Sucesso em Nova York e em Londres, o premiado espetáculo “Stranger Sings – Uma Paródia Musical” ganha versão brasileira no Teatro Fashion Mall

Strangers Sings - Da esq para dir., Pedro Balu, Gabi Levask, Douglas Motta, Ada Anjos, Iuri Manzini, e Giulia Nassa
Strangers Sings - Da esq para dir., Pedro Balu, Gabi Levask, Douglas Motta, Ada Anjos, Iuri Manzini, e Giulia Nassa - Foto de Raiany Black

Você está preparado para fazer uma viagem fantástica pelos anos 80 com os personagens de sua série favorita? Sucesso em Nova York e em Londres, o premiado espetáculo “Stranger Sings – Uma Paródia Musical” chega ao Rio de Janeiro para uma curta temporada no Teatro Fashion Mall, de 11 a 26 de maio, com sessões, aos sábados, às 19h, e aos domingos, às 18h. Com texto, música e letras de Jonathan Hogue, o musical inspirado na série “Stranger Things” ganhou, na montagem brasileira, adaptação de Vitor Louzada, direção de André Breda, direção musical de Caio Loureiro e coreografia de Elis Loureiro. Nesta versão, as aventuras icônicas da turma pelo “Mundo Invertido” e os elementos nostálgicos da década de 80 se misturam a referências e ao humor brasileiros.

Baseado na primeira temporada da série, o espetáculo se passa em 1983, na tranquila e pacata Hawkins, onde nada dá errado. Quando o garoto Will Byers some misteriosamente, “bagulhos sinistros” começam a acontecer. Em momento de pouca lucidez, a mãe do menino, Joyce, convence o chefe de polícia, Jim Hopper, a procurá-lo, e ele, finalmente, tem a oportunidade de colocar sua profissão em prática. Os amigos Mike, Dustin e Lucas também começam a procurar Will e encontram uma garota, com superpoderes telecinéticos, chamada Onze. As aventuras do grupo envolvem muitas referências à cultura pop, trilha sonora original e marcante e mistérios sobrenaturais. O elenco, selecionado por audição, reúne Giulia Nassa (Onze), Iuri Manzini (Mike), Isaac Belfort (Lucas), Ada Anjos (Dustin), Maria Clara Cristóvão (Nancy e swing), Adam Lee (Steve/Jonathan), Luiza Lewicki (Barb), Gabi Levask (Joyce), Pedro Balu (Hopper e Swing Lucas), Malu Coimbra (Joyce e Eleven alternante/swing) e Matheus Boa (swing). O projeto chega ao Brasil pelas mãos dos idealizadores Gabi Levask (atriz) e André Breda (diretor). O casal assistiu à montagem Off-Broadway do espetáculo e conseguiu negociar o primeiro licenciamento internacional da produção. “Eles estavam com sessões duplas, esgotando sempre, e só conseguimos no Natal. Fomos e nos surpreendemos muito! Paródia é sempre uma grande incógnita, mas as referências são muito inteligentes: estão no texto, nos figurinos, nas coreografias… E as músicas, mesmo originais, nos remetem aos sucessos dos anos 80”, lembra Gabi.

O espetáculo agrada tanto aos fãs mais jovens da série quanto àqueles que viveram e curtiram os anos 80. Uma das brincadeiras proporcionadas pela peça é justamente reconhecer referências a filmes como “Clube dos Cinco”, “Edward Mãos de Tesoura”, “Dirty Dancing – Ritmo Quente”, “Os Goonies”, “Labirinto” e “E.T. O Extraterrestre” e a outros musicais como “Mean Girls”, “Wicked” e “Gypsy”. “É um espetáculo que já ganhou sete prêmios proporcionando ao espectador momentos de leveza, diversão e relaxamento. Queremos repetir essa alegria nos palcos brasileiros”, completa o diretor André Breda.

Ficha técnica:

  • Book, Music, & Lyrics: Jonathan Hogue
  • Adaptação: Vitor Louzada
  • Direção: André Breda
  • Direção musical: Caio Loureiro
  • Coreografia: Elis Loureiro
  • Elenco: Giulia Nassa (Onze), Iuri Manzini (Mike), Isaac Belfort (Lucas), Ada Anjos
  • (Dustin), Maria Clara Cristóvão (Nancy e swing), Adam Lee (Steve/Jonathan), Luiza
  • Lewicki (Barb), Gabi Levask (Joyce), Pedro Balu (Hopper e Swing Lucas), Malu Coimbra
  • (Joyce e Onze alternante/swing) e Matheus Boa (swing).
  • Cenário: Victor Aragão
  • Figurinos: Paula Calçada
  • Desenho de Som: Rodrigo Oliveira
  • Desenho de Luz: Felício Mafra
  • Assistente de Direção e Visagismo: Caio Godard
  • Assistente de Coreografia: Clara Novais
  • Assessoria de Imprensa: Rachel Almeida (Racca Comunicação)
  • Direção de Produção: Alina Lyra
  • Produção Executiva: Daniel Paz
  • Assistentes de Cenografia: Eduarda Brandão e Mariana Marton
  • Assistente de Produção de Cenografia e Adereços: Dayana Fidalgo
  • Equipamentos de Som: 220 Decibéis – Soluções em Áudio
  • Produção: Alina Lyra Produções
  • Realização: Breda Produções e Treinamentos e Levask Produções Artística

Serviço:

  • Temporada: 11 a 26 de maio
  • Teatro Fashion Mall: Estrada da Gávea, 899 – loja 213, São Conrado
  • Telefone: (21) 99857-8677
  • Dias e horários: sábados, às 19h, e domingos, às 18h.
  • Ingressos: R$ 80 (inteira) e R$ 40 (meia-entrada)
  • Duração: 2h (incluindo o intervalo)
  • Classificação etária: 12 anos
  • Capacidade de público: 436 pessoas
  • Venda de ingressos: https://bileto.sympla.com.br/event/92844

O musical infantil “TumPaTaTum” estreia, dia 11 de maio, na Ecovilla Ri Happy, no Jardim Botânico

TumPaTaTum - Lara Mendes e Vitor Louzada (em cima) e Malu Coimbra e João Alves (embaixo
TumPaTaTum – Lara Mendes e Vitor Louzada (em cima) e Malu Coimbra e João Alves (embaixo) – Foto de Marcelo Martins

Com o objetivo de resgatar e apresentar versões atuais das antigas cantigas de roda para as novas gerações, o musical infantil “TumPaTaTum” estreia, dia 11 de maio, na Ecovilla Ri Happy, no Jardim Botânico, para uma curta temporada até 2 de junho. Com texto  de Tamiris Pires e Cella Bártholo, direção de Alain Catein, direção musical de Caio Loureiro e coreografias da Bella Mac, o espetáculo promove uma viagem divertida e cronológica pelos clássicos da música infantil brasileira. No repertório, estão reunidas mais de 20 canções tradicionais, como “Ciranda, Cirandinha”, “O Cravo e a Rosa”, “Marinheiro só” e “Sapo Cururu”. Este é o primeiro infantil profissional do  Grupo In Cena, que iniciou suas atividades em 2020, e é formado pela escola In Cena Casa de Artes e pela In Cena Produções.

A trama de “TumPaTaTum” acompanha quatro personagens – o professor Terry, a pilota Thea e os gatinhos intergalácticos Tetê e Toninho. Eles formam uma banda que viaja no espaço procurando itens do passado para que sejam preservados e nunca esquecidos no futuro. No elenco, estão Lara Mendes, Vitor Louzada, Malu Coimbra e João Alves.

“A gente reúne em cena esses quatro personagens muito carismáticos, que formam uma banda e têm essa missão de viajar pelo espaço procurando canções que não podem ser esquecidas. Eu sou muito fã de gato e quis criar personagens inspirados nos meus próprios bichanos, que participam desse lindo projeto de preservação da memória cultural brasileira”, conta a coautora da peça e diretora artística da In Cena, Cella Bártholo.

Parceiro da In Cena, Alain Catein participou como ator e foi preparador de elenco de “Nas Alturas”, prática de montagem da escola, e foi professor de teatro de um curso de férias. Com experiência em montagens infantis (como integrante da importante Companhia Boto Vermelho), Alain foi convidado para assumir a direção de “TumPaTaTum”.

Um dos aspectos mais interessantes deste espetáculo é que a gente mostra que, uma das maneiras de salvar as canções do tempo dos nossos avós, é criar novas versões que dialogam com crianças e jovens”, descreve Alain. “São arranjos originais feitos para cativar os filhos, sem deixar de encantar os pais”, acrescenta o diretor.

Com o objetivo de fomentar o musical brasileiro, a In Cena pretende investir em projetos inéditos e brasileiros. Depois de “TumPaTaTum”, a equipe vai montar o adulto “República Lee – Um musical ao som de Rita”, em julho, em São Paulo. “A gente sabe que tem muitos artistas talentosos aqui nas áreas de dramaturgia, composição, dança, e queremos fomentar esse mercado”, completa Cella.

Sobre o Grupo In Cena

A In Cena Casa de Artes funciona em um espaço de mais de 400 metros quadrados, em Botafogo, RJ, com quatro salas (Bibi Ferreira, Fernanda Montenegro, Ruth de Souza e Amazonas), um estúdio (batizado de Gonzaguinha), camarim, vestiários e um amplo terraço – um local de convivência a céu aberto. É especializada na formação de atores para o teatro musical, e oferece cursos de preparação para musical, teatro infantil, teatro jovem, prática de montagem, prática de produção, entre outros.

A In Cena Produções, braço do grupo aberto em janeiro de 2022, é focada em produções culturais das mais diversas áreas, abrangendo musicais, audiovisuais, peças, monólogos e stand-ups. Organiza shows, festas, saraus, festivais, eventos corporativos e beneficentes; elabora e realiza projetos autorais, e oferece assistência completa e abrangente a atores, cantores, técnicos, músicos e bailarinos.

 Ficha técnica:

  • Direção Geral: Alain Catein
  • Texto: Tamiris Pires e Cella Bártholo
  • Elenco: Lara Mendes, Vitor Louzada, Malu Coimbra e João Alves
  • Direção Musical: Caio Loureiro
  • Direção Musical residente: Marina Zanol
  • Direção de produção: Glauce Carvalho
  • Coreografias: Bella Mac
  • Direção Artística: Cella Bartholo
  • Idealização: Glauce Carvalho
  •  
  • Serviço :
  • Temporada: 11 de maio a 2 de junho (não haverá apresentação no dia 25/05)
  • Ecovilla Ri Happy: Rua Jardim Botânico, 1.008 – Rio de Janeiro/RJ
  • Telefone: 3553-2616
  • Dias e horários: sábado e domingo, às 16h. Não haverá apresentação no dia 25/05. No dia 02/06, sessões às 14h e 16h.
  • Ingressos: R$ 80 (inteira) e R$ 40 (meia-entrada)
  • Duração: 60 minutos
  • Lotação: 350 pessoas
  • Classificação etária: Livre

Venda de ingressos: https://www.eventim.com.br/artist/tum-pa-ta-tum/

A bilheteria funciona às sextas, das 13h às 22h, e aos sábados e domingos, das 10h às 22h. Não é preciso comprar a entrada do Parque, apenas o ingresso para a programação.

SESC Rio e Eu, Rio! apresentam: “A Menina Dança”

SESC Tijuca tem peça infantil gratuita que conta história da heroína Maria Felipa

A Menina Dança
A Menina Dança – Foto de Valmyr Ferreira

Um projeto de dança, voltado para o público infantil e que conta a história de uma heroína da  pátria: Maria Felipa. Este é o pano de fundo de “A Menina Dança”, espetáculo de dança afro  em ritmos como maracatu, jongo, maculelê, samba de roda e outros, sempre conectado ao corpo  e enredo histórico. A peça teatral, contemplada no Edital Corpo Negro, do SESC Pulsar, estará em cartaz no SESC Tijuca, com apresentações gratuitas, entre os dias 18 e 26 de maio. No dia  24 de maio haverá sessão com intérprete de libras e audiodescrição. O projeto integra a programação do Festival de Dança Corpo Negro do Sesc RJ.

A peça apresenta uma personagem acessível ao espectador mirim, que percebe a importância do tema. Através da dança são reveladas histórias que precisam ser multiplicadas.  Durante a apresentação, a personagem trará sua história, sua amizade com os peixes – que estarão em cena também – e como conseguiu afundar, juntamente com seus amigos locais, mais  de 40 navios na Ilha de Itaparica (BA), durante a independência do Brasil. A peça tem uma linguagem específica para crianças da pré-infância à infância, com cantigas conhecidas em seu  dia-a-dia, trazendo conexão com as cenas retratadas no palco.

De acordo com a crítica teatral e dramaturga, é necessário ter um olhar de admiração e afeto  com relação à história dos negros brasileiros. Segundo ela, os artistas farão este papel através do  lúdico para a pré-infância e infância, sendo essa a linguagem abordada na obra. “Contar essa história com beleza é nosso foco. A importância de Maria Felipa é imensa. Falamos da luta de uma mulher negra, líder e empoderada, para crianças que são multiplicadoras de ideias. Falar de uma pessoa apagada pela história, por sua cor e gênero, é um movimento imponente”, analisa Paty.

A diretora artística do espetáculo é Flavia Souza, multiartista premiada e bacharela em dança pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) com 21 anos de carreira na área artístico cultural. Ela assina o trabalho coreográfico-corporal do elenco. Ano passado, a profissional foi indicada como Melhor Atriz Coadjuvante no prêmio internacional Los Angeles Brazilian Film  Festival (LABRFF), nos EUA, pelo filme “Nosso Sonho”, cinebiografia de Claudinho e  Buchecha. Também é coordenadora do grupo Cultural Afrolaje e titular do Fórum de Mulheres  do Hip Hop pelo Ministério das Mulheres. “Apesar de minha vasta experiência profissional,  essa é minha estreia na direção de um espetáculo de dança infantil. É uma responsabilidade sem  tamanho, principalmente por se tratar de um tema antirracista para a infância”, diz Flávia.

A atriz e dançarina Gabriela Luiz é a protagonista. A artista foi indicada ao Prêmio de Melhor  Atriz no Centro Brasileiro Teatro para a Infância e Juventude (CBTIJ)além de fazer a direção  de movimento do espetáculo “Nem Todo Filho Vinga”, que levou o Prêmio Shell, em 2022,  como Melhor Direção Artística.

Na peça, cinco bailarinos em cena trazem conceitos afro-brasileiros. A estética visual do espetáculo também estará voltada à cultura africana, desenhada pelo figurinista Ricardo Rocha, vencedor do Prêmio CBTIJ como Melhor Figurinista.

Sinopse

Através dos ritmos e danças africanas as crianças conhecem a história de Maria Felipa, uma personagem que se depara com quarenta navios portugueses, prontos a tirar sua liberdade. Com muita ludicidade, a peça retrata sua procura para proteger o Brasil e expulsar a esquadra portuguesa de nosso país. O espetáculo tem uma linguagem específica para crianças da pré-infância à infância, com cantigas que elas conhecem, trazendo conexão com a história que será contada.

Quem foi Maria Felipa

Maria Felipa foi uma marisqueira, pescadora e trabalhadora braçal que participou da luta pela  Independência da Bahia. Ela foi declarada Heroína da Pátria Brasileira e teve seu nome inscrito  no Livro dos Heróis e Heroínas da Pátria, que se encontra no Panteão da Pátria e da Liberdade  Tancredo Neves, situado em Brasília/DF. No entanto, Maria Felipa não faz parte da história nos  livros escolares brasileiros, uma invisibilidade que a cultura trabalha para reverter revivendo  essas memórias, principalmente para o público infantil, ainda em formação e multiplicador de  ideias.

“Para contar a história de Maria Felipa nos dias de hoje, não necessitamos mais da busca estética colonizadora como referência iconográfica. Hoje, já temos nossas cores e elas são bem  mais vivas e reais do que as aquarelas relatadas pelos registros das escolas europeias”, registra  Paty Lopes, dramaturga e idealizadora do espetáculo.

O produtor cultural e jornalista Edison Corrêa, Diretor-Executivo do projeto, acredita que a  dança, aliada à música, proporciona infinitas perspectivas às crianças, de uma forma prazerosa e  divertida, além de educativa. “Sempre somos atropelados pelo protagonismo dos heróis estrangeiros justamente na infância, como os norte-americanos e japoneses. Plantar uma semente sobre „quem somos‟ tem grande importância para o futuro desses pequenos e  pequenas”, afirma.

Edison crê que as propostas das ações afirmativas de “A Menina Dança” para o público  infantil incluem a representação de personagens que promovem um conhecimento necessário na  atualidade. “A representatividade e protagonismo de uma heroína negra, as questões relacionadas ao antirracismo e suas ações educativas atendem a linguagem infantil de uma  forma positiva, desconstruindo estereótipos que não cabem mais na sociedade contemporânea”,  justifica.

Musicalização

O projeto defende a ideia das cantigas de roda, sem música mecânica, com palmas através da percussão corporal. A meta é levar pertencimento e protagonismo do público ao qual o espetáculo se apresenta. O objetivo é reverberar a história do Brasil, os feitos da Maria Felipa e também entrar nas brincadeiras de roda, com base nos corpos dos bailarinos. A musicalização acontece através de cantigas e brincadeiras infantis.

Sustentabilidade e Meio Ambiente

O ano de 2024 é marcado pela realização da reunião da Cúpula do G20 – nações mais ricas do  mundo – na cidade do Rio de Janeiro e uma das pautas mais discutidas nas reuniões preliminares  é referente às mudanças climáticas. Pensando nisso, o espetáculo também preza pela defesa e  conservação do meio ambiente a partir do lúdico. A ludicidade na amizade de Maria Felipa com  os seres marinhos abre caminhos para plantar cuidados necessários dos pequenos com o meio  ambiente e a sustentabilidade.

Serviço: A Menina Dança

  • De 18 a 26/05 (Dia 24/05: sessão acessível com libras e audiodescrição) De sexta a domingo
  • Horário: Sextas, 11 e 15 h; sábados e domingos, às 16 h
  • Local: Teatro I do SESC Tijuca (Acessibilidade: local com rampas e elevadores) Ingressos: Gratuitos
  • Endereço: Rua Barão de Mesquita, 539, Rio de Janeiro – RJ
  • Horário de funcionamento da bilheteria: Terça a sexta – de 7h às 19h30; Sábados – de 9h às 19h;  Domingos – de 9h às 18h.
  • Classificação indicativa: Livre – a partir de 04 anos
  • Duração: 45 minutos
  • Lotação: Sujeito à lotação
  • Gênero: Infantil

Ficha Técnica:

  • Texto, Idealização e Direção de Produção: Paty Lopes
  • Direção Artística e Coreografia: Flávia Souza
  • Elenco: Bellas da Silveira, Dani Gomes, Gabriela Luiz, Marcos Bandeira e Tatiana Reis Percussão: Ivan Karu e Vitor Ligeiro
  • Figurino: Ricardo Rocha
  • Desenho de Luz: Valmyr Ferreira
  • Visagismo: Keila Santos
  • Direção Executiva: Edison Corrêa 
  • Filmagem: A4 Filmes
  • Técnica de Luz: Brisa Lima
  • Técnica de Som: Cynthia Rachel Esperança
  • Fotografia: Valmyr Ferreira
  • Programação Visual: André Barroso
  • Assessoria de Imprensa: Alessandra Costa
  • Realização: Eu, Rio! E SESC

Trupe Los Lobos Bobos apresenta infantojuvenil Quase de Verdade no Circuito das Águas em SP em maio e junho

Quase de Verdade
Quase de Verdade – Foto de Ale Catan

A Trupe Los Lobos Bobos encerrou seu ciclo de espetáculos infantojuvenis inspirados em obras da escritora Clarice Lispector (1920-1977) com a estreia de Quase de Verdade, vencedor em 2022 do prêmio APCA como melhor peça-filme daquele ano. 

E, agora, nos meses de maio e junho, o grupo circula com o espetáculo pelo interior de São Paulo, passando pelas cidades Serra Negra (no dia 7/5), Socorro (8/5), Lindóia (14/5), Águas de Lindóia (15/5), Jaguariúna (21/5), Holambra (22/5), Monte Alegre do Sul (10/6), Amparo (11/6) e Pedreira (12/6).

O trabalho tem direção artística de Débora Duboc, GpeteanH, Petrônio Gontijo, Marco Lima e Carol Badra, que também está no elenco ao lado de Kátia Daher.

“Quase de verdade” é uma aventura contada pelo cachorro Ulisses para Clarice, sua dona que compreende o significado de seus latidos e escreve tudo. O sabido e afetuoso cachorro conta o que está rolando lá no quintal do vizinho.

Ulisses, é muito observador, tem olhar de gente de verdade e descobriu que da união entre o sentimento de inveja e as ideias de más companhias só sai fruto ruim. Foi o que ele viu acontecer com uma grande Figueira que dividia o belo e fértil terreno perto de sua casa, onde havia galos, galinhas, pintinhos e minhocas.

 O cão Ulisses e as galinhas desta história, como os bichinhos que povoam os demais livros infantis de Clarice Lispector, foram realmente parte de sua vida, nas diferentes casas em que morou no Brasil, na Itália, na Suíça e na Inglaterra. 

É muito interessante como Clarice aborda numa história para crianças as lutas das classes trabalhadoras, através de uma lúdica analogia em que uma figueira opressora explora o trabalho das galinhas. Esse universo infanto-juvenil, transborda para o universo adulto, pois, cada idade terá sua leitura, deleite. 

Referências literárias da própria autora apresentam-se de forma despretensiosa como nomes desses animais: O Galo chama-se Ovidio, a Galinha, Odisseia, o Cachorro é Ulisses e outros que povoam essa rica aventura. 

Sobre a trupe

Com a montagem do espetáculo de QUASE DE VERDADE a Los Lobos Bobos encerra o ciclo de montagens inspiradas em obras infantojuvenis da escritora Clarice Lispector. A trupe recriou no teatro todos os livros infantojuvenis da autora. A primeira montagem baseada em obra da escritora aconteceu em 2005. O musical A Vida Íntima de Laura foi um grande sucesso de crítica e público e tinha em seu elenco Bianca Rinaldi, Carol Badra, Marcelo Góes, Mariana Melgaço e Eduardo Silva.

 Em 2017 o livro A Mulher que Matou os Peixes virou Pescadora de Ilusão na versão da trupe e em cena revesavam-se nas apresentações as atrizes Mel Lisboa, Carol Badra, Kátia Daher e Badú Moraes. Em 2021, a trupe realizou a montagem do espetáculo O Mistério do Coelho Pensante; e devido a pandemia, no formato online nasceu o espetáculo Quase de Verdade com as atrizes Débora Duboc e Carol Badra, vencedor do prêmio APCA 2022.  

Para cumprir a contrapartida do edital Lei Paulo Gustavo n°20/2023 difusão cultural a trupe apresenta QUASE DE VERDADE no Circuito das Águas. 

Sobre Clarice Lispector

Clarice Lispector nasceu na Ucrania, mas veio para o Brasil ainda bebê. Passou a infância no Recife e de mudou para o Rio de Janeiro aos quinze anos de idade. Clarice amava os animais. Gostava profundamente de quase todos, com duas exceções: não simpatizava muito com ratos e tinha – em suas próprias palavras – um “arcaico terror por baratas”.

Ficha Técnica

  • Idealização: GpeteanH e Marcelo Raffa’s 
  • Original: Clarice Lispector 
  • Elenco: Carol Badra e Kátia Daher 
  • Direção Artística:  Carol Badra, Débora Duboc, GpeteanH, Petrônio Gontijo e Marco Lima.
  • Direção de Arte, Confecções dos Bonecos e Dramaturgia:  Marco Lima.
  • Direção Musical:  Marcelo Pellegrini
  • Desenho de Luz:  Aline Santini
  • Assistência e operação de luz: Clara Caramez
  • Operador de Som: Arnaldo D’Ávila
  • Cenografia: Marco Lima
  • Figurinos: Carol Badra e Débora Duboc
  • Coordenação de Produção: Franz Granja
  • Assistente de Produção: Henrique Gozi
  • Cenotécnico: Marcelo Andrade
  • Designer Gráfico: Edu Reyes
  • Fotografia: Ale Catan
  • Assistente de fotografia: Rafael Sá 
  • Direção de Produção:  Marcelo Raffa’s

CRIAÇÃO: LOS LOBOS BOBOS

Agradecimento especial a  Toni Venturi.  

Agradecimentos: Leopoldo Pacheco, Bel Gomes, Marize Piva, Claudia Lisboa, Mel Lisboa, Rogerio Romualdo, Eduardo Gomes, Luciana Lyra,  Regina Oliva Nunes, Felipe Roseno, Hugo Nakagawa, Tiago Berti, Demétrius Oliveira e Olhar Imaginário.

Serviço

Quase de Verdade, da Trupe Los Lobos Bobos

Serra Negra

Data: 07/05 (terça) duas sessões às 10h e às 13h30.

Local: Escola Estadual Lourenço Franco de Oliveira 

Endereço: R. Tiradentes, 78-166 – Estância Suíça, Serra Negra – SP, 13930-000 – 

Socorro

Data: 08/05 (quarta) duas sessões às 10h e às 14h.

Local:  E.M Profª Benedicta Geralda de Souza Barbosa 

Rua Herlan de Vasconcellos Conti, s/nº – Jardim Santa Terezinha

Lindóia

Data: 14/05 (terça) duas sessões às 9h e às 13h30

Local:  1° Apresentação às 09h – EMEIEF Arco Íris

Avenida Rio Do Peixe, 65 Rua. Centro. 13950-000 Lindóia – SP.

2° Apresentação das 13h30-  EMEF “Prof.ª Iracema de Souza Freitas”

Praça Dr. Getúlio Vargas, S/N – Centro – Lindóia/SP CEP: 13950-000

Águas de Lindóia

Data: 15/05 (quarta) duas sessões às 10h e às 14h.

Local: Centro Educacional Umuarama

Av. das Nações Unidas, n°1190 – centro – Águas de Lindóia – SP, 13940-000

Jaguariúna

Data: 21/05 (terça) duas sessões às 10h e às 14h.

Local: EMEF Profª Maria Tereza Piva.

Praça Benedito Bergamasco-, s/n – Nova Jaguariúna, Jaguariúna – SP, 13820-000


Holambra

Data: 22/05 (quarta) duas sessões às 10h e às 14h.

Local: Escola Municipal do Bairro dos Imigrantes 

Rua VAN AKEN, 170 – Bairro Residencial dos Imigrantes – Holambra

Monte Alegre do Sul

Data: 10/06 (segunda) duas sessões às 10h e às 14h.

Local: Escola Prof. RAUL DE PAIVA CASTRO 

Avenida Deputado Narciso Pieroni, 24 Bairro – MOSTARDAS. 13820-972.

Amparo 

Data:  11/06 (terça) duas sessões às 10h e às 14h

Local: Escola MARP Pantaleão 

Endereço: Bairro rural Pantaleão – Amparo -SP

Pedreira

Data: 12/06 (quarta) duas sessões às 10h e às 14h.

Local: Escola Prof° Zulmar Deoclécia Pintor Bernardes

  1. Norma Desanti Saragiotto, Pedreira – SP, 13920-000 

 

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