Qinhones estreia tributo a Jorge Mautner, que completa 85 anos em 2026!

Novo tributo do cantor carioca homenageia Jorge Mautner, suas músicas e seu pensamento - Estreia do projeto em 15 de janeiro, celebra os 85 anos do filósofo e compositor, com participação especial de Letrux

por Redação
Qinhones

Após amplo reconhecimento com o tributo à Marina Lima e o lançamento de trabalhos autorais como o EP “Gota” (2021) e o álbum “Centelha” (2022), Qinhones agora se debruça sobre a obra de Jorge Mautner com a estreia do show Doce Dioniso, no dia 15 de janeiro, quinta-feira, às 21h, no Club Manouche, na Gávea, com participação especial da cantora Letrux. O projeto celebra o aniversário do homenageado, que completa 85 anos dois dias depois, em 17 de janeiro de 2026.

O repertório reúne canções eternizadas nas vozes de Caetano Veloso, Gilberto Gil, Gal Costa e Chico Science, como “Lágrimas Negras” e “Samba Jambo”, além de pérolas menos conhecidas, consagradas no circuito de músicos e DJ’s mundo afora.

“Na frente do cortejo, o meu beijo/
Muito forte como aço, meu abraço/
São poços de petróleo a luz negra dos seus olhos/
Lágrimas negras caem, saem, doem”
Lágrimas Negras, Jorge Mautner e Nelson Jacobina

Jorge Mautner é um artista do limiar. Passou ao largo do pop/mainstream, emplacou hits alternativos da MPB e consagrou seu estilo em álbuns marcantes nas décadas de 1970 e 1980. Repaginar sua poética afiada e altamente irônica é trazer para a atualidade uma das vozes mais provocantes do “pós-tropicalismo”.

“Eu não ando, eu só sambo por aí/Esse samba jambo/
Escorregando para não cair”
Samba Jambo, Jorge Mautner e Nelson Jacobina

Jorge Mautner

Jorge Mautner

Intelectual, músico e escritor, publicou 12 livros e recebeu o Prêmio Jabuti em sua estréia literária aos 21 anos (com “Deus da Chuva e da Morte”, 1962). Com intervenções de textos do próprio e autores que o influenciaram, como Friedrich Nietzsche, o show é pontualmente entremeado por citações que trazem ao público uma amostra do fértil pensamento Mautneriano.

Apaixonado pelas raízes culturais brasileiras, Mautner mistura temas filosóficos com a ginga popular e produz sua amálgama, costurando o zen com o samba, o candomblé com o rock, o desbunde com a perspicácia política.

O nome do tributo faz referência à adoração de Mautner por Dioniso, deus grego da música, da embriaguez e da sensualidade. Com ênfase nas percussões e na mão direita do violão de Qinhones, o show é calcado no samba-rock e no brazilian groove.

No palco, o artista se apresenta acompanhado por Bruno Di Lullo (baixo e direção musical), Rafael Rocha (bateria), Mafram do Maracanã (percussão) e Antonio Fischer-Band (teclados).

Quinhones (a.k.a. Qinho)www.instagram.com/qinhones/

“Desde a primeira vez que ouvi o Qinhones cantar as minhas músicas, me emocionei. Qinhones se apropria, veste as canções escolhidas como sendo dele, sem trair os meus sentimentos de origem. Fico encantada”, Marina Lima.

“Qinhones jamais canta Marina como se fosse cantor habituado a fazer covers. Há personalidade na abordagem e também fina sintonia entre as intenções do cantor e o espírito dessas músicas já enraizadas na memória pop do Brasil”, Mauro Ferreira (Portal G1).

O álbum “Qinho Canta Marina”, lançado pela gravadora Biscoito Fino, recebeu elogios da crítica especializada, foi eleito o 3º melhor álbum de 2018 (pelo site Embrulhador) e alcançou a marca de 2 milhões de plays no Spotify.

O show passou por diversos palcos e festivais em diferentes estados do país, tendo sido exibido no programa “Versões” no Canal Bis, com inúmeras reprises nos últimos anos.

Qinhones, antes conhecido como Qinho, é cantor e compositor, desenvolveu sua trajetória artística no Rio de Janeiro, lançou quatro álbuns autorais, criou bandas e projetos culturais diversos (como o Festival Dia da Rua), tornando-se um dos artistas mais atuantes na articulação da cena independente na cidade. Aos 41 anos, o carioca prepara álbum de inéditas e o tributo à Jorge Mautner para o ano de 2026.

Ao longo de quase 20 anos, Qinhones participou de festivais como Back2Black, SWU, Festival Faro MPB, MECA, Festival Path, Rock The Mountain, Ano do Brasil em Portugal (2013), entre outros. Já dividiu o palco com grandes nomes da música brasileira como Luiz Melodia, Adriana Calcanhoto, Mart’nália, Fernanda Abreu, Paulinho Moska, Jards Macalé, MV Bill entre outros.

Serviço:

Show: Qinhones canta Mautner (part. esp. Letrux)

Local: Manouche (Rua Jardim Botânico, 983, – subsolo da Casa Camolese/Jd. Botânico)

Data e horário: 15 de janeiro, quinta, às 21h

Ingressos: R$ 60 (ingresso solidário – levando um quilo de alimento não perecível ou livro – estudante/meia entrada/idoso que será doado a comunidades carentes) l R$ 120,00 (inteira)

Capacidade: 100 pessoas (público sentado)

Vendas: https://linktr.ee/clubemanouche

Você também pode gostar

Compartilhe
Send this to a friend