Black Queer Festival 2026 apresenta 50 filmes gratuitos. Filmes de todas as regiões do Brasil e exterior.

por Redação
Black Queer Festival

Saiu a programação das obras selecionadas para sua edição de 2026. Dedicado ao audiovisual e cinema negro, indígena e LGBTQIAPN+, o evento firma sua posição como uma das principais vitrines da diversidade e da representatividade periférica no audiovisual.

A programação reunirá mais de 50 obras brasileiras e internacionais, transitando entre ficção, documentário, videoclipe, animação, filmes experimentais e outras linguagens, com obras representando cinco regiões do país e quatro continentes.

Dezenas de artistas disputarão os prêmios Leque Ouro, Leque Prata e Leque Preto, que são troféus artesanais, marca do festival. Tradicionalmente realizado em novembro no Rio de Janeiro, este ano aconteceu uma mostra especial em São Paulo em outubro com destaque para artistas locais. Em novembro o festival chega na cidade maravilhosa com três dias de badalação audiovisual no CCJF – Centro Cultural da Justiça Federal na Cinelândia e COART – UERJ no Maracanã, trazendo as mostras “Um Certo Close” e “Panorama”.

Um dos filmes mais aguardados é o aclamado filme franco-suíço “Taxi Moto” (Moto Táxi) de Gael Kamilindi, inédito no Brasil, vencedor em Berlim do Prêmio Teddy (o mais importante prêmio de cinema voltado para a temática queer do mundo). Integram a seleção filmes com narrativas poderosas como “Queimando por Dentro” de Enock Carvalho, Matheus Farias; “Tião Personal Dancer”, de Aristótelis Tothi e “Fale a Ela O Que Me Aconteceu” de Pethrus Tibúrcio, selecionado no Festival de Roterdã.

O Ballroom vai dominar as telas com o brasileiro Salão de Baile, longa de Juru e Vitã é o grande destaque do Festival ao lado de “We Call It Ballroom” (EUA), de Odu Adamu, e os cariocas “Fashion Guerrilla” de Sol Barcelos e “The Kiki House of Labella Máfia”, de Lucas Baptista Silva. Além disso, a música não vai faltar, pois serão exibidos clipes de artistas periféricos em ascensão como Shelldon Malvasi, Anarkotrans, PK Lopes, Tudo Soul, IRonnyC, Dih, Cacellos, Dornelles com Mc Jhasy, entre outras estrelas.

No Rio o festival acontece nos dias 10, 14 e 15 de novembro. O cineasta e pedagogo Alek Lean, também diretor executivo e artístico do evento, considerou neste ano trazer obras dessas comunidades para serem exibidas em espaços centrais de maior visibilidade e afirma a importância da realização em Novembro – Mês da Consciência Negra, com o intuito de celebrar, valorizar e dar visibilidade às narrativas LGBTQIAPN+ com protagonismo negro/indígena, utilizando o cinema como ferramenta de representatividade, promovendo obras que desafiam estereótipos e mostram a pluralidade dessas vivências e histórias. Fortalecendo o recorte de uma consciência negra interseccional entre raça, gênero e sexualidade. Com esse objetivo, o festival abre espaços para artistas independentes e periféricos exibirem suas obras nas telonas.

Este ano, além dos tradicionais troféus e certificados, nossos parceiros trazem incentivos. A Edt.br Associação de Profissionais de Edição Audiovisual premiará a obra vencedora na categoria Melhor Montagem com uma anuidade na associação e a Stone Milk premiará com diversos serviços de pós-produção para os vencedores nas categorias de melhor obra, ficção, documentário, animação, vídeoclipe e experimental.

Para acompanhar a programação completa, horários, locais exatos de exibição e novidades, siga o Instagram oficial do festival: @black.queerfestival ou acesse www.blackqueerfestival.com.

SERVIÇO:
TERÇA, 10/11 – COART UERJ – Auditório Cartola
UERJ – Maracanã – RJ – Sessões 17h00 e 18h15
Próximo às estações de Trem e Metrô Maracanã
SÁBADO, 14/11 – CCJF – Centro Cultural Justiça Federal
DOMINGO, 15/11 – CCJF –  Centro Cultural Justiça Federal
Sessões 15h, 17h e 19h
Centro Cultural da Justiça Federal
Em frente ao Metrô e VLT da Cinelândia.
Entrada gratuita – Retirada do ingresso no local antes da sessão.

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