Início » A paternidade em jogo

A paternidade em jogo

por Waleria de Carvalho
Pai Ilegal

Ser pai é um grande desafio. E, ao contrário da maternidade que está sempre em voga, a paternidade não é um dos assuntos mais comentados nas rodas de conversa entre amigos e, quando é, acaba ficando em segundo plano. Em primeiro parece ser quase impossível. Se padecer no paraíso é coisa de mãe, em qual lugar fica o pai nessa história, ou melhor, na criação de seus filhos, na boa educação, mas como saber se aquele determinado homem ‘’serve’’ para ser pai? A peça Pai Ilegal, de Ulisses Mattos e direção de Henrique Tavares, aborda o tema com leveza e irreverência. A ideia é de que todo homem precisa fazer uma série de provas para virar pai e se for reprovado ficará, inclusive preso. A cenografia, remetendo a uma prisão de verdade, e a sonoplastia com sons de sirenes é bem interessante. Destaque também para a trilha sonora da peça que prende a atenção do espectador durante toda a peça, que está em cartaz no Teatro Dulcina, no Centro do Rio, até 29 de maio. O espetáculo é a segunda parte de uma trilogia teatral sobre paternidade, idealizada pelo ator Pedro Monteiro, que começou com o drama “Pão e Circo” (2021) e vai se encerrar com o musical infantil “Meus dois pais” em 2023. “Pai Ilegal” é patrocinado pela Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro, Secretaria Municipal de Cultura e Controllab por meio da Lei Municipal de Incentivo à Cultura – Lei do ISS.

“Eu queria continuar a tratar de questões da paternidade, mas por uma estrada diferente. Com “Pai Ilegal”, a vontade era de fazer uma comédia, e voltar ao gênero do meu primeiro projeto teatral, Os Ruivos (2008)”, conta Pedro Monteiro que, além de idealizar o projeto, vive o protagonista do espetáculo. “A ideia é usar o humor para discutir temas pertinentes à sociedade atual, como o lugar de fala, a importância do pai na criação de um filho e a necessidade de aprovação que todos nós temos”, acrescenta.

A peça acompanha a história de Gabriel, que vê sua vida mudar ao ser parado numa blitz policial. A documentação do carro está em dia, não houve consumo de álcool pelo motorista, mas há um grande problema: ele é um pai ilegal. O policial desconfia de uma fralda encontrada no carro, faz um teste do bafômetro e, logo, detecta a presença de talquinho, colônia de bebê, pomada pra assadura e tudo mais. Sim, no futuro a tecnologia já consegue detectar quem é pai e deter aqueles que não possuem certificado. No elenco, estão Pedro Monteiro (Gabriel), Gabriela Estevão (agente) e Juliana Guimarães (Ísis). “Sabe quando as pessoas falam que ser pai é uma coisa tão importante que deveria existir um certificado de permissão? Pois no futuro existe!”, comenta Pedro.

Este é a segunda parceria entre Pedro Monteiro e o autor Ulisses Mattos, roteirista de programas de humor como Zorra, Escolinha do Professor Raimundo e Fora de Hora. Os dois trabalharam juntos no elogiado longa-metragem “Sonho de Rui – Um Braddock Possível” (disponível no catálogo da Amazon Prime). Ulisses assinou o roteiro e a codireção do filme com Cavi Borges. Agora, estreia seu segundo texto teatral – o primeiro foi a comédia ‘Mentira tem perna curta’ em parceria com Gigante Léo.

“Eu e Pedro gostamos daquele tipo de humor que diverte e emociona, e não recorre aos clichês apelativos da comédia”, observa Ulisses. “Além disso, discutir a presença e ausência do pai na criação de um filho é um assunto que nos interessa. Por mais presente que a gente seja, a verdade é que a mãe é sempre mais. Além do tema da paternidade, vamos discutir a nossa necessidade de aprovação. Durante toda a peça, o Gabriel fala desse nosso desejo de ser aprovado pelos pais, pelos filhos, pela sociedade, na escola, nas redes sociais…”, explica.

O diretor Henrique Tavares acredita que o espetáculo faz o homem reavaliar sua função na sociedade e na família. “Neste momento de tantas mudanças comportamentais, a peça fala também de como o pai pode se desconstruir e ficar mais atento às relações com a mulher e os filhos, combatendo o machismo e o patriarcado. Mas tudo com muito humor, estamos precisando de alívio cômico na vida!”, frisa o diretor, que fez parte do núcleo de humor da TV Globo e tem uma longa carreira no teatro. “A peça é bastante leve, divertida e ágil. Vamos contar essa história de uma maneira bem teatral, com elementos realistas, mas com alguns exageros para potencializar a situação cômica. O pai vai passar por várias provas para conseguir sua liberdade”, adianta Henrique.

Na equipe criativa do espetáculo, também estão Marcelo Alonso Neves (direção musical e trilha original), Alfredo Boneff (assistência de direção e preparação corporal), Marieta Spada (cenário e figurino) e João Gioia (Iluminação).

Ficha técnica:
Idealização: Pedro Monteiro
Dramaturgia: Ulisses Mattos
Direção artística: Henrique Tavares
Direção Musical e trilha original: Marcelo Alonso Neves
Elenco: Pedro Monteiro (Gabriel), Juliana Guimarães (Ísis) e Gabriela Estevão (agente T).
Assistência de direção: Alfredo Boneff
Coreografia: Hanna Fasca
Cenário e Figurino: Marieta Spada
Iluminação: João Gioia
Assessoria de Imprensa: Lyvia Rodrigues e Rachel Almeida
Gestão de redes sociais: Lyvia Rodrigues e Rachel Almeida
Programação Visual: A4_ – Davi Palmeira
Direção de produção e produção executiva: Tem Dendê! Produções – Tamires Nascimento
Assistência de produção: Jacyara de Carvalho e PV Israel
Assessoria Jurídica: Bruno Assis
Contabilidade: VOX Contábil
Prestação de contas: Alan Isídio
Marketing Cultural: Marcela Bronstein
Fotos: Beto Roma

Serviço:
Pai Ilegal
Temporada: de 5 a 29 de maio
Teatro Dulcina: Rua Alcindo Guanabara, 17 – Centro, Rio de Janeiro – RJ
Telefone: (21) 2240-4879
Dias e horários: 5ª e 6, às 19h, sáb. e dom., às 18h.
Ingressos: R$ 40 (inteira) e R$20 (meia-entrada)
Compra online Sympla: https://bit.ly/3MAHbze
Capacidade: 300 pessoas
Classificação etária: 10 anos
Instagram do espetáculo: @paiilegalteatro

Céu estrelado estreia dia 26 no CCBB – Rio

Céu estrelado

Céu estrelado – Foto: Dalton Valerio

O Brasil profundo, longe do litoral e dos grandes centros urbanos, apresenta uma cultura rica e diversa, fundamental para a compreensão da identidade nacional. Esse lugar, que pode estar na fronteira entre Minas Gerais, Espírito Santo e sul da Bahia, no interior do Mato Grosso ou mesmo no nosso imaginário afetivo, ganha os palcos no musical inédito “Céu Estrelado”, que estreia dia 26 de maio, no Centro Cultural Banco do Brasil, para curta temporada, com sessões de quinta a sábado, às 19h, e aos domingos, às 18h. As vendas estão abertas na bilheteria do CCBB e no site Eventim (www.eventim.com.br/artist/teatro-ceuestrelado-omusical-ccbbrj/).

Idealizado por Gustavo Nunes, com texto de Carla Faour, direção de Viniciús Arneiro e João Fonseca, direção musical de Tony Lucchesi e produção da Turbilhão de Ideias, o espetáculo faz um resgate do cancioneiro popular brasileiro em uma história que reflete sobre o nosso lugar no mundo a partir de relações pessoais e sociais. O espetáculo inicia turnê que vai passar pelas quatro unidades do CCBB: no Rio de Janeiro, em Belo Horizonte, Brasília e São Paulo. O projeto é patrocinado pela Brasilcap, empresa de capitalização da BB Seguros, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura.

Os diretores Viniciús Arneiro e João Fonseca repetem uma bem-sucedida parceria, iniciada em “Cássia Eller – O musical”, para contar a história de Antonia, vivida pela cantora, compositora e atriz potiguar Juliana Linhares, uma das principais revelações da MPB na pandemia. Na trama, a personagem, nascida na cidade fictícia de Carneirinhos, se muda para o Rio de Janeiro, brigada com o pai, seu Cris (Bruno Garcia), para tentar a carreira de cantora. Depois de alguns anos, ela está de volta a pedido da família para participar da festa de Santo Antônio na fazenda onde moram. Ao lado do namorado estrangeiro, Johnny (Hamilton Dias), Antonia vai reencontrar, além do pai, um antigo amor, Paixão (Daniel Carneiro), sua irmã Cidinha (Dani Câmara), e a faz-tudo da fazenda, Fafá (Natasha Jascalevich).

“A história nos leva a refletir sobre a inevitável passagem do tempo, o curso da vida e como é urgente e necessário que a humanidade resgate seu olhar sensível para a natureza”, comenta o diretor Viniciús Arneiro. “É também uma trama que fala sobre o que ganhamos e o que perdemos quando deixamos nossa cidade e nossas raízes para seguir um sonho, uma carreira. É uma peça delicada, leve e, ao mesmo tempo, dramática. Tem uma dramaturgia que vai nos surpreendendo”, acrescenta o diretor João Fonseca.

Com exceção do ator convidado Bruno Garcia, o elenco, formado por artistas de diferentes origens, foi escolhido em audições. “Tem gente que nasceu em Natal, Recife, Angra dos Reis, Goiânia, Rio de Janeiro. Os sotaques são muito distintos e se misturam em cena. Fizemos questão que permanecesse assim, para enfatizar que é também nessa multiplicidade cultural que reside a beleza do português não uniforme do Brasil”, conta Arneiro.

Com uma longa carreira teatral, Juliana Linhares vive a sua primeira protagonista. “Comecei a fazer teatro de 9 para 10 anos, em Natal, e nunca mais larguei. Sou formada em direção teatral, mas comecei a cantar na faculdade na banda Pietá. Então, música e teatro sempre estiveram embolados na minha vida”, observa Juliana, muito elogiada por seu primeiro disco-solo, “Nordeste ficção”, lançado no ano passado. “Juliana é uma cantora e uma atriz extraordinária. Sensível, inteligente e com uma voz que inunda a nossa alma do melhor do Brasil e da música brasileira”, elogia Fonseca.

A premiada autora Carla Faour, estreante em musicais, conta que criou uma história sobre afetos, família e memórias sem deixar de lado a crítica social ao expor a urgência de preservação de nossos recursos naturais. “A música popular brasileira se inspirou e se inspira muito na natureza do Brasil. Quantas de nossas canções não falam sobre nossas águas, rios, animais, a flora, a terra e sobre nosso povo? E, se por um lado, a gente tem essa biodiversidade que é um tesouro planetário, também temos essa falta de cuidado com o meio ambiente que traz consequências seríssimas”, avalia a dramaturga.

A intenção do produtor Gustavo Nunes, ao idealizar o espetáculo, era explorar o tema das migrações existentes no Brasil a partir de canções que emocionam e unem os habitantes das mais diversas regiões do país. “Minha vontade era fazer um resgate de músicas do cancioneiro nacional que não costumam ser tão prestigiadas no nosso teatro musical. Eu sentia falta de espetáculos que tratassem de nossas raízes, queria reunir canções com grande potência poética”. “Também é uma alegria poder voltar a trabalhar com os diretores João Fonseca e Viniciús Arneiro, após nossa bem-sucedida jornada com “Cássia Eller – o musical”, conta.

Na trilha sonora escolhida a dedo pela equipe criativa, estão canções de Milton Nascimento, Chico César, Chico Buarque, Gilberto Gil, Jovelina Pérola Negra, entre outras. O diretor musical Tony Lucchesi explica que o elenco vai ter o acompanhamento do violonista Gabriel Quinto, mas alguns dos atores também vão tocar instrumentos em cena. Além disso, todas as canções ganham novos arranjos para aumentar a dramaticidade das cenas. “As músicas foram escolhidas pela sua importância e beleza, mas também porque são essenciais para contar a história de maneira forte e poética”, conclui.

Ficha Técnica
Texto: Carla Faour
Direção Artística: João Fonseca e Viniciús Arneiro
Direção Musical: Tony Lucchesi
Idealização: Gustavo Nunes
Violonista, Coarranjador e Direção Musical Residente: Gabriel Quinto
Assistente de Direção: Dominique Arantes
Cenografia: Nello Marrese
Iluminação: Dani Sanchez
Figurino: Flavio Souza
Elenco: Bruno Garcia, Juliana Linhares, Daniel Carneiro, Dani Câmara, Hamilton Dias e Natasha Jascalevich
Coordenação de produção: Diogo Gallindo
Produção Executiva: Jenny Mezencio
Design: Julliana Della Costa
Uma produção original: Turbilhão de ideias
Apresentado por Brasilcap

Serviço:
Céu estrelado
Temporada: 26 de maio a 5 de junho de 2022
Dias e horários: 5ª a sáb., às 19h, e dom., às 18h.
Local: CCBB – Teatro I (Rua Primeiro de Março, 66 – Centro).
Informações: (21) 3808-2020.
Ingressos: R$ 30 (inteira) e R$ 15 (meia). As vendas estão abertas na bilheteria do CCBB e no site Eventim (www.eventim.com.br/artist/teatro-ceuestrelado-omusical-ccbbrj/).
Tempo de duração: 1h30
Classificação indicativa: 12 anos.

Grupo Teatros da Barra inaugura seu primeiro espaço no Barra Point Shopping

BarraPoint

BarraPoint

Uma nova opção de cultura e diversão estará à disposição do carioca a partir desta semana. O primeiro de três espaços num polo centralizado será inaugurado nesta quinta-feira, 19, na praça de alimentação do Barra Point Shopping, na Barra da Tijuca, Zona Oeste do Rio de Janeiro. O Espaço Provocações será lançado com um grande coquetel, música ao vivo e presença de grandes nomes das artes cênicas e outras personalidades.

O primeiro espaço que será lançado nesta quinta-feira será o Provocações, que comportará 60 pessoas, com distanciamento confortável entre os bancos com futons, além de uma ótima acústica e temperatura. O Grupo Teatros da Barra ainda contará com mais dois espaços, que são o Del’Arte e o Cine Teatro, que comportarão 170 e 190 espectadores respectivamente.

– O Espaço Provocações é o primeiro deste projeto que comporta três opções de cultura e diversão. Nosso impecável isolamento acústico permitirá apresentações musicais, gravações de programas e áudio e vídeo, inclusive no formato digital. Tenho certeza que será mais uma boa opção para todas as famílias – contou Mary Jane, uma das responsáveis pelo Grupo Teatros da Barra.

Além do lançamento do Espaço Provocações, o evento desta quinta-feira marcará o início do Festival Provocações 2022, que visa evidenciar talentos do cenário cultural, tendências culturais e artísticas e proporcionar encontros plurais que possibilitarão a troca entre profissionais e amadores.

– O Festival Provocações vai premiar em diversas categorias, entre elas atores, diretores, sonoplastas, iluminadores e revelações. Serão mais de R$ 4.500,00 em dinheiro, troféus e muito mais em prêmios – destacou Rô Sant’Anna do Grupo Teatros da Barra.

A inauguração do Espaço Provocações acontecerá nesta quinta-feira, 19, a partir das 20h, com coquetel, música ao vivo, apresentação de Thiago Chagas, além da presença de nomes como Silvia Massari, Lu Rufino, Daniel Barcelos, Anselmo Vasconcelos, Luciana Coutinho, Marcelo Caridade, Aline Dias, entre outros. O Grupo Teatros da Barra fica no Barra Point Shopping, na Avenida Armando Lombardi, 350, 2º piso, na Barra da Tijuca.

Debate de primeira após sessão de A Pane

A Pane

A Pane – Foto: Rogério Alves

Após a sessão do espetáculo “A Pane” do domingo, dia 22 de maio, no Teatro Faap, a promotora Gabriela Mansur, presidente do Instituto Justiça de Saia, debate com o advogado Marco Aurélio de Carvalho, coordenador do Grupo Prerrogativas, sobre aspectos jurídicos da encenação. Os debatedores irão fazer um paralelo entre o texto da peça, de Friedrich Dürrenmatt, e o atual sistema de justiça brasileiro.

A experiência de debates após o espetáculo foi realizada com grande sucesso na primeira temporada (janeiro/ fevereiro), quando participaram nomes de relevância do universo jurídico, como Augusto de Arruda Botelho, Alamiro Velludo, Veronica Sterman e Alberto Toron.

Nessa segunda temporada, a produção do espetáculo procura ampliar o debate para outras áreas do conhecimento refletidas na peça, como a psicologia e filosofia. No dia 07.05.2022 foi realizado um debate sobre psicologia com o psicólogo Jorge Forbes e o ator Oswaldo Mendes; já no dia 14.05.2022 o tema discutido foi literatura e teatro, com o filósofo Diego Viana e o jornalista de literatura Manuel Costa Pinto.

O debate do dia 22.05.2022 volta com a temática jurídica, agora trazendo perspectivas de temas como o machismo nos tribunais e a aleatoriedade de justiça.

O espetáculo “A Pane”, sucesso de crítica e público, inspirado no conto do escritor suíço Friedrich Dürrenmatt e dirigido por Malú Bazán, volta ao palco do Teatro Faap para mais uma temporada, encerrada em 12 de junho. O elenco traz Antonio Petrin, Oswaldo Mendes, Heitor Goldflus, Roberto Ascar, Cesar Baccan e Marcelo Ullmann.

Ao chamar de “A Pane” seu conto (depois transformado em teatro), Dürrenmat não estava só pensando na falha mecânica de um Jaguar, que leva o protagonista a uma situação inesperada. A pane também diz respeito a este nosso mundo, repleto de imperfeições e catástrofes, de falhas da Justiça, de culpas e desculpas. Dürrenmat é daqueles autores que divertem e dão o que pensar.

A situação é inusitada. Um jogo em que octogenários juristas aposentados encenam suas antigas ocupações e, como diz o juiz anfitrião, agora não mais presos “a formas, protocolos, leis e todo o entulho inútil dos tribunais”. Neste jogo eles enredam um próspero representante comercial. Qual o seu crime? Não importa: “crime é algo que sempre se pode encontrar”.

Ao brincar de tribunal, os personagens nos fazem questionar o conceito de justiça, o sistema de Justiça, e este nosso mundo “de inocentes com culpa e culpados sem culpa”. A encenação reúne atores de várias gerações, para falar, não de uma história antiga, mas de “uma história ainda possível”, como o autor a qualifica.

FICHA TÉCNICA
Texto: Friedrich Dürrenmatt
Tradução: Diego Viana
Direção: Malú Bazán
Elenco: Antonio Petrin, Cesar Baccan, Heitor Goldflus, Marcelo Ullmann,
Oswaldo Mendes e Roberto Ascar
Concepção cenográfica: Anne Cerutti e Malú Bazán
Figurino: Anne Cerutti
Assistente de figurino e cenário: Adriana Barreto
Cenotécnico: Douglas Caldas
Desenho de luz: Wagner Pinto
Música Original: Dan Maia
Operador de luz: Jonas Ribeiro
Operador de som: Pietro Machicao
Fotos: Ronaldo Gutierrez
Visagismo: Dhiego Durso
Programador Visual: Rafael Oliveira
Assessoria de Imprensa: Pombo Correio
Diretor de Produção: Cesar Baccan
Produtor executivo: Marcelo Ullmann
Assistente de Produção: Rebeca Oliveira e Lúcia Rosa
Co-Produção: Kavaná Produções
Produção e Realização: Baccan Produções

SERVIÇO
# A Pane, de Friedrich Dürrenmatt, com direção de Malú Bazán
TEATRO FAAP – Rua Alagoas, 903
Debate: 22 de maio às 18h
Temporada: de 6 de maio a 12 de junho de 2022;
Sextas-feiras às 21h; sábados, às 20h; domingos, às 18h.
Ingressos: Sábados e domingos; R$ 80 (inteira) e R$ 40 (meia-entrada). Sextas; R$ 60
(inteira) e R$ 30 (meia-entrada).
Bilheteria física: TEATRO FAAP – Rua Alagoas, 903 – Higienópolis, São Paulo – SP, de
quarta a sábado, das 14h às 20h. Domingo das 14h às 17h.
Em dias de espetáculos até o início da apresentação.
Compras pelo site: https://teatrofaap.showare.com.br/
Informações / Televendas: 11 3662-7233 / 11 3662-7234
Duração: 70 minutos
Classificação: 14 anos
Capacidade: 477 lugares

Artigos relacionados

Deixe um comentário

Share via