O público carioca terá uma nova e última oportunidade para assistir ao espetáculo que já levou mais de 60 mil pessoas ao teatro no Brasil e foi vista por mais de 6 milhões de pessoas em suas diversas montagens pelo mundo. “O Veneno do Teatro”, protagonizado por Osmar Prado e Maurício Machado, volta ao Teatro Municipal Carlos Gomes, na Praça Tiradentes, em curta temporada, entre 14 de março e 6 de abril. Obra-prima do premiado autor espanhol Rodolf Sirera, um dos dramaturgos contemporâneos de maior renome na Europa, o texto clássico já foi encenado em 62 países. Cheio de suspense, é um trilher fascinante que mantém o espectador hipnotizado do início ao fim.
Dirigida por Eduardo Figueiredo, a peça marcou o retorno de Osmar Prado ao teatro em 2024, após ficar afastado dos palcos por 10 anos. Ao seu lado, está o premiado ator Maurício Machado. Os personagens estabelecem uma relação peculiar, desenvolvendo uma história eletrizante e repleta de suspense e reviravoltas, em que a intriga é mantida durante toda a arrebatadora performance da dupla de atores, num jogo perigoso e contundente.
No espetáculo, um ambicioso e famoso ator chamado Gabriel De Beaumont (Maurício Machado) é convidado por um excêntrico Marquês (Osmar Prado) para interpretar uma peça teatral de sua autoria. No encontro, o Marquês, por meio de um jogo psicológico, passa a controlar o ator. E ele logo descobre que tudo não passa de uma armadilha para submetê-lo a um experimento cruel onde os limites de realidade e ficção se confundem. Depois de muitas surpresas, o Marquês revela-se um psicopata capaz de qualquer coisa para atingir seus objetivos.
Traduzido em vários idiomas, entre eles, inglês, francês, italiano, eslovaco, polonês, grego, português (de Portugal e do Brasil), croata, húngaro, búlgaro e japonês, a peça foi apresentada em 62 países como Espanha, Inglaterra, França, Venezuela, Polônia, Grécia, Porto Rico, Argentina, México, Estados Unidos e Japão. Vista por mais de 6 milhões de pessoas pelo mundo, colecionou prêmios por onde passou, confirmando seu sucesso, vitalidade e contemporaneidade. Sempre em cartaz em algum país desde então, recentemente reestreou na Espanha e Argentina, com grande êxito de público e crítica.
O texto original foi escrito na década de 70 após a ditadura de Franco e no início do processo democrático na Espanha. A história se passa na França, em 1784, na pré-revolução francesa. A montagem brasileira assume uma postura atemporal, inspirada na década de 20 em Paris, e é a primeira de todas as montagens já encenadas pelo mundo a apresentar música ao vivo, executada pelo violoncelista Matias Roque. A direção musical é de Guga Stroeter.
“Es una obra interesante, un juego dialéctico sobre ser y representar. Es una fábula moral, un thriller en torno a lo que es el arte”, diz o autor Rodolf Sirera.
“Em um momento com tantas adversidades, em que o homem apresenta sérios sinais de retrocesso e barbárie, a obra de Rodolf Sirera nos traz uma importante reflexão sobre civilidade, poder e até onde pode ir a crueldade do ser humano”, ressalta o diretor Eduardo Figueiredo.
Com mais de 100 apresentações em todo o Brasil, “O Veneno do Teatro” já foi encenado em Belém, Belo Horizonte, Brasília, Curitiba, Florianópolis, Goiânia, Porto Alegre, Rio de Janeiro e São Paulo, sempre com sucesso de público e crítica. Considerado pela Folha de São Paulo entre os 10 melhores espetáculos da temporada de 24, em setembro daquele ano recebeu 14 indicações ao 23°Prêmio Cenym de Teatro Nacional. Entre eles, as categorias de melhor espetáculo do ano, de melhor ator (Osmar Prado) e de melhor ator coadjuvante (Maurício Machado).
“Um marco na temporada em 2024.”
(André Marcondes_jornalista da Folha de São Paulo)
“Uma eletrizante declaração de amor ao palco. Um louvor ao teatro.”
(Rodrigo Fonseca_crítico de Teatro/RJ)
“Envolvente suspense. Osmar Prado e Maurício Machado criam um jogo afiado, sofisticado e surpreendente.”
(Miguel Arcanjo _ crítico/ jornalista/ jurado APCA _ SP)
“Dois grandes personagens, defendidos com garras pelos intérpretes. Um espetáculo que provoca o público com um texto que revela camadas inesperadas.”
(Dirceu Alves Jr. _jornalista, escritor e crítico de Teatro/SP)
“Luminosa performance de dois atores, entregues convictamente a um irrestrito jogo”
(Wagner Corrêa – Escrituras Cênicas)
“O carisma de Osmar Prado é inigualável. A atuação de Maurício Machado vai crescendo numa espantosa velocidade e robustez. Dois gigantes, cada um de seu tempo.”
(Eliana de Castro_crítica de Teatro/SP)
“Os dois estão impecáveis e excelentes. Dominam o texto e o palco plenamente.”
(Alex Varela_historiador, autor e crítico de Teatro/RJ)
“A altíssima qualidade do texto deixa a plateia em suspense, com a capacidade única de o teatro nos fazer acreditar.”
(Cláudia Chaves_jornalista e crítica de Teatro/RJ)
SERVIÇO:
O Veneno do Teatro
- Texto: Rodolf Sirera
- Tradução: Hugo Coelho
- Direção: Eduardo Figueiredo
- Elenco: Osmar Prado e Maurício Machado
- Músico: Matias Roque Fideles
- Direção Musical e Trilha: Guga Stroeter
- Cenário e figurinos: Kleber Montanheiro
- Desenho de Luz: Paulo Denizot
- Local: Teatro Carlos Gomes
- Endereço: Praça Tiradentes, s/n° – Centro
- Período: 14 de março e 6 de abril
- Sexta, às 19h|sábado e domingo, às 18h
- Classificação: 14 anos.
- Ingressos: R$80 (inteira), R$ 40 (meia)
- Duração: 70 minutos
O Autor
Rodolf Sirera é um dos dramaturgos de maior renome na Europa. Nascido em Valencia é formado em História e Filosofia. Participa desde o final da década de 60 do movimento do teatro independente. Além de autor, atua como crítico teatral em diferentes publicações (Cartelera Turia, La Marina, Destino, Serra d’Or, Primer Acto, etc.) e como roteirista para TV. Ao longo de sua carreira como autor já escreveu mais de 30 obras e ganhou diversos prêmios como Ciutat de Barcelona, Ciutat de València de la crítica, Ciutat deGranollers, Ciutat d’Alcoi, Premi Born de Teatre, Teatre Principal de Palma, Jaume Vidal Alcover. Suas obras já foram traduzidas para o inglês, francês, italiano, grego, português, entre outros idiomas.
O Diretor
Eduardo Figueiredo é diretor de teatro e mestre em teatro pela USP, encenador de diversos espetáculos e um dos principais produtores do atual teatro brasileiro. Ele é sócio da manhas & manias projetos culturais, e sócio e curador do Teatro J Safra, em São Paulo.
Em sua formação, teve oportunidade de trabalhar com grandes mestres e cias, entre eles: Eugênio Barba (Odin Teatret/Dinamarca), Carlos Cueva (EITALC/Cuba), La Outra Orilla (Alemanha), Living Theatre (USA) e Cia Yayachkani (Peru).
Entre os principais trabalhos, podemos citar: autor e diretor de “Só os Doentes do Coração Deveriam ser Atores”, com Antonio Petrin, e, em 2012, repetiu sua parceria em outro solo com o ator em “Ser Ator”. Em 2008, foi diretor de produção do 7º FIL – Festival Internacional Intercâmbio de Linguagens.
É idealizador e diretor de um dos maiores fenômenos do teatro brasileiro: “Mulheres Alteradas”, adaptação do best-seller de Maitena, com elenco de estrelas composto por: Luiza Tomé, Mel Lisboa, Adriane Galisteu, Samara Felippo entre outros.
Entre outros trabalhos, podemos citar: o premiado “Frida Y Diego” com dramaturgia de Maria Adelaide Amaral, com Leona Cavalli e José Rubens Chachá; em 2016, a obra de Goethe, “O Aprendiz de Feiticeiro”, primeira peça de teatro do premiado novelista Antônio Calmon, e em 2017, a comédia “Gatão de Meia-Idade”, da obra de Miguel Paiva com Oscar Margini e Leona Cavalli no elenco.
Entre 2018 e 2019, foi diretor do espetáculo “Festa, a Comédia”, um solo cômico com o ator Maurício Machado dos dramaturgos Walcyr Carrasco, Alessandro Marson, Heloisa Perisse, Vicent Villari e Daniele Valente. Também foi diretor geral do show inédito “Casos e canções”, que reúne os mais diversos nomes e gerações através da música, com a atriz Eva Wilma e banda.
Foi diretor do premiado espetáculo “Um beijo em Franz Kafka”, de Sergio Roveri, com Anderson Di Rizzi e Maurício Machado no elenco.
Em 2020, dirigiu a adaptação do livro “O Elogio da Loucura”, um ensaio escrito por Erasmo de Rotterdam em 1509 e publicado em 1511, com Leona Cavalli no elenco. E roteirizou e dirigiu o espetáculo musical “Toada do Bardo”, inspirado na obra de Shakespeare, com Maurício Machado e grande elenco e direção musical de Guga Stroeter.
Em 2021/2022, dirigiu a comédia “Procuro o homem de minha vida, marido já tive”, sucesso e público e crítica, da autora argentina Daniela Di Segni, com grande elenco: Totia Meireles, Leona Cavalli Grace Gianoukas e Maurício Machado, com dramaturgia de Claudia Valli. E dirigiu a adaptação do “O Elogio da Loucura”, um ensaio escrito por Erasmo de Rotterdam em 1509 e publicado em 1511, com Leona Cavalli interpretando a Loucura.
Participa como diretor do projeto em homenagem ao centenário de Cacilda Becker, “Cacilda, por ela mesma”, com Leona Cavalli e grande elenco promovido pelo Itaú Cultural.
Em 2023, dirigiu o espetáculo musical infantil “Hoje tem festa no Céu”, de Cintia Alves.
Em 2024, dirigiu o sucesso de público e crítica “O Veneno do Teatro”, texto premiado em mais de 62 países do autor espanhol Rodolf Sirera, com Osmar Prado e Maurício Machado, que segue sendo montado. Em 2025, vai estrear o espetáculo infantojuvenil “Vamos comprar um poeta”, do autor português Afonso Cruz, em Lisboa/Portugal. E também o musical em homenagem ao grande artista plástico francês “Toulouse Lautrec, boemia, amor e arte”, com grande elenco. E mais uma parceria com Leona Cavalli, o espetáculo “Shakespeare em Crise”, de Marcos Daud com direção de Eduardo Figueiredo.
Os atores
Osmar Prado é um dos mais prestigiados atores brasileiros, tendo recebido vários prêmios, incluindo três APCA, um Prêmio Guarani, dois Prêmios Qualidade Brasil, e um Troféu Imprensa. Consagrado como um dos maiores atores do teatro e da teledramaturgia brasileira sendo um dos nomes mais recorrentes nas produções da TV Globo.
No cinema, se destacou no filme histórico Desmundo (2003), como Francisco de Albuquerque, pelo qual recebeu sua primeira indicação ao Prêmio Guarani de Melhor Ator Coadjuvante. Interpretou o presidente Getúlio Vargas no filme biográfico Olga (2004), recebendo elogios por sua atuação, que lhe rendeu o Prêmio Qualidade Brasil de Melhor Ator Coadjuvante em Cinema. Em 10 Segundos para Vencer (2019), Osmar recebeu aclamação por sua atuação como o treinador Kid Jofre. Por esse papel, ele foi eleito Melhor Ator pelo Festival de Gramado e venceu o Prêmio Guarani de Melhor Ator Coadjuvante.
Em sua carreira se destacou diversas vezes por sua versatilidade na atuação. Entre seus papéis notáveis nesse período, incluem-se o dependente químico Lobato em O Clone (2001); o divertido Margarido em Chocolate com Pimenta (2003); o Pai na antológica minissérie Hoje É Dia de Maria (2005); o poderoso Cícero em Ciranda de Pedra (2008) e o coronel Epaminondas Napoleão em Meu Pedacinho de Chão (2014). Seu último trabalho de sucesso foi na novela “Pantanal”, como Velho do Rio (2022), todos na TV Globo.
Maurício Machado acumula diversas indicações aos principais prêmios nacionais de teatro em 37 anos de carreira. Já foi dirigido pelos principais nomes do país nas artes cênicas em mais de 30 montagens teatrais, nas quais em sua grande maioria protagonizou textos de importante autores brasileiros e estrangeiros. Na televisão integrou o elenco de produções como ‘Alma Gêmea’, ‘Cama de Gato’, ‘Cordel Encantado’ e ‘A Lei do Amor’, todas na TV Globo. Também integrou o elenco de ‘Cidadão Brasileiro’, na Record, e Chiquititas’, no SBT. A convite de Ingrid Guimarães fez dupla com a atriz em um quadro do ‘Fantástico’. Participou da série ‘O Outro Escritor’ para o Canal Futura e dos longas ‘Magal, e os Formigas’ e ‘Mulheres Alteradas’, ambas coproduções da Globo Filmes. É sócio-diretor e Curador Artístico do Teatro J. Safra em SP. Recebeu o Prêmio Nacional Cenym (ATEB – Academia de Artes no Teatro do Brasil) de melhor ator em 2019 por sua performance no espetáculo “Um beijo em Franz Kafka”.
A manhas & manias projetos culturais
Produtora com 28 anos de experiência em projetos culturais e eventos coorporativos, com vários espetáculos premiados no currículo, entre eles: “Em Nome do Pai”, com Cláudio Cavalcanti e Maurício Machado, com direção de Marcio Aurelio; “Só Os Doentes do Coração Deveriam Ser Atores” e “Ser Ator”, ambos solos com Antonio Petrin e direção de Eduardo Figueiredo; “O Mistério do Fantasma Apavorado”, adaptação da obra de Oscar Wilde por Walcyr Carrasco, com grande elenco: Bia Seidl, Petrônio Gontijo, Iara Jamra, Duda Mamberti, Maurício Machado. Esses espetáculos foram dirigidos por Eduardo Figueiredo.
“O Último Bolero”, com Francisco Cuoco, Adriana Lessa, Chico Tenreiro, com direção de Gracindo Jr.; “A Soma de Nós”, de David Stevens, com: Rogério Fróes, Maurício Machado, Mara Manzan, e participação em vídeo de Nicette Bruno e Ana Lucia Torre; “Cyrano”, espetáculo dirigido por
Karen Acioly com Nívea Stelmann, Thierry Figueira, Tadeu Mello e Maurício Machado e supervisão de Bibi Ferreira. Em 2008, produção do 7 º FIL – Festival Internacional Intercâmbio de Linguagens – com participação de mais de 25 espetáculos internacionais – tema: Ano da França no Brasil – SP/RJ. “As Traças da Paixão”, espetáculo de Alcides Nogueira, e direção de Marco Antonio Braz, com Lucélia Santos e Maurício Machado; “Avalon”, megaprodução no Teatro do Sesi da Paulista, com Lucélia Santos, Sabrina Petraglia, Caio Paduan e elenco de 15 atores. Além das comédias de sucesso: “Mulheres Alteradas”, da obra de Maitena, com adaptação de Andrea Maltarolli e direção de Eduardo Figueiredo, com Luiza Tomé, Mel Lisboa, Adriane Galisteu, Tânia Alves, Samara Felippo, Flavia Monteiro, entre outros; “100 Dicas para Arranjar Namorado”, com Daniele Valente e Christiano Cochrane e participação em off de Marília Gabriela e Antonio Petrin, e “Batalha de Arroz num Ringue para Dois”, de Mauro Rasi, com direção de Jacqueline Laurence, e Nívea Stelmann e Maurício Machado com participação em off de Miguel Falabella e Heloísa Périssé.
Também Maitena na adaptação para teatro de seu segundo livro, “Superadas”, com dramaturgia de Miguel Paiva, com Catarina Abdalla, Mel Lisboa, Raphael Viana e Flávia Guedes. “Frida Y Diego”, com dramaturgia de Maria Adelaide Amaral, com Leona Cavalli e José Rubens Chachá, com longas temporada de sucesso no RJ e SP e turnê pelo país. Da obra de Goethe, “O Aprendiz de Feiticeiro”, primeira peça de teatro do premiado novelista Antonio Calmon, com Maurício Machado, Ghilherme Lobo, Klara Castanho e Julio Oliveira. O premiado “Um Beijo em Franz Kafka”, de Sergio Roveri com Maurício Machado e Anderson Di Rizzi; e as comédias: “Gatão de Meia-Idade, a peça”’, pela primeira vez no teatro, autoria de Miguel Paiva; ‘Festa, a Comédia”, um solo cômico com o ator Maurício Machado dos dramaturgos: Walcyr Carrasco, Alessandro Marson, Heloisa Perissé, Vicent Villari e Daniele Valente. Todos esses com direção de Eduardo Figueiredo.
Em 2021/ 2022, Espetáculo musical “Toada do Bardo”, inspirado na obra de Shakespeare, com Maurício Machado e grande elenco, com direção musical de Guga Stroeter. E o projeto em homenagem ao centenário de Cacilda Becker, “Cacilda, por ela mesma”, com Leona Cavalli, Maurício Machado e elenco com parceira do Itaú Cultural. “Procuro o homem de minha vida, marido já tive”, da autora argentina Daniela Di Segni com grande elenco: Totia Meireles, Grace Gianoukas, Leona Cavalli e Maurício Machado, sucesso de público e crítica. E a adaptação do livro “O Elogio da Loucura” um ensaio escrito por Erasmo de Rotterdam em 1509 e publicado em 1511, com Leona Cavalli interpretando a Loucura. Todos com direção de Eduardo Figueiredo.
Em 2023, o espetáculo musical infantil “Hoje tem festa no Ceú”, de Cintia Alves, em turnê nacional. Em 2024, “O Veneno do Teatro”, texto premiado em mais de 62 países do autor catalão Rodolf Sirera, com Osmar Prado e Maurício Machado, sucesso de público e crítica.
Para 2025 o espetáculo infantojuvenil “Vamos comprar um poeta”, do autor português Afonso Cruz e com estreia prevista em Lisboa, Portugal. E o musical em homenagem ao grande artista plástico francês “Toulouse Lautrec, boemia, amor e arte”, com grande elenco. Todos com direção de Eduardo Figueiredo.
Há nove anos, a manhas & manias – projetos culturais é responsável pela gestão, administração e curadoria artística do Teatro J. Safra em São Paulo.
Também são coprodutores do longa da O2 filmes “Mulheres Alteradas”, da obra de Maitena, dirigido por Luiz Pinheiro, com: Deborah Secco, Alessandra Negrini, Monica Iozzi e Maria Casadevall, entre outros atores no elenco. E coprodutores do projeto “Cine Experience”, pioneiro em levar espetáculos de teatro para telas dos cinemas – primeiro espetáculo – “Gatão de Meia Idade”, de Miguel Paiva, com direção de Eduardo Figueiredo.
Premiada cinco vezes com o “Hot Top Comunicação de Marketing”.
Ficha Técnica
O Veneno do Teatro
- Texto: Rodolf Sirera
- Tradução: Hugo Coelho
- Direção: Eduardo Figueiredo
- Elenco: Osmar Prado e Maurício Machado
- Músico: Matias Roque Fideles
- Direção Musical e Trilha: Guga Stroeter
- Assistente de Direção Musical e Trilha: Pedro Pedrosa
- Cenário e figurinos: Kleber Montanheiro
- Desenho de Luz: Paulo Denizot
- Desenho de som: Anderson Moura
- Fotografias divulgação: Priscila Prade
- Programação Visual: Raquel Alvarenga
- Assistente de Direção: Gabriel Albuquerque
- Camareira: Adriana Borbadagua
- Técnico de Som: Henrique Berrocal
- Técnico de luz: Daniel Braz
- Contrarregra: Rodrigo Bella Dona e Pedro Lobo
- Cenotécnico: Evandro Carretero
- Administrador: Paulo Paixão
- Produção Executiva: Paulo Travassos
- Assistente de Produção: Priscila Cammarosano
- Assessoria de imprensa: Agência Febre
- Financeiro: Thaiss Vasconcellos
- Leis de Incentivo: Renata Vieira
- Idealização e produção: manhas & manias projetos culturais