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Nova vida para os Museus do Rio

Projeto traz capacitação, preservação de acervo e acessibilidade

por Redação
HUB+

Uma rede formada para capacitar equipes, trazer novos conhecimentos, e apresentar formatos e conteúdos diversos, num ambiente multiplataforma está prestes a finalizar a primeira edição com grande reconhecimento entre os profissionais das instituições e excelentes resultados para os primeiros beneficiados. O HUB+ é o projeto que tornou isso possível para os Museus selecionados do Estado do Rio de Janeiro, inicialmente, mas cujo conteúdo poderá ser acessado pelos profissionais interessados através de uma plataforma digital, em todo o Brasil.  

O Oi Futuro, A Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa do Rio de Janeiro (SECEC) e a empresa Coeficiente Artístico, fecham com ótimo números resultados o primeiro ciclo do projeto HUB+, foram 10 museus contemplados para ciclos de formação e qualificação, por meio de mentorias técnicas, voltada para ampliação de acesso, inovação, dinamização, com foco na educação, acessibilidade e preservação de acervos.

A iniciativa, que teve como objetivo fortalecer o setor de museus brasileiros, apoiando os museus fluminenses para enfrentarem os desafios no contexto da pandemia a desenvolverem novas estratégias de atuação e conexão com o público brasileiro. No total o programa contou com quase 120 encontros de mentorias, 08 workshops e 06 cursos para as instituições selecionadas.

A partir de agora e ao final do programa uma publicação digital será disponibilizada ao público e todos os conteúdos do processo permanecerão numa plataforma digital pública, para pesquisa de museus interessados em todo o Brasil, podendo ser acessados pelo site do programa e pelas redes sociais do projeto, bem como serão disponibilizados aos 10 museus participantes compartilharem em suas redes e plataformas.

De agosto de 2016 ao início de 2021 a Coeficiente realizou a Coordenação e gestão do Programa Educativo do Museu das Telecomunicações Oi Futuro, atual Museu das Comunicações e Humanidades – Musehum, desenvolvendo uma série de atividades educativas, de formação, ativação e ampliação de públicos, ação de acessibilidades etc. Essa experiência e toda a troca realizada junto ao setor e seus profissionais despertou a ideia de pensar e desenvolver um programa com esse propósito.

Para Victor D’Almeida, gerente de Cultura do Oi Futuro, o HUB+ marca uma ação conjunta e coletiva da sociedade civil, iniciativa privada e poder público para responder os desafios que já existiam para os museólogos em todo o estado. “O papel do museu é um espaço de troca, convívio, ter a memória do passado, refletir sobre o presente e projetas futuros mais inclusivos e diversos. O HUB+ conseguiu responder de uma forma positiva, primeiro a adotar essa camada digital, no momento que as pessoas estavam com a sua mobilidade limitada e conseguir proporcionar a qualificação para os profissionais e ampliar para todos os museus do Brasil o conhecimento gerado durante o programa”, destaca o gerente.

Segundo Rafaela Zanete, coordenadora do projeto, o diferencial do HUB+, foi justamente a proposta de levar a uma rede de museus do território fluminense um programa de formação e qualificação de forma estruturada e continuada. “Os museus estão em constante evolução, assim como seus profissionais. Vejo todos os museus envolvidos e profissionais muito abertos a esse aprendizado e troca, e com desejo de aprimoramento para propor e promover melhorias em seus museus. “Vivenciamos questões e desafios em comum, tem questões inerentes ao “ser museu”, ressalta a coordenadora.

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