frente ao Espaço Estação Cavideo.
  • Dia 25/3, sexta-feira– estreia do monólogo “Uma Peça para Fellini” com atuação da atriz, produtora e diretora Marcia do Valle no saguão do cinema Estação Net Rio. Texto de Joaquim Vicente. Temporada: sextas e sábados, às 21h30, até 25 de junho.

Sobre os realizadores

Um encontro de forças nesse momento tão dramático para cultura carioca e brasileira. Com mais de 35 anos de teatro a atriz Marcia do Valle insiste no seu ofício com muita disposição e coragem. Agora ela produz, no pós-pandemia, uma peça sem patrocínio com estreia no mês do “Dia Mundial do Teatro” – 27/3. Um viva aos Artistas, ao Cinema e ao Teatro!

Ela é atriz, diretora e produtora de teatro no RJ e atuou sob a direção de Aderbal Freire Filho, Amir Haddad, Antonio Pedro Borges, Cláudio Mendes, Domingos Oliveira, Dudu Sandroni, Eduardo Tolentino de Araújo, Édio Rodrigues Nunes, Luiz Arthur Nunes, Lucia Coelho, Paulo Betti e Renato Farias. Fez novelas, minisséries e programas na TV Globo, além de curtas-metragens e o longa “Vende-se essa moto”.  Na pandemia, fez solos para o canal “Agora já era”, no youtube, atuou on-line e depois presencial, no espetáculo “Luiza Mahin, eu ainda continuo aqui” e na peça sonora “Os Cegos”, direção de Marcio Abreu.                                                                                 

O trabalho de Cavi Borges nos 25 anos da locadora Cavideo resiste aos maus tempos e mantém seu ótimo acervo, em plena atividade, nas Casas Casadas, em Laranjeiras no RJ. Sede de uma biblioteca valiosa, feita de doações por cineastas e cinéfilos sobreviventes.

Ele é diretor e produtor de cinema. Fundador da Cavideo Locadora, referência dos cinéfilos cariocas que depois se tornou produtora e distribuidora de filmes independentes.                                                                                     Como realizador de cinema já fez mais de 350 filmes, entre longas, curtas e séries, clipes e videoartes. Em 2018 começou uma parceria com a atriz Patrícia Niedermeier, iniciando uma pesquisa sobre misturar teatro e cinema. Realizaram as peças-filmes: O Censor (2019); François Truffaut – o cinema é minha vida e Marguerite Mon Amour (2020). Sempre utilizando as salas de cinema e suas telas como elementos dramatúrgicos desses espetáculos.

Estação NET Rio, Cavideo 25 anos e Vertentes do Cinema apresentam:

Um Peça para Fellini

Ficha técnica

Texto: Joaquim Vicente
Direção:  Marcia do Valle e Cavi Borges
Atriz: Marcia do Valle

Trilha sonora e composições originais:   Leonardo Miranda Iluminação cenográfica:  Djalma Amaral
Figurino:  Flavio Souza / Programação Visual:  André Palatnic / Direção de movimento:  Patrícia Niedermeier / Bonecos:  Miguel Vellinho / Assistente e operador de luz:  Jorge Raibott / Costureiro:  Caio Braga/ Assistente de produção:  Marina Trindade / Cenotécnico/telão: André Salles / Projeções:  VJ Dezoito / Editor de vídeo: Wellington dos Anjos / Assessoria de Imprensa: CICLO Comunicação – Clóvis Corrêa / Criação, produção e realização:  Cavi Borges e Marcia do Valle.

Serviço
Uma Peça para Fellini
Estreia dia 25 de março, sexta-feira, às 21h30. Temporada até 25 de junho.
Monólogo com Marcia do Valle
Direção: Marcia do Valle e Cavi Borges
Saguão do Cinema Estação NET Rio
Endereço: Rua Voluntários da Pátria, 35, Botafogo, RJ
Telefone: (21) 98013-0885 (Cavideo)
Temporada: sextas e sábados, até 25 de junho.
Ingresso:  ‎R$ 40 (inteira) e R$ 20 (meia-entrada)
Classificação indicativa: 12 anos
Duração: 1h
Capacidade: 40 pessoas

OBS: Em função da pandemia Covid -19 será exigido o uso de máscara e o comprovante de vacinação atualizado na entrada do Estação NET Rio.

Grupo Sobrevento comemora 35 anos com estreia de Pérsia

Sobrevento

Sobrevento – Foto de Marco Aurélio Olimpio

Nos seus 35 anos de trajetória, o Grupo Sobrevento nunca deixou de lado sua característica inicial: pesquisar linguagens para a cena. Pérsia, que ficará em cartaz até 1º de maio, no Espaço Sobrevento, celebra a data e mantém a ideia de seus fundadores, Sandra Vargas e Luiz André Cherubini, de contar histórias a partir de investigações para a dramaturgia. A peça, criada ao longo de 2021, procura estabelecer conexões entre a cultura brasileira e a persa, especialmente nos campos do Teatro e da Música, e busca enxergar, em um espelho iraniano, o nosso reflexo. A montagem fica em cartaz  com apresentações sextas e sábados, às 20h30, e domingos, 20h. A entrada é gratuita e é possível reservar ingressos pelo email: info@sobrevento.com.br.

Contemplado pela 35ª Edição do Programa Municipal de Fomento ao Teatro para a cidade de São Paulo — Secretaria Municipal de Cultura, a dramaturgia, ao misturar depoimentos do elenco e de imigrantes iranianos, revela anseios comuns de liberdade, de comunhão e de alegria. “No Irã, apesar do autoritarismo, algumas coisas se preservam graças a uma bagagem cultural enorme que o país tem, ao culto da poesia, da arte. Apesar da tensão, essa violência não entrou dentro de casa. O mote do espetáculo é esse”, revela Sandra. “Nós percebemos que a direita avança no Brasil amparada pelo fundamentalismo, mas nós também temos a arte, a cultura forte dentro de nós”, completa.

A música está presente ao longo do espetáculo e a pesquisa também apontou diversas aproximações entre as manifestações dos dois países. “Às vezes, temos a impressão de que a música persa é muito exótica, mas temos a mesma relação com ela, com a poesia”, diz Luiz André Cherubini. “Nós buscamos orientação de músicos iranianos em várias áreas, usamos instrumentos persas e brasileiros. E o espetáculo busca conexões por meio dessas pontes, tanto fazendo música brasileira tocada com esses instrumentos persas, quanto fazendo música persa tocada com instrumentos brasileiros”, coloca. 

A ENCENAÇÃO

O cenário é árido, apenas uma árvore seca, e representa um deserto, um sertão. Ao redor dela, os atores contam as histórias de iranianos que precisaram deixar seu país, por diferentes motivos, e encontraram no Brasil um novo lar.

As personagens que, como aves migratórias, atravessam continentes em busca de novas paisagens, confessam seus medos, seus sonhos, suas aflições, em palavras ditas e cantadas. Em cena, a casa é o único objeto que evoca as tantas moradas que deixaram para trás e que ainda carregam consigo. 

Ao longo do espetáculo – e dos relatos, os atores e as atrizes preenchem o deserto de suas memórias com pequenas casas, que lembram casas de passarinhos, e criam pequenos mundos: podem ser um bairro, uma cidade ou um país. Em uma atmosfera mais íntima, o espaço teatral está configurado em uma arena e os figurinos de João Pimenta – premiado estilista que é parceiro do grupo há quase dez anos – carregam elementos de ambas as culturas.

O SOBREVENTO E O IRÃ

O Grupo Sobrevento esteve em Teerã, em 2010, em um dos maiores festivais de Teatro do mundo, o Fajr Festival (Festival Liberdade). Naquela ocasião, o grupo conheceu a vitalidade do Teatro naquele país, com uma Cultura milenar de origem persa, que brilha em cada canto da cidade: no hotel que tem nome de poeta, na poesia que está na boca das pessoas, nos milhares de jovens na praça diante do centro cultural, nas longas filas para os teatros, na produção de conhecimento histórico e artístico dos já antigos cursos de Teatro e de Teatro de Bonecos (e de Música internacional e de Música tradicional iraniana) da importante Universidade de Teerã, na alma artística, culta, esperançosa e ansiosa por liberdade de todo um povo. 

“Em um momento em que vemos a censura voltar a mostrar as suas garras, em que os artistas são atacados, em que ressurgem o dirigismo, a arbitrariedade e a intolerância, em que verdades de uns querem suplantar as verdades dos outros, o espelho iraniano lembra que uma Cultura de raízes profundas vinga mesmo no terreno mais árido, que a desertificação não seca a humanidade de um povo, que a guerra não arrasa a história de uma civilização, que decretos restringem gestos, mas não têm poder sobre consciências”, refletem os diretores. 

35 ANOS 

Em 2022, o Sobrevento comemora 35 anos dedicados exclusivamente ao Teatro. No seu percurso, com mais de 25 peças montadas e apresentadas no Brasil e em diversos países, consolidou-se, internacionalmente, como um dos mais destacados especialistas em Teatro de Animação e de Objetos. 

Inquieto, arrisca-se constantemente em pesquisas insuspeitas e pioneiras, que ajudam a criar diversidade no fazer teatral, a valorizar o Teatro de Animação sob diferentes formas, a difundir um Teatro de Bonecos e Objetos para adultos e um Teatro para a primeira Infância e a descentralizar a produção artística no Brasil e no mundo. Ainda este ano, o grupo estreia um segundo espetáculo – para todo o público – apresenta mostras de seu repertório, promove festivais de Teatro de Bonecos e Teatro para Bebês e realiza uma turnê pelas regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste.

FICHA TÉCNICA

Criação: Grupo Sobrevento 
Direção: Sandra Vargas e Luiz André Cherubini 
Dramaturgia: Sandra Vargas (a partir de depoimentos recolhidos junto a imigrantes iranianos e aos atores)
Elenco: Sandra Vargas, Luiz André Cherubini, Maurício Santana, Sueli Andrade, Liana Yuri e Daniel Viana 
Iluminação: Renato Machado 
Figurino: João Pimenta 
Cenografia: Luiz André Cherubini e Mandy
Cenotecnia: Agnaldo Souza e Mandy 
Pintura Foyer: Luiz André Cherubini, Leandro Triviño e Agnaldo Souza
Adereços: Sueli Andrade e Liana Yuri 
Letras e Adaptação das canções:  Luiz André Cherubini
Direção Musical: William Guedes 
Supervisão Música Persa: Arash Azadeh
Orientação Tambur: Elnaz Mafakheri
Orientação de sorna e dozaleh: Ehsan Abdipour
Orientação Viola: Márcio de Camillo
Estagiários: Leandro Triviño e Rafael Carmo
Técnico de Som: Agnaldo Souza
Técnico de Iluminação: Marcelo Amaral
Assessoria de Imprensa: Márcia Marques – Canal Aberto

Serviço

Espaço Sobrevento
Rua Coronel Albino Bairão, 42 – Metrô Bresser, São Paulo, SP.
De 11 de março a 1 º de maio de 2022
Sextas e sábados, 20h30; domingos, às 20h
Gratuito
Reservas de ingressos pelo pelo email: info@sobrevento.com.br – a bilheteria abre com 1h de antecedência

Espetáculo Altamira 2042 faz temporada no Sesc Avenida Paulista

Altamira

Altamira – Foto de Nereu Jr


A partir de março,
Altamira 2042 estreia temporada em São Paulo, no Sesc Avenida Paulista. As apresentações acontecem de 25 de março a 17 de abril de 2022, quartas, quintas, sextas e sábados, às 21h, domingos, às 18h – nos dias 30 de março e 15 de abril não haverá sessão; no dia 07 de abril terá o recurso de audiodescrição.

Altamira 2042 é uma instauração sonora composta por caixas de som que amplificam testemunhos diversos sobre a catástrofe causada pela hidrelétrica de Belo Monte, que está em construção desde 2011, e afeta toda a bacia do Rio Xingu e seus arredores.

Quando apresentou a performance Altamira 2042, durante a Mostra Internacional de São Paulo (MITsp) em 2019, a artista Gabriela Carneiro da Cunha reproduzia, por meio de aparatos de som e luz, os sons do rio Xingu, na bacia amazônica. As apresentações – segunda etapa do projeto de pesquisa Margens – Sobre Rios, Buiúnas e Vaga-lumes – foram o resultado do trabalho de encontro de artistas com comunidades locais, que resultou em uma série de performances teatrais criadas a partir do testemunho de rios brasileiros e das pessoas que vivem em suas margens. 

Nesta nova temporada, Gabriela tem a expectativa de que as falas daqueles que estão em Altamira sejam ouvidas, principalmente daquelas pessoas que criaram Altamira 2042, que são os “tramaturgos”, como Raimunda Gomes da Silva, João Pereira da Silva, Antonia Mello, Eliane Brum, Bel Juruna, Marcelo Salazar entre outras pessoas.

Margens sobre Rios, Buiúnas e Vaga-lumes é um projeto de pesquisa em arte que se dedica, desde 2013, a ouvir e ampliar o testemunho de rios brasileiros em catástrofe. Este projeto foi concebido como uma resposta ao conceito de “Antropoceno”, definido pela jornalista Eliane Brum como “o momento em que o homem deixa de temer a catástrofe para se tornar a própria catástrofe”.

Antes da temporada paulistana, Altamira 2042 foi apresentada aos europeus, em setembro de 2021. As apresentações em terras estrangeiras chamaram a atenção para a situação preocupante em que está o meio ambiente no Brasil – em especial a bacia do Rio Xingu – e encontrar com grupos estrangeiros de defesa ao meio ambiente, amplificar essas vozes, criar outras conexões e fortalecer a luta. 

Na instalação sonora, entremeada por relatos de habitantes ribeirinhos e indígenas, é possível ter acesso a impressões, dizeres, sons e experiências daqueles que estão ali. Com caixas de som tais quais as presentes em muitas festas de aparelhagem (típicas daquela região), Altamira 2042 traz para o público as múltiplas formas de vida daquele lugar e a dimensão da destruição em curso.  

Gabriela Carneiro da Cunha

Gabriela Carneiro da Cunha é atriz, diretora e pesquisadora do Brasil. Em sua carreira no teatro e no cinema, trabalhou com diretores como Ariane Mnouchkine, Georgette Fadel, Cibele Forjaz, Grace Passô, Eryk Rocha e Heitor Dhalia. 

Desde 2013, a artista desenvolve o Projeto Margens: sobre rios, buiúnas e vaga-lumes, uma pesquisa artística que se dedica a ouvir e ampliar o testemunho de rios brasileiros que vivem uma experiência de catástrofe. 

Atualmente, Gabriela trabalha na finalização de dois projetos cinematográficos com o cineasta Eryk Rocha, além da mostra “Parimentos”, sua mais recente concepção artística. É também sócia da Aruac Filmes, produtora de cinema e teatro com quase 20 anos de produção cultural. Em 2019 ganhou o prêmio de melhor atriz coadjuvante no Rio Film Festival.

Ficha Técnica
Concepção, criação e direção: Gabriela Carneiro da Cunha e Rio Xingu
Interlocução de direção: Cibele Forjaz
Diretor assistente: João Marcelo Iglesias
Assistente de direção: Clara Mor e Jimmy Wong
Orientação da pesquisa e interlocução artística: Dinah de Oliveira e Sonia Sobral
“Tramaturgia”: Raimunda Gomes Da Silva, João Pereira da Silva, Povos Indígenas Araweté e Juruna, Bel Juruna, Eliane Brum, Antonia Mello, Mc Rodrigo – Poeta Marginal, Mc Fernando, Thaís Santi, Thaís Mantovanelli, Marcelo Salazar e Lariza
Tecnologia / Programação / Automação: Bruno Carneiro
Criação multimídia: Bruno Carneiro e Rafael Frazão
Imagens: Eryk Rocha, Gabriela Carneiro da Cunha, João Marcelo Iglesias, Clara Mor e Cibele Forjaz
Montagem de vídeo: João Marcelo Iglesias, Rafael Frazão e Gabriela Carneiro da Cunha
Montagem textual: Gabriela Carneiro da Cunha e João Marcelo Iglesias
Desenho sonoro: Felipe Storino e Bruno Carneiro
Figurinos: Carla Ferraz
Iluminação: Cibele Forjaz
Concepção instalativa: Carla Ferraz e Gabriela Carneiro da Cunha
Realização instalativa: Carla Ferraz, Cabeção e Ciro Schou
Design visual: Rodrigo Barja
Trabalho corporal: Paulo Mantuano e Mafalda Pequenino
Pesquisadores: Gabriela Carneiro da Cunha, João Marcelo Iglesias, Cibele Forjaz, Clara Mor, Dinah de Oliveira, Eliane Brum, Sonia Sobral, Mafalda Pequenino e Eryk Rocha
Diretora de produção: Gabriela Gonçalves
Co-produção: FarOFFa e MITsp – Festival Internacional de Teatro de São Paulo
Produção: Corpo Rastreado e Aruac Filmes
Distribuição internacional: Judith Martin / Ligne Direct
Fotografias: Nereu Jr., Clara Mor e Rafael Frazão
Teaser: Renato Vallone e Rafael Frazão

Serviço

Teatro | Altamira 2042 

Quando: 25 de março a 17 de abril de 2022. Quartas, quintas, sextas e sábados, às 21h, domingos, às 18h.
* Não haverá sessão nos dias 30 de março, quarta, e 15 de abril, sexta.
** A sessão do dia 07 de abril, quinta, terá o recurso de audiodescrição.
Classificação: 16 anos.
Onde: Arte II – 13° andar.
Duração: 90 minutos.
Capacidade: 50 lugares. 

Ingressos: R$30,00 (inteira) e R$15,00 (Credencial plena: trabalhador do comércio de bens, serviços e turismo matriculado no Sesc e dependentes. Meia: estudante, servidor de escola pública, + 60 anos, aposentados e pessoas com deficiência). 

Venda limitada a dois ingressos por pessoa, a partir de 15 de março, às 14h, no Portal Sesc São Paulo, e 16 de março, a partir das 17h, nas bilheterias das unidades do Sesc São Paulo. 

Horário de funcionamento da unidade:
Terça a sexta, das 10h às 21h30.
Sábados, domingos e feriados, das 10h às 18h30.  

É necessário apresentar comprovante de vacinação contra COVID-19. Crianças de 5 a 11 anos devem apresentar o comprovante evidenciando uma dose, pessoas a partir de 12 anos, das duas doses (ou dose única), além de documento com foto para ingressar nas unidades do Sesc no estado de São Paulo.  

Horário de funcionamento da bilheteria:
Terça a sexta, das 10h às 21h30.
Sábados, domingos e feriados, das 10h às 18h30  

A Turma da Floresta Viva aborda a ansiedade nas crianças

A Turma da Floresta Viva

A Turma da Floresta Viva


Sabe aquela criança que não sai do celular? Que tal levá-la para conhecer o teatro e assistir a uma aventura mágica emocionante?
A Turma da Floresta Viva é a primeira obra literária infantil de Augusto Cury – considerado o psiquiatra mais lido do mundo nas últimas duas décadas, com 35 milhões de livros em mais de 60 países.

A adaptação para o teatro foi feita pelo próprio Cury e a diretora Cristiane Natale – que também é roteirista dos espetáculos O Vendedor de Sonhos, O Homem Mais Inteligente da História e Nunca Desista dos seus Sonhos – e a produção é de Luciano Cardoso, da Applaus, responsável pelas três montagens citadas acima.

A estreia será dia 19 de março de 2022 no Teatro Fernando Torres com sessões aos sábados e domingos às 16h. O elenco é formado por Cayarí, Tamiris Mantovani, Rafael Sandoli, Chico Neto, Tati Abrantes, Rafael Procópio e Alana Schambakler.

Os gêmeos Guto e Alice não gostam muito de estudar, vivem brigando, não sabem esperar e querem tudo na hora. Suas únicas atividades, além da escola, são jogos e redes sociais. Por consequência, desenvolvem também uma grande incapacidade de concentração. Esses são sintomas do mal do século: a ansiedade.

No entanto, as coisas mudam quando, de repente, começam a ouvir animais falantes e ficam muito intrigadas. Os tais bichos afirmam que elas são escolhidas como guardiãs para um desafio de proteger a natureza. Então, seus pais, preocupados com o comportamento estranho dos filhos, chamam o avô, o psiquiatra Dr. Augusto, para analisá-los.

Quando vovô e netos se encontram, um grande segredo é revelado: ele também é um escolhido! Juntos, encaram um desafio de visitar a perigosa e encantada Floresta Viva, no coração da misteriosa Região Amazônica.

Nessa aventura, além de serem sensibilizadas para a causa ambiental, as crianças descobrirão como controlar seus impulsos, encarar seus medos e aquietar suas mentes. Desvendando assim habilidades de gestão das emoções para salvar a Turma da Floresta Viva como guardiões da natureza.

Gênero: Infantil
Classificação: livre
Duração: 60 min

Ficha Técnica
Adaptação: Augusto Cury e Cristiane Natale
Direção: Cristiane Natale e Guilherme Carrasco
Elenco: Cayarí, Tamiris Mantovani, Rafael Sandoli, Chico Neto, Tati Abrantes, Rafael Procópio e Alana Schambakler
Direção Geral de Produção: Luciano Cardoso
Produção Executiva: Alana Schambakler
Cenário e Criação de Luz: Tina França
Técnico de som e luz: Isabela Leal
Trilha Sonora: Amanda Giostri
Adereços: Claudinei Hidalgo
Figurino: Tina França e Débora Munhyz
Coordenação de Operações: Andressa Pagnussat
Social Media: Jéssica Branco
Design Gráfico: Lucas Peixoto
Gestão Tráfego Digital: AT Marketing Digital
Assessoria de Imprensa: Pombo Correio
Assessoria Jurídica: Ranzolin – Propriedade Intelectual
Promoção: Dreamsellers
Realização: Applaus

Serviço
Estreia 26 de março de 2022 – Temporada SP 2022
Sábados e Domingos às 16h
Teatro Fernando Torres, Rua Padre Estevão Pernet,588 – Tatuapé, SP.
Valores: R$ 25 a R$ 60
Promo 50%: Ganhe 50% de desconto para ingressos antecipados de familiares e acompanhantes adultos.
Link para compra: https://bileto.sympla.com.br/event/71722/d/128305/s/799119

 

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