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MAM São Paulo oferece programação educativa online e presencial no mês de abril

por Redação
Xondaro Kuery Kaguy Ijá - Guerreiros Guardiões da Floresta

A programação do MAM Educativo no mês de abril conta com oficinas, jam de dança e visitas educativas às exposições em cartaz. Os encontros do mês abordam temas como neurodiversidade, cultura popular, descolonização, diversidade racial e de gênero. As atividades são gratuitas, presenciais e virtuais, com inscrição pelo site do museu

A partir do dia 06, ocorrem as visitas educativas às exposições Sete décadas de exposições modernistas no MAM, Pintura de emergência do artista Marcius Galan e ao painel dos Gêmeos. Já no final do mês, nos dias 26 e 27 respectivamente, o MAM educativo oferece visita às novas exposições Ruptura e o grupo: abstração e arte concreta, 70 anos e Retromemória.

A programação reúne importantes encontroscomo a formação Descolonização dos afetos e as monoculturas do pensamento com Geni Papos, que acontece no dia 21 de abril. O encontro virtual, Povos Indígenas na Metrópole: movimento, universidade e invisibilidade na maior cidade da América com o professor e pesquisador Emerson Oliveira, que compartilha seu conhecimento sobre a presença indígena nas grandes cidades. No dia 24 de abril, a atividade presencial Xondaro Kuery Kaguy Ijá: Guerreiros Guardiões da Floresta e uma conversa com o artista Xadalu Tupã Jekupé, encontro online que discute sua obra e pesquisa sobre arte urbana e o tensionamento entre as culturas indígenas e ocidental nas cidades.

Para as crianças, a programação inclui uma Maratona de experiências no Jardim das Esculturas; Verde sobre verde — laboratório gráfico para contemplação do jardim, com Laura Teixeira; Pequenas danças no Jardim de Esculturas com Plataforma Panelinha e também a Contação de histórias: O guerreiro e o Curupira, com Anderson Kary Báya, acessível em Libras.

A programação ainda inclui formação em Arte e Acessibilidade, com dois encontros virtuais: no dia 5 de abril, às 16h, O que é Neurodiversidade?, com Tiago Abreu; e Introdução à metodologia de criação da Cia Dança sem Fronteiras e ao método de DanceAbility, no dia 12 de abril, a partir das 16h30.

Além das atividades gratuitas, o MAM também está com inscrições abertas para cursos online, como Arte e Psicanálise, com Flavia Corpas, com início em 8 de abril, e desenho, imaginação e pensamento, com Rafael Vogt Maia Rosa, que começa em 12 de abril. Mais informações sobre esses e outros cursos podem ser conferidas no site de museu.

Confira abaixo a programação gratuita completa
 

05/04 (ter) às 16h

Formação em Arte e Acessibilidade

O que é Neurodiversidade? com Tiago Abreu

Encontro virtual no Zoom, para professoras(es), educadoras(es), pesquisadoras(es) e estudantes, com 50% das vagas destinadas para a rede pública de ensino. Com inscrição prévia.

Acessível em Libras.

O link do evento é enviado no dia por e-mail com 1h de antecedência da atividade.

Para certificado, solicitar pelo e-mail educativo@mam.org.br após a atividade, com comprovante de inscrição em anexo.

neurodiversidade é um conceito sociológico cuja premissa é: assim como existe uma diversidade biológica, a biodiversidade, existe uma diversidade neurológica em toda a população humana que deve ser valorizada e respeitada. Nesse encontro, será abordado o contexto histórico do termo e as suas implicações.

Tiago Abreu é jornalista, escritor, mestrando em Comunicação pela Universidade Federal de Goiás (UFG), um dos apresentadores do Introvertendo, principal podcast sobre autismo do Brasil e autor do livro “O que é neurodiversidade?”.

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06/04 (qua) às 11h

Programa de Visitação

Visita Educativa à exposição Sete décadas de exposições modernistas no mam São Paulo com mam Educativo 

Atividade presencial, aberta ao público.

Inscrições com 30 minutos de antecedência com o mam educativo na recepção do mam.

Para intérprete de Libras, solicitar pelo e-mail educativo@mam.org.br com até 48hs de antecedência.

Visita educativa presencial inspirada na exposição Sete décadas de exposições modernistas no mam São Paulo produzida a partir do acervo documental da Biblioteca Paulo Mendes de Almeida, que guarda e memória institucional do MAM e é referência para a pesquisa sobre arte moderna e contemporânea. Nesta visita conversaremos sobre a história desses cartazes, seus contextos e o como eles dialogam com o centenário da Semana de Arte Moderna de 1922.

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07/04 (qui) às 17h 

Programa de Visitação

Visita educativa ao projeto parede | Pintura de emergência com mam Educativo

Atividade presencial, aberta ao público.

Inscrições com 30 minutos de antecedência com o mam educativo na recepção do mam.

Para intérprete de Libras, solicitar pelo e-mail educativo@mam.org.br com até 48hs de antecedência.

A visita educativa presencial à obra de Marcius Galan do Projeto Parede do mam, pretende aprofundar sobre o panorama catastrófico que o artista discute em Pintura de emergência (2021-2022). Se utilizando das simbologias de sinalizações de emergência que visam coibir ações capazes de conduzir ao início de um incêndio ou ao seu agravamento. Nesta visita conversaremos sobre as implicações formais e ideológicas que essa sinalização propõe, assim como seus diálogos com o contexto histórico atual.

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08/04 (sex) às 16h

Programa de Visitação

Visita educativa ao painel dos Gêmeos com o mam Educativo 

Atividade presencial, aberta ao público.

Inscrições com 30 minutos de antecedência com o mam educativo na recepção do mam.

Para intérprete de Libras, solicitar pelo e-mail educativo@mam.org.br com até 48hs de antecedência.

Visita educativa presencial inspirada no painel dos OSGEMEOS. Considerando as relações entre o grafite e a cidade e os desdobramentos desta relação de presença nos territórios e culturas, sobretudo, a do Hip Hop, nesta visita virtual iremos investigar o painel dos OSGEMEOS, na entrada do mam, a partir dos elementos e das influências da cultura Hip Hop.

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09/04 (sáb) às 15h 

Família MAM

Maratona de experiências no Jardim das Esculturas com o mam educativo

Atividade presencial, para crianças a partir de 3 anos, acompanhadas de suas(eus) responsáveis.

Inscrições com 30 minutos de antecedência com o MAM Educativo na recepção do MAM.

Para intérprete de Libras, solicitar pelo e-mail educativo@mam.org.brcom até 48hs de antecedência.

A atividade propõe experiências poéticas e artísticas inspiradas nas esculturas do Jardim do MAM, que permitem a exploração sensorial da arte e do espaço público de modo lúdico, integrado ao parque e à cidade.

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10/04 (dom) às 15h 

Domingo MAM

Jam de dança aberta ao público com Dança sem fronteiras

Atividade presencial, livre. Aberta ao público.

Na Marquise no entorno do MAM (verificar local no dia na recepção do MAM).

Sem inscrição prévia.

Para intérprete de Libras, solicitar pelo e-mail educativo@mam.org.brcom até 48hs de antecedência.

Prática democrática de dança, que a Cia Dança sem Fronteiras desenvolve desde sua criação, com o intuito de incluir pessoas de todas as idades com habilidades e características físicas, motoras e intelectuais diversas, incentivando a transformação da ação através da reflexão e da experiência. Conduzidas pela coreógrafa e bailarina Fernanda Amaral com a participação do elenco da Cia Dança sem Fronteiras e música ao vivo.

Dança sem Fronteiras foi criada em 2010, em São Paulo, pela bailarina,coreógrafa e educadora criou Fernanda Amaral. Desde a sua criação, a companhia, com mais de doze espetáculos no repertório, realiza oficinas de dança e apresentações em teatros, museus, espaços abertos (rua e praças) e diversos SESCs da capital e interior, além de participação nos festivais Sencity no Museu de Arte Moderna de São Paulo (MAM), Vozes do Corpo e Mostra Internacional Mais Sentidos no Teatro Sérgio Cardoso. Contemplada com diversos editais e prêmios incluindo; Prince Claus Fund for Culture and Development (Holanda) ProAc de Produção de Espetáculo de Dança, Edital de Fomento à Dança da Cidade de São Paulo (19º,23º, 27º e 31º). Em 2021 prêmio Denilto Gomes por sua atuação inclusiva com Olhares dos Sapatos e estreia do espetáculo documentário Ciranda de Retina e Cristalino.

A Cia também tem participado com apresentações em versão online e videodanças em mostras e festivais online incluindo; FIOD -Festival Danza de Maracaibo, Venezuela e Thrieve Aid — the Art of Protest, USA, Australia e Reino Unido, IRMAP, Festival Internacional de Vídeodança, em perspectivas no Centro Coreográfico do Rio de Janeiro, Bienal Internacional de dança do Ceará, Blanc Festival de vídeo e dança do Amazonas e Dance Filmes Together em Londres.

Fernanda Amaral é bailarina, coreógrafa e educadora com 25 anos de experiência profissional. Nascida no Brasil, residiu na Grã-Bretanha por 20 anos, onde se graduou em

Educação. Possui vários títulos internacionais em dança e teatro, incluindo vários certificados em DanceAbility. Recebeu vários prêmios: “Bonnie Bird” 2009 pelo “Centro Laban” em Londres, Arts Council no País de Gales, “Lisa Ulman”, entre outros. Em 1993 fundou Patuá Dance, Companhia de Dança-Teatro, no País de Gales.

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12/04 (ter) às 16h30

Formação em Arte e Acessibilidade

Introdução à metodologia de criação da Cia Dança sem Fronteiras e ao

método de DanceAbility

Encontro virtual no Zoom, para professoras(es), educadoras(es), pesquisadoras(es) e estudantes, com 50% das vagas destinadas para a rede pública de ensino. Com inscrição prévia.

Acessível em Libras.

O link do evento é enviado no dia por e-mail com 1h de antecedência da atividade.

Para certificado, solicitar pelo e-mail educativo@mam.org.br após a atividade, com comprovante de inscrição em anexo.

Nesta oficina será compartilhada a pesquisa sobre práticas de improvisação em plataformas online. Por meio de uma abordagem na cultura corporal do movimento acessível a todos e todas baseada no método de DanceAbility¹. Serão realizadas dinâmicas de improviso com foco na criatividade e igualdade. A atividade será conduzida a partir das temáticas do corpo e suas sensações, as relações com o espaço e com a comunidade, assim criando composições coletivas.

DanceAbility: Método criado por Alito Alessi em 1987 nos USA, baseado no respeito mútuo entre todos os participantes e na capacidade única e individual de cada um mover e dançar.

Dança sem Fronteiras foi criada em 2010, em São Paulo, pela bailarina,coreógrafa e educadora criou Fernanda Amaral. Desde a sua criação, a companhia, com mais de doze espetáculos no repertório, realiza oficinas de dança e apresentações em teatros, museus, espaços abertos (rua e praças) e diversos SESCs da capital e interior, além de participação nos festivais Sencity no Museu de Arte Moderna de São Paulo (MAM), Vozes do Corpo e Mostra Internacional Mais Sentidos no Teatro Sérgio Cardoso﹒Contemplada com diversos editais e prêmios incluindo; Prince Claus Fund for Culture and Development (Holanda) ProAc de Produção de Espetáculo de Dança, Edital de Fomento à Dança da Cidade de São Paulo (19º,23º, 27º e 31º). Em 2021 prêmio Denilto Gomes por sua atuação inclusiva com Olhares dos Sapatos e estreia do espetáculo documentário Ciranda de Retina e Cristalino.

A Cia também tem participado com apresentações em versão online e videodanças em mostras e festivais online incluindo; FIOD -Festival Danza de Maracaibo, Venezuela e Thrieve Aid — the Art of Protest, USA, Australia e Reino Unido, IRMAP, Festival Internacional de Vídeodança, em perspectivas no Centro Coreográfico do Rio de Janeiro, Bienal Internacional de dança do Ceará, Blanc Festival de vídeo e dança do Amazonas e Dance Filmes Together em Londres.

Fernanda Amaral é bailarina, coreógrafa e educadora com 25 anos de experiência profissional. Nascida no Brasil, residiu na Grã-Bretanha por 20 anos, onde se graduou em

Educação. Possui vários títulos internacionais em dança e teatro, incluindo vários certificados em DanceAbility. Recebeu vários prêmios: “Bonnie Bird” 2009 pelo “Centro Laban” em Londres, Arts Council no País de Gales, “Lisa Ulman”, entre outros. Em 1993 fundou Patuá Dance, Companhia de Dança-Teatro, no País de Gales.

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13/04 (qua) às 19h

Experiência poética
Programa de VisitaçãoSegredos debaixo do tapete

No Instagram e Youtube do mam

Um tímido poeta escreve seus segredos em forma de versinhos, e com medo de mostrá-las ao mundo, as esconde debaixo de tapetes. Ele esquece, porém, que as palavras têm vida e não demora para seus versos criarem asas e saírem voando por aí. Uma história inspirada nas obras da exposição Os pássaros de fogo levantarão voo novamente, As formas tecidas de Jacques Douchez e Norberto Nicola.

Acesse o Youtube e o Instagram do MAM para conferir.

13/04 (qua) às 16h

Contatos com a arte

Territórios do livro de artista e da criança com Laura Teixeira

Encontro virtual no Zoom, para professoras(es), educadoras(es), pesquisadoras(es), estudantes e artistas. Com inscrição prévia.

Acessível em Libras.

O link do evento é enviado no dia por e-mail com 1h de antecedência da atividade.

Para certificado, solicitar pelo e-mail educativo@mam.org.br após a atividade, com comprovante de inscrição em anexo.

As crianças se aproximam dos livros, inicialmente, usando todos os sentidos. Esse campo de exploração sensorial aos poucos tende a ir se restringindo devido a códigos de leitura verbal, fazendo com que o objeto passe a ser folheado ao invés de mordido, amassado e lambido. Passamos a ouvir menos os sons das páginas, a sentir menos o cheiro da tinta e nos esquecemos do toque do papel ou do tipo de encadernação utilizado.

O território do livro de artista, enquanto campo de ação com infinitas possibilidades, frequentemente subverte as regras físicas do livro tradicional para dar meia volta em relação a todo esse aprendizado, e acaba se aproximando das pesquisas infantis. Dentro desse contexto, serão compartilhadas impressões sobre uma seleção de livros ilustrados e conversaremos sobre suas linguagens narrativas.

Laura Teixeira é artista gráfica, ilustradora e educadora. Fez mestrado em design de livros na FAU-USP e, em 2004, especializou-se na Eina-UAB (Barcelona). Publicou, entre outros títulos, “Pássaro-desenho” e “Bolinha branca” (Mov Palavras, 2015). Ilustrou textos de Hilda Hilst, John Williams, John Banville e Raimundo Carrero. Colaborou com as editoras Cosac Naify e Biblioteca Azul, além de jornais e revistas como Folha de São Paulo, Le Monde Diplomatique, Quatro cinco um e Cult. Dá aulas no programa Igual Diferente do mam são paulo e na graduação da EBAC — Escola Britânica de Artes Criativas, onde é Module Leader do BA Illustration Programme.

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16/04 (sáb) às 15h

Família MAM 

Verde sobre verde — laboratório gráfico para contemplação do jardim, com Laura Teixeira

Atividade presencial, para crianças a partir de 3 anos, acompanhadas de suas(eus) responsáveis.

Inscrições com 30 minutos de antecedência com o MAM Educativo na recepção do MAM.

Para intérprete de Libras, solicitar pelo e-mail educativo@mam.org.brcom até 48hs de antecedência.

Essa oficina de colagem contemplativa é um convite para explorarmos visualmente os jardins que circundam o museu e pesquisarmos sensorialmente as infinitas relações entre os diversos materiais disponíveis, como papéis coloridos, adesivos e carimbos.

Laura Teixeira é artista gráfica, ilustradora e educadora. Fez mestrado em design de livros na FAU-USP e, em 2004, especializou-se na Eina-UAB (Barcelona). Publicou, entre outros títulos, “Pássaro-desenho” e “Bolinha branca” (Mov Palavras, 2015). Ilustrou textos de Hilda Hilst, John Williams, John Banville e Raimundo Carrero. Colaborou com as editoras Cosac Naify e Biblioteca Azul, além de jornais e revistas como Folha de São Paulo, Le Monde Diplomatique, Quatro cinco um e Cult. Dá aulas no programa Igual Diferente do mam são paulo e na graduação da EBAC — Escola Britânica de Artes Criativas, onde é Module Leader do BA Illustration Programme.

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17/04 (dom) às 12h

Domingo MAM

Breaking Ibira: batalhas de breaking

Atividade presencial, livre. Inscrições na hora e no local.

Para intérprete de Libras, solicitar pelo e-mail educativo@mam.org.br com até 48hs de antecedência.

Esta edição do Breaking Ibira será realizada em forma de mostra de dança competitiva (batalhas de breaking), onde os dançarinos poderão, segundo as expressões do breaking e da cultura hip hop, desafiarem a si mesmo e a outros dançarinos numa forma de confraternização mista, envolvendo momentos de expressão livre com expressão direcionada. Em razão da pandemia serão seguidos e recomendados todos os protocolos exigidos pela prefeitura da cidade de São Paulo.

Breaking Ibira é um evento criado por b.boys que tem por objetivo reunir b.boys e b.girls, amantes da cultura urbana e do hip-hop, assim como de outras modalidades artísticas, para encontrar desafios através da dança e expressar sua criatividade e habilidade em suas sessions (sequências organizadas de passos de breaking). Desde 2017, em parceria com o MAM Educativo, o evento tem atraído pessoas de diversas regiões de São Paulo e um público significativo, tanto de praticantes de breaking quanto de admiradores da cultura de diversas regiões, inclusive de países da América Latina como Argentina, Peru e Venezuela.

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21/04 (qui) às 16h

Contatos com a arte

Descolonização dos afetos e as monoculturas do pensamento com Geni papos

Encontro virtual no Zoom, para professoras(es), educadoras(es), pesquisadoras(es), estudantes e artistas. Com inscrição prévia.

Acessível em Libras.

Neste encontro será ministrada uma breve formação sobre a construção histórica da monogamia em Abya Ayla¹. Para isso a análise dos impactos e efeitos do modelo normativo dos afetos na saúde mental e suas intersecções com machismo, racismo e demais opressões partirá de uma apresentação de pistas para identificação no cotidiano dos princípios que regem o sistema de monoculturas. Logo, a atividade se fundamenta em uma perspectiva indígena sobre reflorestamento emocional: outras formas de construir relações para além das monoculturas. Termo referente às ditas “Américas”.

Geni Núñez é ativista indígena guarani, graduada em Psicologia (UFSC), mestre em Psicologia Social (UFSC), doutoranda no Programa de Pós Graduação em Ciências Humanas (UFSC). É co-organizadora da “Coletânea Não Monogamia LGBT+: pensamento e arte livres” e autora do livro infantil “Jaxy Jatere: o saci é guarani”. Ministra formações sobre branquitude, etnocídio, não monogamia e outras colonialidades. Já foi formadora de instituições como Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro, SESC interlagos, Escola de Arte Parque Lage, FioCruz e outras.

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22/04 (sex) às 16h

Formação em arte e acessibilidade

Povos Indígenas na Metrópole: movimento, universidade e invisibilidade na maior cidade da América

Encontro virtual no Zoom, para professoras(es), educadoras(es), pesquisadoras(es) e estudantes, com 50% das vagas destinadas para a rede pública de ensino. Com inscrição prévia.

Acessível em Libras.

O link do evento é enviado no dia por e-mail com 1h de antecedência da atividade.

Para certificado, solicitar pelo e-mail educativo@mam.org.br após a atividade, com comprovante de inscrição em anexo.

A interculturalidade constitui um enorme desafio para os sistemas educacionais do Brasil, um país pluriétnico, em que vivem mais de 250 povos indígenas, falantes de aproximadamente 180 línguas diferentes. O apagamento da presença e da contemporaneidade dos povos indígenas ainda é marcante nos currículos escolares mesmo que diversos instrumentos legais, como a própria Constituição de 1988 e, especialmente, a lei 11.645/2008, instituam a obrigatoriedade do ensino de histórias e culturas indígenas na educação básica. Neste encontro o professor e pesquisador Emerson Oliveira compartilha sua experiência no assessoramento do currículo Indígena 2021-2023 na Prefeitura Municipal de São Paulo e sua pesquisa sobre a presença indígena nas grandes cidades.

Emerson de Oliveira Souza é doutorando e mestre em Antropologia Social – Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social – Universidade de São Paulo. Bacharel em ciências sociais pela PUC-SP. Guarani, Professor titular de Sociologia da Rede Estadual de Educação de São Paulo. É pesquisador do Centro de Estudos Ameríndios (CEstA-USP). Desde 2010 atua na formação de Professores da Rede Pública de São Paulo e Grande São Paulo frente a implementação da Lei 11.645/08. A pesquisa Povos Indígenas na Metrópole: Movimento, Universidade e Invisibilidade na maior Cidade da América, destaca a presença indígena nas grandes cidades, em especial na Cidade de São Paulo. Assessor para o Currículo Indígena 2021-2023 – Prefeitura Municipal de São Paulo – Secretaria Municipal de Educação de São Paulo. Faz parte de uma nova geração de Cientistas Sociais, na qual sua Antropologia vem de encontro com uma nova descrição que inverte os papéis durante o processo de pesquisa. Se a Antropologia, Sociologia e Psicologia e suas ciências buscavam nos grupos indígenas seu objeto de pesquisa, hoje a Antropologia e Psicologia do Indígena introduz um novo modelo dentro deste processo, os índios surgem não mais como objetos de pesquisa, mas como sujeitos do conhecimento.

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23/04 (sáb) às 15h

Família MAM + arte e ecologia

Contação de histórias: O guerreiro e o Curupira, com Anderson Kary Báya

Atividade presencial, para crianças a partir de 3 anos, acompanhadas de suas(eus) responsáveis.

Inscrições com 30 minutos de antecedência com o MAM Educativo na recepção do MAM.

Acessível em Libras.

O guerreiro e o Curupira é uma história indígena que narra a vontade de um guerreiro em ganhar o respeito do seu povo. Para isso acontecer ele decide sequestrar o filhote de curupira, mas as coisas não saem conforme o planejado, resultando numa grande aventura e aprendizado.

Anderson Kary Báya é artista indígena de Iauaretê (AM), pesquisador da cosmovisão, das danças, dos cantos e dos grafismos de seus povos Tariano e Tukano. Iniciou suas atividades artísticas oficialmente em 2003, atuando como músico no grupo de artes Dyroá Báya. Depois disso teve suas primeiras experiências no teatro e dança com a Cia. Uatê. Em 2008 iniciou suas participações no cinema e na TV, em curtas, longas metragens e seriados. Atualmente organiza vivências diversas relacionadas às culturas indígenas em comunidades pedagógicas formais e não-formais, e é artista-educador do Programa de Iniciação Artística (PIÁ — 2021, Secretaria Municipal de Cultura de São Paulo).

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24/04 (dom) às 11h e às 14h30

Domingo MAM

Xondaro Kuery Kaguy Ijá: Guerreiros Guardiões da Floresta

Atividade presencial, livre. Inscrições na hora e no local.

Para intérprete de Libras, solicitar pelo e-mail educativo@mam.org.br com até 48hs de antecedência.

A apresentação do ritual do Xondaro compreende o nhande rekó (modo de vida e cultura) do povo Guarani Mbya. O Xondaro é um jeroky (dança) também realizado fora da Opy (casa de reza), uma técnica corporal embalada em um ritmo em que se ensina a defesa e o fortalecimento do corpo e do espírito do xondaro (guerreiro) que dança ao som do Mbaraká (violão), do rave’i (rabeca) e do angu apu (tambor).Organizados em círculo, evocando o formato do Sol, da Lua e da Terra os xondaros seguem os comandos do yvyra’ija, com auxílio do popygua (instrumento Guarani) que orienta a roda dos guerreiros.

O ritual Xondaro é um treinamento que os antigos faziam para ter reflexos e resistência, uma dança para aprender a lutar, uma preparação para a guerra, para proteger o povo Guarani dos ataques dos juruá (homem branco) e também para viver harmoniosamente com a família natureza.

Xondaro Kuery Kaguy Ijá (Guardiões da Floresta) é formado por guerreiros do povo Guarani Mbya, da Terra Indígena Jaraguá, localizada em São Paulo (SP).

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26/04 (ter) às 16h

Programa de Visitação

Visita presencial na exposição Grupo Ruptura com mam educativo

Visita presencial, aberta ao público. Com inscrição prévia.

Para intérprete de Libras, solicitar pelo e-mail educativo@mam.org.br com até 48hs de antecedência.

Visita presencial aberta ao público com o MAM educativo pela exposição do Grupo Ruptura. O coletivo de artistas marcou o início do movimento concretista em São Paulo com o Manifesto Ruptura em 1952 e teve sua primeira exposição no Museu de Arte Moderna de São Paulo no mesmo ano. Essa visita tem como proposta revisitar a memória e contribuições do coletivo, assim como estabelecer novas conexões com a atualidade.

Link para mais informações.

27/04 (qua) às 11h

Programa de Visitação

Visita virtual na exposição Lenora de Barros com mam educativo 

Visita virtual no Zoom, aberta ao público. Com inscrição prévia.

Para intérprete de Libras, solicitar pelo e-mail educativo@mam.org.br com até 48hs de antecedência.

Visita educativa virtual inspirada na instalação da artista Lenora de Barros, presente na Sala de Vidro do mam. Nesta atividade entraremos em contato com a instalação em cartaz e a partir dela temas como: passado, presente, futuro e memória nos conduzirão estabelecer conexões com a poesia visual da artista.

 

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30/04 (sáb) às 16h

Contatos com a arte

Conversa com o artista Xadalu Tupã Jekupé

Encontro virtual no Zoom, para professoras(es), educadoras(es), pesquisadoras(es), estudantes e artistas. Com inscrição prévia.

Acessível em Libras.

Xadalu Tupã Jekupé, encontra-se virtualmente com o MAM Educativo para discutir sua obra e pesquisa sobre arte urbana e o tensionamento entre a cultura indígena e ocidental nas cidades.

Xadalu Tupã Jekupé é um artista mestiço que usa elementos da serigrafia, pintura, fotografia em sua obra, que é resultado das vivências nas aldeias e das conversas com sábios em volta da fogueira, tornou-se um dos recursos mais potentes das artes visuais contra o apagamento da cultura indígena no Rio Grande do Sul. O diálogo e a integração com a comunidade Guarani Mbyá permitiram ao artista o resgate e reconhecimento da própria ancestralidade. Xadalu tem origem ligada aos indígenas que historicamente habitavam as margens do Rio Ibirapuitã.

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30/04 (sáb) às 15h

Família MAM

Pequenas danças no Jardim de Esculturas com Plataforma Panelinha

Atividade presencial, para crianças a partir de 3 anos, acompanhadas de suas(eus) responsáveis.

Inscrições com 30 minutos de antecedência com o MAM Educativo na recepção do MAM.

Para intérprete de Libras, solicitar pelo e-mail educativo@mam.org.brcom até 48hs de antecedência.

Inspiradas no espetáculo “Um Pouco de Tudo, com Pitadas de Nada” essa oficina performática acontece por meio de elementos lúdicos: bexigas, tecidos, bolhas de sabão e fitas de demarcação no chão, que convidam as crianças para a improvisação do corpo e movimento e a criação de coreografias pelo Jardim de Esculturas. O som, as cores e o espaço compõem as cenas dançadas que aparecem e desaparecem no desenrolar das relações criadas pelos/entre os participantes. Territórios de passagem e paisagens que reúnem os artistas e o público, fazendo emergir o que é pertencente ao universo da criança. Os rastros cênicos, as memórias vividas, os lastros instaurados, as paisagens vivenciadas, o espaço físico modificado no imaginário, os afetos adquiridos, os movimentos levados para casa.

Plataforma Panelinha foi criada em 2017 e se move através de pesquisas em dança e educação, a partir do corpo e da potência do brincar em bando. Abordamos em nossas investigações a linguagem corporal da criança com foco no coletivo, desenvolvendo ações focadas para/com elas, impulsionando suas próprias “revoluções miúdas” no espaço que é fortemente propositivo. Como um coletivo artístico de múltiplas linguagens, estivemos presentes em ações no Parque da Aclimação, em unidades do SESC (Interlagos, Osasco, Pompéia e Bauru) e integrando a programação da Semana Mundial do Brincar de 2018 e 2019. Em dezembro de 2021 estivemos em uma ação pedagógica na escola Quintal da Mantiqueira/ Iniciativa Waldorf em Taubaté/SP. Somos uma plataforma sempre aberta, que agrega todas as formas possíveis de se expressar, contamos com diferentes parceires que adentram nosso fazer artístico a cada nova etapa de criação e investigação. Somos uma produtora movente que transita na energia de promover encontros dentro e fora da cena. Somos uma mãe bailante e uma bailante não mãe, Daiana Carvalho e Ágata Cergole. 

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Sobre o MAM São Paulo
Fundado em 1948, o Museu de Arte Moderna de São Paulo é uma sociedade civil de interesse público, sem fins lucrativos. Sua coleção conta com mais de 5 mil obras produzidas pelos mais representativos nomes da arte moderna e contemporânea, principalmente brasileira. Tanto o acervo quanto as exposições privilegiam o experimentalismo, abrindo-se para a pluralidade da produção artística mundial e a diversidade de interesses das sociedades contemporâneas.

O Museu mantém uma ampla grade de atividades que inclui cursos, seminários, palestras, performances, espetáculos musicais, sessões de vídeo e práticas artísticas. O conteúdo das exposições e das atividades é acessível a todos os públicos por meio de visitas mediadas em libras, audiodescrição das obras e videoguias em Libras. O acervo de livros, periódicos, documentos e material audiovisual é formado por 65 mil títulos. O intercâmbio com bibliotecas de museus de vários países mantém o acervo vivo.

Localizado no Parque Ibirapuera, a mais importante área verde de São Paulo, o edifício do MAM foi adaptado por Lina Bo Bardi e conta, além das salas de exposição, com ateliê, biblioteca, auditório, restaurante e uma loja onde os visitantes encontram produtos de design, livros de arte e uma linha de objetos com a marca MAM. Os espaços do Museu se integram visualmente ao Jardim de Esculturas, projetado por Roberto Burle Marx para abrigar obras da coleção. Todas as dependências são acessíveis a visitantes com necessidades especiais.

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