ABICHEDÁRIO, de Antonio Carlos Secchin

No seu segundo livro infantil, imortal da ABL junta animais e rimas em uma proposta lúdica de alfabetização

por Redação
ABICHEDÁRIO, de Antonio Carlos Secchin

Uma onça vaidosa, uma sardinha sem papas na língua e um papagaio poliglota. Esses e muitos outros bichos ganham vida nas páginas de Abichedário, lançamento infantil do renomado poeta, escritor e membro da Academia Brasileira de Letras (ABL), Antonio Carlos Secchin. Chegando às livrarias pela Rocco, a obra une o aprendizado do alfabeto ao fascinante universo dos animais.

Após estrear no universo infantojuvenil em 2018 com a história O Galo Gago (Rocco), finalista do Prêmio Jabuti na categoria infantil, Secchin agora vai de A a Z para apresentar uma ótima opção de leitura para crianças em fase de alfabetização. Embalada por rimas, trocadilhos e ilustrações muito coloridas, cada letra guarda uma surpresa e um personagem diferente, levando os pequenos futuros leitores a um passeio por um zoológico literário enquanto exploram o alfabeto de forma leve e divertida.

Propondo um letramento através da brincadeira e da descontração, Abichedário estabelece uma conexão entre a criança, o livro e o mundo ao seu redor. Com essa abordagem, o livro oferece uma alternativa criativa à alfabetização convencional das escolas, sendo um excelente material de apoio para pais e educadores

A obra garante que os primeiros passos no mundo literário sejam inesquecíveis e repletos de imaginação.

Abichedário

Autor: Antonio Carlos Secchin
Ilustração: Andrea Ebert
Páginas: 48
Preço: R$ 69,90
Selo: Rocquinho

O AUTOR

Antonio Carlos Secchin já escreveu a história de um galo gago e agora visita, com muita poesia, dezenas de bichos espalhados pelas letras do alfabeto. Conhece quase todos, mas não gostaria de ficar perto de três deles – adivinha quais? É membro da Academia Brasileira de Letras e poeta – autor de Todos os ventos (2002), Desdizer (2017) e Desmentir (2026), entre muitos outros livros.

Andrea Ebert descobriu que tinha dislexia aos 30 anos e, por coincidência, começou a ilustrar na mesma época. Já ilustrou mais de 40 livros e, em Abichedário, se preocupou com alguns detalhes para tornar a leitura mais inclusiva e divertida. E ainda lança um desafio: descobrir qual foi o animal que ela desenhou, mas que não aparece no texto de Antonio Secchin. Uma dica: o nome dele, em tupi, significa “nariz pontudo”.

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