Moacyr Góes dirige o solo inédito ‘Jesus, os últimos instantes’

Jesus, os últimos instantes
Jesus, os últimos instantes - Foto de Moacyr Góes

“Jesus, os últimos instantes”, texto inédito de Moacyr Góes, estreia sob sua direção no dia 03 de maio, às 21h, no Teatro Vannucci, na Gávea. Com o ator Augusto Garcia no papel do personagem tão importante e extraordinário tanto na seara da fé, quanto da cultura do mundo, o solo se passa nos instantes finais da crucificação – quando Jesus está só, clamando por uma palavra do Pai e sentindo-se abandonado. Nesse instante, sofrido e acossado por dores lancinantes, ele relembra sua vida, sua passagem, sua mãe, os apóstolos e sua missão, o Plano de Deus.

Para escrever o texto Moacyr se valeu de extensa pesquisa, em colaboração com o professor André Chevitarese sobre o que dizem as escrituras acerca da vida de Jesus Cristo, e o que a História comprova do Jesus histórico, o camponês pobre nascido em Nazaré. “O que me motivou a escrever a peça foi minha paixão pelo tema da fé e a cristandade. Como impactam e definem a vida da gente. Nesse estudo foi inevitável me debruçar sobre Jesus, o centro daquilo que conhecemos como Ocidente”, pondera Góes.

“As pessoas podem crer ou podem não crer em Cristo – ainda bem. Mas não podemos ignorar o extraordinário valor da mensagem inaugural sobre o amor e a igualdade entre os homens. Em um tempo de tanto desamor, intolerância e violência, o que verdadeiramente significam as palavras e os exemplos do Nazareno são uma esperança. Todo meu trabalho no teatro foi e é uma investigação sobre o humano, o que nos define, o que nos move. De um tempo pra cá tive necessidade de estudar isso, saber do que trata profundamente a fé. Às vezes acho que faço teatro para entender e me aproximar de coisas. A fé me inquieta, é isso, acho”, explica Moacyr.

Estar em cena como essa figura mundialmente conhecida é de grande responsabilidade, mas Augusto Garcia não titubeou ao receber o convite. “Quando ele me convidou, apenas obedeci. Moacyr é um grande diretor de teatro, em quem confio plenamente. Sua inteligência diferenciada, somada a um intenso grau de sensibilidade e uma extraordinária compreensão do ofício teatral, faz com que seja um dos maiores diretores de teatro do Brasil. A experiência de interpretar um grande personagem é sempre gratificante e desafiadora. Jesus possui uma verdadeira trajetória do herói. Trata-se de um desafio diário que me exige uma auto exposição impiedosa”, considera Augusto.

Para construir seu personagem, Augusto Garcia necessitou de um preparo amplo. “A preparação envolveu um trabalho meticuloso de corpo e voz. Cada gesto introduzido possui um determinado significado, bem como a intenção de cada fala. Realizamos ainda um estudo profundo sobre os dados históricos difundido acerca da trajetória de Jesus, buscando apresentar um perfil compatível com os estudos mais avançados sobre o tema. Chegamos aos ensaios completamente amparados por bases sólidas de compreensão do texto, onde a criação artística se deu de forma espontânea”, sintetiza o ator.

A montagem chega aos palcos poucos meses depois de Moacyr ter dirigido o também inédito “Moria”, seu último texto teatral e o pontapé de sua trilogia “O Mistério da Fé”. Naquela trama, duas iranianas refugiadas na Grécia se encontravam secretamente de madrugada para ensaiar uma peça sobre os apóstolos Paulo e Tiago. “A relação com ‘Moria’ se limita a ser uma peça sobre o que significam fé e cristandade para nós. Digo que é uma obra de arte porque não se pretende evangelizar, este não é o papel da arte. O público pode esperar uma peça emocionante, sobre um personagem arrebatador, com uma história extraordinária. E uma atuação do Augusto Garcia primorosa”, finaliza Moacyr.

FICHA TÉCNICA:

  • Dramaturgia e Direção: Moacyr Góes
  • Jesus: Augusto Garcia
  • Colaboração no Texto: André Chevitarese
  • Assistência de Direção: Miguel Góes
  • Iluminação: Victor Vasconcellos
  • Cenário: José Dias
  • Cenotécnico: Carlos Rebecca
  • Figurino: Carla Costa
  • Trilha Sonora: Miguel Góes
  • Assessoria de Imprensa: Marrom Glacê Comunicação
  • Produção Executiva: Victor Vasconcellos
  • Projeto Gráfico: Lavorare

SERVIÇO:

“JESUS, OS ÚLTIMOS INSTANTES” – @jesus_ultimos_instantes

  • Temporada: 03 a 26 de maio
  • Dias da semana: Sexta-feira e sábado, às 21h; Domingo às 20h
  • Ingressos: R$ 60 (meia-entrada) / R$ 120 (inteira)
  • Link de vendas: https://bileto.sympla.com.br/event/92249/d/246087
  • Local: Teatro Vannucci – Shopping da Gávea
  • Endereço: Rua Marquês de São Vicente, 52 – Gávea
  • Informações: (21) 2294-1096
  • Lotação: 400 lugares
  • Classificação Indicativa: 12 anos
  • Duração: 60 minutos

‘Helena Blavatsky, A Voz do Silêncio’ reestreia dia 2 de maio no Teatro Fashion Mall

Helena Blavatsky, A Voz do Silêncio
Helena Blavatsky, A Voz do Silêncio – Foto de Marlon Maycon

Fenômeno dos palcos desde a sua estreia e visto por mais de 50 mil pessoas, o monólogo “Helena Blavatsky, A Voz do Silêncio”, primeiro texto para teatro da filósofa Lúcia Helena Galvão, retorna aos palcos no dia 2 de maio, para uma nova e curtíssima temporada no Teatro Fashion Mall. Com direção de Luiz Antônio Rocha e atuação de Beth Zalcman, o espetáculo estará em cartaz até o dia 23 de maio, quintas, às 20h.

“Helena Blavatsky, A Voz do Silêncio” encanta e emociona, deixando uma marca no coração de cada espectador. Importante pensadora do final do século XIX, a russa Helena Petrovna Blavatsky (1831-1891) buscou ampliar o diálogo entre religião e ciência, influenciando personalidades de diversas áreas do conhecimento. 

“Considerando que vivemos num período de caos mundial, no qual o fundamentalismo, as tecnologias e as crises políticas e climáticas do planeta invadem nossa dignidade com tanta violência, resgatar os pensamentos de Blavatsky é de extrema importância”, afirma o diretor Luiz Antônio Rocha.

Na peça, a luz da vela ilumina o cenário e revela um lugar simples no frio de Londres. Helena Blavatsky está sozinha no seu último dia de vida. Ela revisita suas memórias, seu vasto conhecimento adquirido pelos quatro cantos do mundo, se depara com a força do comprometimento com sua missão de vida e as consequências de suas escolhas. Relembra ainda sua forte ligação com a Índia e seu encontro, em Londres, com Gandhi. 

O espetáculo estreou no Ceará, em 2019, e em 2020, com a pandemia, foi apresentado online. Desde o ano passado, retomou as apresentações presenciais. A montagem convida o público a uma reflexão sobre a busca do homem pelo conhecimento filosófico, espiritual e místico. 

“Interpretar Helena Petrovna Blavatsky é mergulhar no improvável, no intangível. Nada mais desafiador para uma atriz realizar um texto que demanda extrema sensibilidade, concentração e imaginação, e transporta a plateia para um universo de possibilidades”, define Beth Zalcman, vencedora do CENYM de melhor atriz em 2023, prêmio da Academia de Artes no Teatro do Brasil, pela peça.

SINOPSE: A luz da vela ilumina o cenário e revela um lugar simples no frio de Londres no final do séc. 19. É um recorte do quarto de Helena Blavatsky, que se encontra sozinha, no seu último dia de vida. Ela revisita suas memórias, seu vasto conhecimento adquirido pelos quatro cantos do mundo, se depara com a força do comprometimento com sua missão de vida e as consequências de suas escolhas. Relembra sua forte ligação com a Índia e seu encontro, em Londres, com Gandhi. “Helena Blavatsky, A Voz do Silêncio” é um mergulho no universo que existe dentro de nós. 

 FICHA TÉCNICA:

  • Texto original: Lúcia Helena Galvão
  • Interpretação: Beth Zalcman
  • Encenação: Luiz Antônio Rocha
  • Cenário e Figurinos: Eduardo Albini
  • Iluminação: Ricardo Fujji
  • Assistente de Direção: Ilona Wirth
  • Visagismo: Mona Magalhães
  • Fotos: Daniel Castro e Kim Leekyung
  • Consultoria de movimento (gestos): Toninho Lobo
  • Operador de luz: Gabriel Oliveira
  • Idealização e Produção: Beth Zalcman e Luiz Antônio Rocha
  • Parceria: Organização Internacional Nova Acrópole do Brasil
  • Realização: Teatro em Conserva/ Espaço Cênico Produções Artísticas e Mímica em Trânsito Produções Artísticas

SERVIÇO:

  • Helena Blavatsky, A Voz do Silêncio
  • Estreia: 2 de maio de 2024
  • Temporada: de 2 a 23 de maio
  • Horário: Quintas às 20h.
  • Local: Teatro Fashion Mall – Estrada da Gávea, 899 – loja 213, Rio de Janeiro
  • 60 minutos. 12 anos
  • Ingressos: R$50 (meia-entrada) e R$100 (inteira)
  • Vendas pelo site: https://bileto.sympla.com.br/event/92671/d/248603/s/1693952 
  • Horário de funcionamento da bilheteria: De terça a domingo, das 14h até o início do último espetáculo.
  • Telefone: (21) 99857-8677

Mariana Nunes e Tati Villela chegam a São Paulo com Amor e outras Revoluções, peça inspirada em obra de bell hooks

Amor e outras Revoluções
Amor e outras Revoluções – Foto de Charles Pereira

Após fazer temporadas no Rio de Janeiro, a peça Amor e outras Revoluções, de Tati Villela, desembarca em São Paulo. Livremente inspirada no texto ‘’Vivendo de amor’’, de bell hooks, o trabalho pode ser visto no Sesc Ipiranga entre os dias 26 de abril e 19 de maio, com sessões às sextas e sábados, às 20h, e, aos domingos e feriados, às 18h. Ainda acontecem apresentações no dia 1º de maio, quarta-feira, às 18h, e no dia 2 de maio, quinta-feira, às 20h.

“Nossa peça toca amores distintos, não somente amores negros. Não estamos deixando de lado as questões raciais, estamos apenas mudando o ponto de vista para falarmos sobre amor”, conta Tati Villela, que, além de assinar o texto, atua ao lado de Mariana Nunes.

Na trama, Aynah e Luzia estão de casamento marcado, mas ainda têm dúvidas se estão preparadas para dar esse passo. Uma viagem em suas próprias histórias ocupa o centro da cena e as fazem iniciar suas verdadeiras revoluções a respeito do amor e da falta dele.

“As protagonistas enfrentam dilemas comuns a qualquer casal. Por isso, as pessoas saem muito tocadas do espetáculo”, afirma Mariana. A personagem dela, Luzia, por exemplo, está vivenciando uma fase difícil da carreira. Ela faz um doutorado em Ciências Sociais e Políticas Públicas, mas naquele momento não ganha nenhuma bolsa e, por isso, está sem renda.

“Ao mesmo tempo, ela sonha em se casar com a Aynah e ter um filho adotado, mesmo não se sentindo pronta financeiramente para isso”, acrescenta. Já a sua companheira está em outro momento da vida.

Aynah é uma jovem moradora da periferia que acabou de ganhar um cargo de liderança, mas sempre sente que não é bem-vinda naquele ambiente. “Nós falamos muito sobre o trabalho e sobre como o racismo estrutural nos prejudica. A partir desses dilemas, as duas refletem sobre as suas existências, seus traumas, sonhos e o que pensam sobre a construção de uma família”, comenta Tati.

Por meio deste trabalho, a autora pretende também dar protagonismo aos afetos que existem no subúrbio. “Eu tive uma infância muito amorosa e isso se reflete em quem eu sou hoje. Quero que as pessoas vejam como o amor também se instala no cotidiano da periferia”, completa.

Evolução constante

Amor e outras Revoluções está em sua terceira temporada e tem se modificado ao longo do tempo. As atrizes optaram por não ter um diretor ou uma diretora e sim convidar colaboradores para contribuírem com o processo.

A preparadora vocal Claudia Elizeu foi a responsável por dar um novo peso às cenas musicais. Já a entrada de Guilherme Gomes na preparação de movimento tornou o corpo das intérpretes mais presente, mais desenhado e mais vivo.

Mesmo as projeções, que complementam a narrativa, passaram por mudanças. Hoje, com a parceria de Juh Almeida na direção de vídeos, elas ganharam um caráter mais cinematográfico. “A essência da nossa peça está lá, mas estamos sempre pensando em novos elementos e testando cenas”, afirma Tati.

inopse

Aynah e Luzia estão de casamento marcado e ainda possuem dúvidas se se casam ou não. Uma viagem em suas próprias histórias ocupa o centro da cena e as fazem iniciar suas verdadeiras revoluções a respeito do amor e da falta dele.

FICHA TÉCNICA

  • Texto e Dramaturgia: Tati Villela
  • Elenco: Mariana Nunes e Tati Villela
  • Direção Musical: Ana Magalhães
  • Iluminação: Tainã Miranda
  • Preparação de voz: Claudia Elizeu
  • Supervisão de movimento: Guilherme Gomes
  • Produção Projeções e Mapping: Andressa Núbia
  • Cenário: Raphael Elias
  • Figurino: Raphael Elias e Gabriel Alves
  • Cenotécnica: Raquel Martins
  • Operação de luz: Sandro Demarco
  • Operação de Projeção VJ: Wellington Abreu
  • Operação de som: Mar Zenin
  • Técnico de luz: Felipe Fly
  • Coordenação de Produção: Rafael Fernandes
  • Produção Executiva: Ana Beatriz Silva
  • Produção Local: Rafael Ferro e Alencar Francisco
  • Assistente de figurino e cenário: Raquel Martins
  • Direção vídeos: Juh Almeida
  • Direção de fotografia vídeos: Silvano
  • Direção de arte vídeos: Raquel Martins
  • Assessoria de Imprensa: Canal Aberto
  • Social Media: Jussara Nascimento
  • Fotógrafo e Designer Gráfico: Charles Pereira
  • Realização: Quafá Produções
  • Co-Produção: Timoneira Produções

Montagem 2022

  • Direção: Wallace Lino
  • Assistente de direção: Desirée Santos
  • Direção de movimento: Camila Rocha

SERVIÇO

Amor e outras Revoluções

De 26 de abril a 19 de maio de 2024, às sextas e sábados, às 20h, e aos domingos e feriados, às 18h
Sessões: quarta-feira, 1º de maio, às 18h, e quinta-feira, 2 de maio, às 20h

Dia 10/05, sexta, às 20h haverá sessão com acessibilidade (LIBRAS)

Dias 18/05, sábado, às 20h e 19/05, domingo, às 18h as sessões participam da Virada Cultural e são gratuitas (distribuição de ingressos sábado 18/05, às 12h (online) e 16h (nas unidades do Sesc)).

Local: Sesc Ipiranga – R. Bom Pastor, 822 – Ipiranga, São Paulo/ SP

Ingressos: R$50 (inteira), R$25 (meia-entrada) e R$15 (credencial plena)

Classificação etária: 12 anos
Duração: 70 min
Instagram oficial https://www.instagram.com/amoreoutrasrevolucoes/

Duração: 2h

Classificação etária: 12 anos

Capacidade de público: 103 pessoas

Venda de ingressos: https://bileto.sympla.com.br/event/91676/d/243623

Bloco Mini Seres do Mar recebe convite da Ecovilla para uma única apresentação

Bloco Mini Seres do Ma
Bloco Mini Seres do Mar – Foto de Pamela Perez

Foto de Pamela Perez

Caranguejos, peixes e peixões; sereias, lagostas e tubarões; pescadores, marinheiros e piratas, se preparem!!! O bloco de carnaval que há oito anos vem fazendo sucesso entre nenéns, crianças e adultos segue desbravando novos mares e em 2024 fará um baile no dia 28 de abril, na Ecovilla, no bairro do Jardim Botânico.

O Mini Seres do Mar é um bloco de carnaval infantil que há oito anos espalha música e alegria pela cidade do Rio de Janeiro a partir de canções que falam dos mares e das águas. As músicas fazem parte de um repertório especial voltado para crianças de todas as idades e suas famílias, abarcando diferentes ritmos brasileiros.

O bloco tem um perfil essencialmente lúdico e brincante, e inova com uma formação que inclui sanfona e baixo, aliados a diferentes sopros, metais, alfaias, zabumbas e agogôs.

A partir da proposta de mostrar o lado mágico e poético dos mares e musical para o universo das crianças e rede de conexões e afetos que elas mobilizam, o bloco se volta para a primeira infância, mas pensa muito também no gosto musical de toda a família, especialmente no gosto das mães e pais que se deliciam com os sucessos e repertório do bloco.

Temos a mistura peculiar e original de canções que fazem a alegria dos pequenos como “A Baleia” e “Caranguejo não é peixe” (cancioneiro popular) com canções amadas pelos adultos como “Spyro Gyro“ (Jorge Ben), “Como uma Onda” (Lulu Santos) e “Marinheiro Só” (cancioneiro popular).

Abaixo seguem alguns depoimentos de mães, pais e crianças que estiveram no bloco esse ano:

“Amamos! Caímos no choro quando tocou “Minha Pequena Eva”, porque foram muitos anos de espera pela minha bebezinha mais linda para levá-la para o carnaval comigo. Valeu Mini Seres do Mar, estava tudo muito lindo e gostoso” – Elisa Madi, moradora de Santa Teresa, no Rio.

“Que lindo que foi! Minha filha ama carnaval por causa desse bloco e seus seres” – Janaina Arantes, moradora de Ipanema.

“A gente diz que vai para o Mini Seres do Mar ‘só’ para passar a cultura do Carnaval para as crianças (o que já seria muita coisa). Mas só quem estava lá na hora que tocou “Baianidade Nagô” e “Eva” sabe que, na verdade, o motivo principal é a gente se sentir vivo por inteiro e para as crias verem a gente por inteiro” – Mari Seabra, moradora de Laranjeiras.

Ficha técnica

  • Produção: Gisella Cardoso
  • Direção Musical: Antonio Ziviani e Pedro Leal David

Músicos e artistas brincantes

  • Antônio Ziviani: Maestro/músico (sanfoneiro)
  • Pedro Leal: Vocalista e baixista
  • Caroline Gomes: Vocalista e percussionista (ganzá)
  • Tais Lara: Percussionista (leves)
  • Anderson Maia: Percussionista (caxeiro)
  • Aline Braga: Percussionista (alfaia)
  • André Vieira: Percussionista (alfaia)
  • Sabrina de Oliveira: Saxofonista
  • Débora Alves: Saxofonista
  • Vitor Davi: Saxofonista
  • Bruno Marioni: Trompetista
  • Hubert Áureo: Trombonista
  • Camille Freitas: Pernalta / brincante
  • Carolina Andries: Pernalta / brincante

Serviço

  • Apresentação do Mini Seres do Mar 
  • Data: 28 de abril (domingo)
  • Horário: 11 h
  • Local: Ecovilla 
  • Endereço: Rua Jardim Botânico, n 1008 – Rio de Janeiro/RJ
  • Classificação etária: Livre
  • Ingressos: R$70 inteira / R$35 meia no site https://www.eventim.com.br/artist/mini-seres-do-mar/

 

 

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