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Espetáculo “Melhor Faz Tranças do Mundo”
estreia no Teatro Glaucio Gill

por Waleria de Carvalho
Melhor Fa Tranças do Mundo

A história de três amigos que juntos decidem reconstruir do zero uma cidade destruída por um grande vento possibilitando novas maneiras de pensar, de ser e de agir é a narrativa que envolve o espetáculo “Melhor Faz Tranças do Mundo”, que estreia no dia 14 de janeiro, sábado, no Teatro Glaucio Gill, em Copacabana. Produção da Palavra Z Produções Culturais.

Sob direção de Luan Vieira, também autor do texto junto com Dora Freind, o espetáculo tem no elenco Jorge Oliveira, Rita Dias e Bárbara Abi-Rihan, que vivem três grandes amigos com a missão de reconstruir esta cidade. A metáfora da ventania representa a ruína de uma ideia muito bem estabelecida sobre o mundo, onde a única pessoa capaz de refazer o lugar é um menino que possui habilidade de fazer tranças, apaixonado pelo número três e que encontra novas perspectivas para resolver as coisas.

Enquanto os personagens trançam a cidade perdida em busca de reconstruir tudo que o vento levou, temas como homoafetividade, masculinidade tóxica, conservadorismo político e despedida, são refletidos de maneira sutil e sublime, conduzidos pela leveza da trilha sonora de Samantha Jones. A encenação propõe aos espectadores um convite a imaginar junto. Desta forma, o que guia o grupo é contar uma história com recursos simples, mas que impulsione a plateia ao exercício da imaginação. 

“Existem muitas formas de dar autonomia às pessoas, em teatro acredito que induzir a plateia a completar os sentidos da obra é uma dessas maneiras. E a imaginação é uma ferramenta a favor disso. Criança imagina com facilidade, como nós, adultos, podemos fazer o exercício de imaginar junto com elas? E como elas podem aprender com nossa tendência em dar sentido às coisas? É nesse contexto, que essa  peça  propõe o diálogo entre as crianças e os adultos que as acompanham.   Uma história, bem na sua simplicidade, com início, jogo, música, afetos meio e fim.  É um espetáculo sem fronteira de idade delimitada”, destaca Luan Vieira, autor e diretor do espetáculo.

O espetáculo “Melhor Faz Tranças do Mundo” conta com patrocínio do Governo do Estado do Rio de Janeiro, Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa 

Ficha Técnica:

  • Direção: Luan Vieira
  • Texto: Luan Vieira e Dora Freind
  • Elenco: Jorge Oliveira, Bárbara Abi-Rihan, Rita Dias 
  • Preparação vocal: Carol Futuro
  • Direção de produção: Bruno Mariozz
  • Produção executiva: Lívia Alves
  • Assistente de produção: Angélica Lessa e Priscila Fernandes
  • Iluminação: Ricardo Rocha
  • Trilha sonora: Samantha Jones
  • Operação de som: Rel Rocha
  • Cenário: Carlos Estranho
  • Figurino: Ananda Almeida
  • Identidade visual: Zadô e Tulio Cassio
  • Assessoria de comunicação: Roma Comunicação

Serviço: Melhor Faz Tranças do Mundo

  • Local: Teatro Glaucio Gill
  • Endereço: Praça Cardeal Arcoverde, s/n – Copacabana.
  • Temporada: dias 14 e 15 de janeiro e de 22 de janeiro a 12 de fevereiro. Sábados e domingos, às 16h.
  • Valor: R$30 (inteira) e R$15 (meia-entrada)
  • Telefone: (21) 2332-7904
  • Duração: 50 min
  • Classificação indicativa: Livre (indicação a partir dos 5 anos)
  • Capacidade de público: 101 lugares
  • Acesso para portadores de necessidades especiais 
  • Ingressos pela plataforma de venda de ingressos da FUNARJ e pela Bilheteria do Teatro: TICKETERIA IMPLY
  • *Dia 20/01, sexta-feira, o espetáculo acontece em Vassouras
  • PALCO CULTURAL: Av. Otávio Gomes, 500. Centro. Vassouras – RJ. (Em frente ao Hotel Gramado da Serra)
  • Horário: 18h
  • Valor Gratuito.
  • *Dia 21/01, sábado, o espetáculo acontece em Valença
  • TEATRO SESC ROSINHA VALENÇA: Av. Profa. Silvina Borges Graciosa, 44 – Belo Horizonte, Valença – RJ.
  • Horário: 16h
  • Valor: Gratuito.

Redes Sociais divulgação:

@sececrj
@palavra_z
@melhorfaztrancasdomundo

“Memórias de uma Manicure”, que faz uma reflexão sobre sororidade e empreendedorismo poderá ser vista no Centro Cultural da Justiça Federal, na Cinelândia

Memórias de uma Manicure

Memórias de uma Manicure – Foto de Dalton Valério

Por que a profissão da manicure, trabalho que garante a autonomia econômica de tantas mulheres periféricas, foi desde sempre alvo de preconceitos e menosprezo? Por que até hoje há falta de reconhecimento por parte das marcas de produtos dos quais elas são as maiores consumidoras? Essas perguntas guiaram a pesquisa do espetáculo “Memórias de uma manicure”, que estreia dia 19 de janeiro, no Centro Cultural da Justiça Federal, na Cinelândia, com sessões de quinta a domingo, às 19h. Com texto de Cecília Ripoll e direção de René Guerra, o espetáculo do grupo Bonecas Quebradas Teatro faz parte de um projeto maior sobre o universo das manicures, que propõe reflexões sobre empreendedorismo, competição e colaboração entre mulheres, padrões de beleza e machismo. Além da peça, haverá performances públicas.

Idealizadoras do projeto, as atrizes Carla Soares e Luciana Mitkiewicz se juntaram à historiadora e dramaturgista Gabriele Rosa e, ao longo da pesquisa de dois anos, entrevistaram mais de 30 manicures de todas as regiões brasileiras. A partir dos discursos da maioria delas enaltecendo a meritocracia e o empreendedorismo, o espetáculo levanta questões sobre o desejo, a descoberta do poder pessoal e as nuances e limites da sororidade. “Na peça, a gente procura confrontar a noção de sororidade, pensando se ela existe mesmo e se resiste às necessidades mais prementes da vida. Falamos também do empreendedorismo feminino, mas não do ponto de vista econômico, e sim da autoafirmação do desejo. No texto, tem uma manicure que sonha em ganhar um prêmio para poder abrir o próprio salão, mas a questão é: se ela vai ganhar o prêmio, por que ela quer seguir trabalhando? Por que quer criar uma marca de esmaltes, por exemplo?”, questiona a atriz Luciana Mitkiewicz. “A gente percebeu que muitas delas sofrem de autoestima baixa e querem o reconhecimento de sua profissão acima de tudo”, acrescenta Carla Soares.

O enredo do espetáculo se inspirou em uma história verídica ocorrida em 1958. A manicure Zulmira, vítima de ameaças constantes, mata o ex-companheiro dentro de uma delegacia. É presa no ato, mas solta em pouco tempo e considerada uma heroína por ter agido contra quem a ameaçava de morte. A partir daí, a autora Cecília Ripoll criou a trama que acompanha duas manicures: Marlene e Carmem. Marlene trabalha em um salão, cujo dono, S. Pacheco, viaja de férias para Mangaratiba. Ela detesta trabalhar lá, mas não tem opção. Seu único desejo é ganhar o grande prêmio dos Esmaltes Unhazita para poder criar sua própria marca de esmaltes. Na ausência do patrão, chega uma nova manicure auxiliar, Carmem. Com o passar do tempo, elas se tornam amigas e confidentes. Marlene começa a beber e volta a sonhar. O patrão não volta e é dado como desaparecido. Um certo dia, conferindo o cupom dos Esmaltes Unhazita no jornal para saber se ganhou o prêmio, depara-se com uma foto idêntica a de Carmem em um anúncio de “Procura-se”. O texto diz: “Procura-se Zulmira, a manicure assassina – só mata de unhas feitas”. A recompensa é a mesma do prêmio. Ela terá, então, que decidir se entrega a colega ou não, escolhendo entre o sonhado empreendimento ou a nova vida que descobriu ser possível ao lado da amiga.

“A gente procura usar o melodrama para fazer uma crítica social, como o cineasta Douglas Sirk fazia nos anos 50. Ele é uma de nossas inspirações. Quando a gente descobriu a história de Zulmira, começamos a criar o espetáculo com imagens do Rio Antigo, propagandas da época, trilha sonora só de boleros e um gestual que se inspira nas mocinhas do melodrama, na comédia noir e nas femme fatales da época de ouro de Hollywood”, explica o diretor René Guerra. “Quando a gente entendeu que não poderia falar da manicure de hoje, porque a gente só pode falar da perspectiva da branquitude, tendo em vista que, hoje, a grande maioria das manicures tem a pele bem mais escura do que a nossa ou é negra, a gente resolveu se aprofundar na pesquisa historiográfica. Antigamente, as manicures que frequentavam os salões de beleza do Centro e Zona Sul tinham que ter uma aparência um tanto similar a das clientes – ou seja, tinham que ser brancas, sobretudo. Eram uma espécie de bibelô francês, já que o Rio buscava copiar Paris. Então, as mulheres periféricas eram a cópia da cópia. Mas a gente entendeu que quem deu a chave de entendimento dos temas da peça foram as entrevistadas”, completa Luciana.

Sobre a Bonecas Quebradas Teatro

O grupo A Bonecas Quebradas Teatro, fundado por Luciana Mitkiewicz, apresenta espetáculos com temas femininos e feministas. Entre os principais trabalhos, estão “O Chá” (2007-2008), sobre papeis de gênero na sociedade carioca; “As Polacas – Flores do Lodo” (2011-2013), sobre tráfico internacional de escravas sexuais, as chamadas “polacas”, no início do século passado, para a região da antiga Praça Onze carioca; “Bonecas Quebradas” (2014-2016), sobre o feminicídio na América Latina, tendo por paradigma a terrível história dos assassinatos de mulheres em Ciudad Juarez, no México; e “Desmontando Bonecas Quebradas” (2017-2019), desmontagem do projeto anterior, que compartilha com o público o processo de criação do espetáculo homônimo. Mais informações em www.bonecasquebradas.com.br

Ficha técnica

  • Texto: Cecília Ripoll
  • Direção: René Guerra
  • Elenco e idealização: Carla Soares e Luciana Mitkiewicz
  • Dramaturgismo: Gabriele Rosa
  • Cenário e figurinos: Rocio Moure
  • Iluminação: Ana Luzia de Simoni
  • Visagismo: Marcos Freire
  • Desenho de som e trilha audiovisual: Bernardo Gebara
  • Produção executiva: Wagner Uchoa
  • Assessoria de imprensa: Rachel Almeida (Racca Comunicação)
  • Realização: Bonecas Quebradas Produções Artísticas
  • Patrocínio: Eletrobras S.A. (projeto incentivado via Lei de Incentivo Federal)
  • Apoio Institucional: Centro Cultural Justiça Federal
  • Apoio cultural: Sinpro Rio

Serviço:

  • Memórias de uma manicure
  • Temporada: 19 de janeiro a 12 de fevereiro de 2023.
  • Centro Cultural da Justiça Federal: Av. Rio Branco, 241 – Centro, Rio de Janeiro – RJ
  • Telefone: (21) 3261-2550
  • Dias e horários: de quinta a domingo, às 19h.
  • Ingressos: R$ 40 (inteira) e R$ 20 (meia-entrada).
  • Lotação: 141 lugares
  • Duração: 1h20
  • Classificação etária: 16 anos
  • Venda de ingressos: pelo site Sympla e na bilheteria do centro cultural, a partir das 17h.

Três Mulheres Altas aborda  juventude, maturidade e velhice

Três Mulheres

Três Mulheres – Foto de Pino Gomes

Escrita por Edward Albee (1928-2016) no início da década de 90, ‘Três Mulheres Altas’ logo se tornou um clássico da dramaturgia contemporânea. Perversamente engraçada – como é a marca do autor –, a peça recebeu o Prêmio Pulitzer e ganhou bem-sucedidas montagens pelo mundo, ao trazer o embate de três mulheres em diferentes fases da vida: juventude, maturidade e velhice. 

A peça faz nova temporada no Teatro TUCA entre 13 de janeiro a 12 de fevereiro de 2023. A nova versão da peça estreia traz no elenco Suely Franco, Deborah Evelyn e Nathalia Dill e tem direção de Fernando Philbert, tradução de Gustavo Pinheiro e realização da WB Produções, de Bruna Dornellas e Wesley Telles. O espetáculo é apresentado por Bradesco Seguros e tem patrocínio da Renner, através da Lei Federal de Incentivo à Cultura.

Em cena, as atrizes interpretam três mulheres, batizadas pelo autor apenas pelas letras A, B e C. A mais velha (Suely Franco), que já passou dos 90, está doente e embaralha memórias e acontecimentos, enquanto repassa a sua vida para a personagem B (Deborah Evelyn), apresentada como uma espécie de cuidadora ou dama de companhia. A mais jovem, C (Nathalia Dill), é uma advogada responsável por administrar os bens e recursos da idosa, que não consegue mais lidar com as questões financeiras e burocráticas.

Entre os muitos embates travados pelas três, a grande protagonista do espetáculo é a passagem do tempo e também a forma com que lidamos com o envelhecimento. ‘O texto do Albee nos faz refletir sobre ‘qual é a melhor fase da vida?’, além de questões sobre o olhar da juventude para a velhice, sobre a pessoa de 50 anos que também já acha que sabe tudo e, fundamentalmente, sobre o que nós fazemos com o tempo que nos resta. Apesar dos temas profundos, a peça é uma comédia em que rimos de nós mesmos’, analisa o diretor Fernando Philbert.

A última e até então única encenação do texto no Brasil foi logo após a estreia em Nova York, em 1994. Philbert e as atrizes da atual montagem acreditam que a nova versão traz uma visão atualizada com todas as mudanças comportamentais e políticas que aconteceram no mundo de lá para cá, especialmente nas questões femininas, presentes durante os dois atos da peça. Sexo, casamento, desejo, pressões e machismo são temas que aparecem nos diálogos e comprovam a extrema atualidade do texto de Albee.

A estreia marca ainda os 15 anos da WB Produções, de Bruna Dornellas e Wesley Telles, que celebram dez projetos próprios e mais de 500 espetáculos em que assumiram a coprodução em Vitória (ES), cidade em que a produtora foi fundada. Neste período, foram mais de 2000 sessões e a incrível média de um milhão de espectadores.

A trajetória de um clássico instantâneo

Escrita em 1991 e lançada em 1994, ‘Três Mulheres Altas’ representou uma virada na trajetória de Edward Albee, que recebeu as suas melhores críticas e viu renascer o interesse por sua obra. Aos 60 anos, ele ganhou o terceiro Prêmio Pulitzer, além de dois Tony Awards e uma série de outros troféus em premiações mundo afora. 

A peça tem características autobiográficas e foi escrita pouquíssimo tempo depois da morte da mãe adotiva do autor, que teria inspirado a personagem mais velha. Após abandoná-la aos 18 anos, Albee voltou a ter contato com a mãe em seus últimos dias, quando já estava doente de Alzheimer. No entanto, alguns especialistas em sua obra defendem que a peça não pode ser reduzida a este fato.

‘Três Mulheres Altas’ vai além de ser um retrato de sua mãe. O texto traz o olhar mordaz e perverso – por que não dizer cômico – de Albee para a classe média alta americana e toda a sua hipocrisia, ao falar sobre status, sucesso, sexo e abordar a visão preconceituosa da sociedade e as relações que as três mulheres travam com o mundo, sempre atravessadas pelo filtro machista.

‘Três Mulheres Altas’ estreou na Broadway em 1994, no Vineyard Theatre, e no mesmo ano chegou ao West End, em Londres, no Wyndham’s Theatre, além de iniciar uma turnê pelos Estados Unidos com a montagem americana e render versões na Espanha (‘Tres mujeres altas’) e Portugal. Em 2018, o texto foi remontado na Broadway, com direção de Joe Mantello (‘Wicked’, ‘Take me out’, ‘Assassins’) e estrelado por Glenda Jackson, Laurie Metcalf e Alison Pill.

No Brasil, a peça foi dirigida por José Possi Neto, em 1995, e recebeu os prêmios APCA e Mambembe de Melhor Espetáculo.

  • TRÊS MULHERES ALTAS
  • De Edward Albee
  • Direção: Fernando Philbert
  • Com Suely Franco, Deborah Evelyn e Nathalia Dill
  • Tradução: Gustavo Pinheiro
  • Direção de produção: Bruna Dornellas e Wesley Telles
  • Participação especial: João Sena
  • Desenho De Luz: Vilmar Olos
  • Cenografia: Natália Lana
  • Trilha Sonora: Maíra Freitas
  • Figurino e Visagismo: Tiago Ribeiro
  • Assistência de Direção: Felipe Lima e João Sena
  • Produtor Executivo: Felipe Lima
  • Fotos: Pino Gomes
  • Criação da Arte: Nós Comunicação
  • Vídeos: Chamon Audiovisual
  • Assistente de interpretação: Gutenberg Rocha
  • Cenógrafa assistente: Marieta Spada 
  • Assistente de cenografia: Malu Guimarães
  • Cenotécnico: André Salles e equipe
  • Costura de cenário: Nice Tramontin
  • Produção de arte: Natália Lana
  • Efeitos especiais: Mona Magalhães / Carlos Alberto Nunes
  • Costura: Ateliê das Meninas
  • Beleza: Cinthia Rocha 
  • Peruqueira: Raquel Reis e Vicente Paulo da Silva Baptista
  • Assistentes de beleza: Deborah Zisman e Blackjess
  • Designer Gráfico: Natália Farias.
  • Marketing Digital: Válvula Marketing
  • Mídias sociais: Thiago Barrack
  • Assistente de Produção: Anna Mittmann
  • Segurança do Trabalho: Global Risk Solutions
  • Coordenação Administrativa: Letícia Napole.
  • Gestão de Projetos: Deivid Andrade
  • Assessoria Jurídica: PMBM Advocacia.
  • Assessoria Contábil: Leucimar Martins.
  • Assessoria de Mídia: R+Marketing.
  • EQUIPE TÉCNICA SP:
  • Operação Técnica de luz: Vinicius Rocha Requena
  • Operação Técnica de som: Fernando Castro
  • Diretor de palco: William Eduardo
  • Camareira: Consuelo CamposAssessoria de Comunicação:  Pombo Correio
  • Apresentado Por: Ministério do Turismo e Bradesco Seguros
    Patrocínio: Renner
  • Produtor associado: WB Entretenimento
  • Realização: WB Produções.

SERVIÇO:

De 13 de janeiro a 12 de fevereiro de 2023

Sextas às 21h, sábados, às 20h e domingos, às 17h

Teatro Tuca

Rua Monte Alegre, 1024 – Perdizes, São Paulo

Tel.: (11) 3670-8455

Ingressos: R$ 140,00 e R$ 70,00 (plateia)
Ingressos Populares: R$ 70,00 e R$ 35,00 (20% da capacidade total do teatro)

(Desconto de 50% para estudantes, maiores de 60 anos, pessoas com deficiência (com acompanhante), jovens de baixa renda (de 15 a 29 anos) e professores)

As sessões de domingo vão contar com intérprete de libras.

Capacidade
672 lugares 

 Vendas

Pela Internet: https://bileto.sympla.com.br/event/76145/d/155881/s/1040762

 Gênero: Comédia Dramática
Classificação Indicativa:12 anos
Duração: 100 minutos

Branca de Neve – o Musical em cartaz até 29 de  janeiro no Teatro Claro/SP

Atriz Vanessa Ruiz como Branca de Neve em cena

Atriz Vanessa Ruiz como Branca de Neve em cena . Foto de Bianca Tatamya.

Programa imperdível para fazer com as crianças e a família nas férias escolares, o espetáculo Branca de Neve – o Musical é a atração do Teatro Claro até 29 de janeiro. Adaptado da clássica história da menina “branca como a neve, cabelos negros como ébano e lábios vermelhos como o sangue”, é mais uma produção dos  realizadores de Cinderella, A Bela e A Fera, Natal Mágico e O Mágico de Oz. Nos papeis principais estão Vanessa Ruiz e Gabriel Vicente, que viverá mais um princípe preto entre os vários interpretados em produções da Black & Red, ao lado de Vanessa, como Cinderella, A Bela Adormecida  e Natal Mágico.  A história de Branca de Neve é inspirada em um antigo conto de fadas – uma história da tradição oral, contada de boca em boca por gerações, e por fim eternizada pelos Irmãos Grimm no século 19. Com direção geral de Billy Bond, o musical já encantou quase 300 mil espectadores, depois de viajar em turnê pela Argentina, Chile e Peru.
 
Com diálogos e músicas em português, a produção conta com efeitos especiais, 4D e leds de altíssima definição. A montagem tem recursos de gelo seco, levitações, ilusionismo e equipamentos que fazem a plateia ter a sensação de fazer parte do espetáculo com muita interatividade. A peça conta a história da bela princesa de nobre coração adorada por todas as criaturas do reino, menos uma: a rainha. Depois que o espelho mágico declara ser a jovem a mais bela daquele lugar, a invejosa rainha e madrasta planeja se livrar da enteada para sempre. Branca de Neve foge pela floresta até encontrar uma cas inha e, ao entrar, descobre que lá moravam sete anões. A rainha não tardou a descobrir tudo e, disfarçada como uma velha senhora que vendia maças, ofereceu uma das frutas a Branca de Neve. Será que os anões conseguirão proteger Branca de Neve das artimanhas da rainha? Conseguirá a jovem princesa escapar da armadinha da maçã envenenada?
 
A realizadora
 
A partir de setembro de 2003, a Black & Red Produções deu a largada em seu mais importante e significativo projeto cultural, o Ciclo de Homenagem aos Grandes Clássicos da Literatura Infantil, projeto que contempla importantes produções no estilo Broadway.
A primeira peça foi O Mágico de Oz, prestigiado por público superior a um milhão e 800 mil espectadores em toda a América Latina. O segundo espetáculo, Pinóquio – o Musical estreou em 2006, sendo visto por mais de 900 mil pessoas no Brasil. Em seguida, vieram as montagens de A Bela e a FeraPeter Pan e Branca de Neve. “Com a implantação deste ousado e inovador empreendimento, o público das principais capitais passou a ter acesso a uma gama de espetáculos com qualidade jamais vista fora do eixo Rio/São Paulo”, afirma a produtor a executiva Andrea Oliveira.
 
Sobre Billy Bond
 
Nome de destaque no cenário do showbizz, o diretor Billy Bond – que nasceu na Itália e morou 15 anos na Argentina – fez carreira no Brasil, firmando-se como um dos mais importantes encenadores de musicais em atividade no país. No fim dos anos 60, Bond lotava espaços em meio à ditadura na Argentina, com o grupo de hard rock Billy Bond Y La Pesada. Também produzia espetáculos pop, alguns duramente reprimidos pela polícia, como o que fez em 1972 no Luna Park.  Billy Chegou a ter mais de 100 músicas censuradas na época. No Brasil, o encenador produziu Ney Matogrosso, em 1975. Na época também atuou como vocalista da banda Joelho de Porco. Produtor responsável pela vinda da banda Queen aos Brasil, nos anos 80, hoje está à frente da Black & Red Produções e consolida sua nova fórmula para produzir e dirigir musicais. A partir dos anos 2000, Bond sedimentou seu formato de encenar espetáculos musicais com total liberdade de criação. De 70 a 80 profissionais trabalham durante a sessão da peça – do maquiador à produtora, passando por técnicos, atores e bilheteiros. Há mais de três décadas por aqui, é responsável por produções como After de LugeRentMágico de OzOs MiseráveisO Beijo da Mulher AranhaPi nocchioBranca de NeveCinderella e Alice no País das Maravilhas, entre outros espetáculos.
 
Ficha Técnica
 
Atores:
Branca de Neve – Vanessa Ruiz
Principe – Gabriel Vicente
Madrasta – Titzie Oliveira
Bruxa- Paula Canterini
Caçador – Italo Rodrigues
Rei- Marcio Yacoff
 
Anões ( crianças)
Dunga – Laura Pinheiro
Feliz – Isa Camargo
Zangado – Pietra Lucas
Atchim – Isa  Felix
Soneca – Joy Domingoz
Dengoso- Petra Lucas
Mestre – Tita Stoll

Bailarinas (os)
Axila felix
Carla Reis
Fernanda Perfeito
Isabella Morcinelli
Mayla  Betti
Vitor Vieira
Hudson Ramos
William Santana
Daniel Gregorio
 
Serviço
 
Espetáculo: BRANCA DE NEVEDireção de Billy BondEstreia 7 de JaneiroTemporada – Sábado e Domingo às 15h. Teatro Claro SP – Rua Olimpíadas, 360 – 5° Piso do
Shopping Vila Olímpia, São Paulo – São Paulo. Telefone: (11) 3448-5061. Capacidade – 803 pessoas. Acessibilidade. Estacionamento no shopping, Acesso feito por elevadores.
Até 29 de janeiro.
 
Ingressos entre R$ 50,00 e R$ 200,00. Pagamento em até 12x. Gênero: Infantil/família. Classificação: Livre. Duração: aprox. 70 minutos. http://teatroclarosp.com.br/
 
Plateia – R$ 100,00 a R$ 200,00
Balcão Nobre – R$ 90,00 a R$ 180,00.
Balcão – R$ 75,00 a R$ 150,00
 
 
Plateia – R$ 100,00 a R$ 200,00. Balcão Nobre – R$ 90,00 a R$ 180,00. Balcão – R$ 76,00 a R$ 150,00. Crianças a partir de 2 anos pagam ingresso.
 
Link para compra – https://bileto.sympla.com.br/event/78720/d/169777
 
Reservas para grupos: Marcelo Lopes grupos@brainmais.com / 11 94536-7083
 
Bilheteria – De  Segunda a Sábado das 10h às 22h e Domingos e feriados das 10h às 20h. Shopping Vila Olimpia – R. Olimpíadas, 360 – Vila Olímpia, São Paulo – SP, 04551-000 – 1 Piso – Acesso A.
 
INFORMAÇÕES IMPORTANTES:
*NÃO É PERMITIDA A ENTRADA NO TEATRO APÓS O INÍCIO DO ESPETÁCULO.

*ASSENTO PARA OBESOS: INFORMAMOS QUE ESTE ASSENTO É DUPLO E SE DESTINA AO CONFORTO DO CLIENTE OBESO.

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