Há quem erre o caminho e há quem erre pelo caminho, e no fim das contas pode ser a mesma coisa. É dessa ideia que nasce “Erre”, primeiro álbum do cantor e compositor carioca Rodrigo Torrero, que chega às plataformas no dia 6 de novembro de 2026. São nove canções autorais, que falam de amadurecimento, amor, luto e movimento, sempre com um olhar atento à beleza escondida no que parece banal. Com produção musical de Vinicius Castro, o disco já foi apresentado ao público pelos singles prévios “Todos os assuntos” e “Mury”.
SHOW DE LANÇAMENTO: Rodrigo Torrero fará um show de lançamento dia 11 de novembro, quarta, às 20h, no Acaso Cultural, Rio de Janeiro, com as participações de Antonia Medeiros, Carol Vanni e Luciana Lima.
“Erre” foi pensado como a passagem de um dia. A primeira parte é o despertar: acústica, numa onda nova MPB com ecos de Clube da Esquina, Boca Livre e Luiza Brina. “Errar” dá início ao álbum com violão de 7 cordas, bandolim e percussão. “O Som” ganha a flauta de Yuri Villar e “Mury” se apoia no violão de 12 cordas. Com “Julia” e “Velha Farra”, entram bateria e guitarras, e o disco vai, gradativamente, migrando para o rock com as faixas “Todos os Assuntos”, “Pouca Vergonha” e “Mirante”, que trazem referências de Beatles e timbres inspirados no rock progressivo, como o hammond e o clavinete de “Pouca Vergonha” e o glockenspiel de “Mirante”. A despedida fica com “Ir”, apenas com violão de nylon, acordeon e assobio.
“Assim como o céu começa azul com nuvens brancas e gradualmente se torna roxo, rosa, laranja e até recheado de estrelas e galáxias, o som do meu disco segue também uma transformação, começando acústico e calcado na MPB, e adquirindo aos poucos uma sonoridade mais elétrica e inesperada, que representa esse colorido mágico do céu”, conta o artista.
Rodrigo – que já tem diversos singles e um EP lançado – explica que, nenhuma música tem a mesma formação instrumental que a outra: “Ao mesmo tempo, tudo se costura num fio coeso. Se me permite dar uma sugestão, eu diria para não ouvir este álbum no aleatório, pelo menos na primeira vez”, diz.
Convidados trazem ainda mais movimento a ‘Erre’

Rodrigo Torrero em foto de Aloysio Araripe
Lançado em setembro, “Todos os Assuntos” foi o cartão de visitas do álbum, a faixa mais pop do disco e uma surpresa para quem conhecia Rodrigo pela MPB. Na sequência, veio “Mury”, totalmente acústica, composta em parceria com Carol Vanni, com quem divide os vocais.
“A canção fala justamente sobre as vozes que encontramos pelo caminho e o que acontece dentro de nós quando cantamos juntos. E a Carol é uma cantora maravilhosa, uma das minhas maiores amigas e fez toda a preparação vocal do disco”, conta Rodrigo.
As outras participações também vêm de amigos próximos. Antonia Medeiros, colega de Rodrigo na faculdade de Música e no grupo vocal Consoantes, canta na divertida “Pouca Vergonha”. Em “Velha Farra”, quem divide os vocais com ele são Guilherme Imia (outro colega da faculdade e do Consoantes) e Tom Rossi, um dos poucos amigos músicos dos tempos de escola. A faixa é uma homenagem a Totó Joey, cachorro da família que morreu em 2016, e se inspira em “Diana”, de Toninho Horta e Fernando Brant, outra canção sobre um cachorro que se foi.
“Pensando na união visceral que tenho com meus irmãos, quis que ‘Velha Farra’ representasse nossa família. Então queria ter dois cantores comigo para evocar meus outros irmãos humanos nessa homenagem ao irmão canino”, explica Torrero.
Um convite a errar sem medo

Rodrigo Torrero em foto de Aloysio Araripe
Por trás de “Erre” existe um convite ao encantamento. Rodrigo explica que o disco nasceu do encontro entre duas paixões. De um lado, as referências fantásticas que guarda na memória afetiva, como os jogos de Zelda, as ilustrações das cartas de Magic: The Gathering, a saga “O Senhor dos Anéis” e filmes do Studio Ghibli. Do outro, as próprias andanças pelo mundo real, em noites vendo estrelas na serra e longas caminhadas sozinho pelas pedras da praia. O resultado é o que ele chama de “realismo mágico”: canções em que o cotidiano ganha um toque de fantasia, e a fantasia, no fim das contas, é real.
“São canções que abraçam a incerteza do que está do outro lado da curva, e se permitem encantar com o que está ao redor”, resume Rodrigo.
SOBRE RODRIGO TORRERO:
Rodrigo Torrero é um dos nomes em ascensão da cena autoral carioca. Formado em Música pela Unirio, começou a compor em 2013 e estreou no mercado fonográfico em 2019, com o EP “Uma Noite de Sol”. Desde então, conduz a autogestão da própria carreira, destacando-se pela originalidade das composições e pela inventividade de sua identidade audiovisual. É vencedor do Prêmio Funarte Respirarte e do Prêmio de Melhor Canção pelo Voto Popular no II Festival de Música do Teatro Ziembinski, além de finalista do Prêmio Profissionais da Música e semifinalista do Festival Rádio MEC.
ERRE
- Errar
- O Som
- Mury
- Julia
- Velha Farra
- Todos Os Assuntos
- Pouca Vergonha
- Mirante
- Ir
FICHA TÉCNICA – ÁLBUM “ERRE”:
- Letra e música de Rodrigo Torrero, exceto “Mury” (letra de Rodrigo Torrero e música de Carol Vanni)
- Voz e vocais de apoio: Rodrigo Torrero
- Direção artística e produção executiva: Rodrigo Torrero
- Produção musical: Vinicius Castro
- Mixagem: Tércio Marques
- Masterização: Luiz Tornaghi
- Preparação vocal: Carol Vanni
- Arranjo vocal em “Velha Farra”: Carol Vanni
- Participações especiais: Carol Vanni (“Mury”), Antonia Medeiros (“Pouca Vergonha”), Guilherme Imia e Tom Rossi (“Velha Farra”)
- Violão de 7 cordas: Pedro Fadel (“Errar”)
- Bandolim: Luis Barcelos (“Errar”)
- Mandolim: Pedro Silveira (“Todos os Assuntos”)
- Violão de aço: Rodrigo Torrero (“O Som”), Davi Mello (“Velha Farra”), Peter Scoma (“Todos os Assuntos”)
- Violão de nylon: Rodrigo Torrero (“Mury” e “Ir”), Pedro Silveira (“Julia”)
- Violão de 12 cordas: Matias Tozzola (“Mury”)
- Guitarra: Diogo Sili (“Julia”, “Todos os Assuntos” e “Mirante”), Davi Mello (“Velha Farra”)
- Guitarra solo: Lucca Totti (“Todos os Assuntos”)
- Baixo elétrico: Bruno Migliari (“Mury”, “Todos os Assuntos”, “Pouca Vergonha” e “Mirante”), André Vasconcellos (“Julia”)
- Contrabaixo acústico: Bruno Migliari (“Velha Farra”)
- Bateria: Christiano Galvão (“Julia” e “Velha Farra”), Horacio París (“Todos os Assuntos”, “Pouca Vergonha” e “Mirante”)
- Percussão: João Paulo Drumond (“Errar”, “O Som”, “Mury”, “Julia” e “Mirante”)
- Glockenspiel: João Paulo Drumond (“Mirante”)
- Flauta: Yuri Villar (“O Som”)
- Flugelhorn: Vigilance Brandon (“Velha Farra”)
- Hammond e clavinete: Felipe Ribeiro (“Pouca Vergonha”)
- Acordeon: Antonio Guerra (“Ir”)
- Assobio: Rodrigo Torrero (“Ir”)
- Coro: Julia Alves (“Errar”)
- Vocais de apoio: Vinicius Castro (“Julia”)
- Estúdio de gravação remoto: Musiversal
- Ilustrações e identidade visual: Luiz Silva
- Design e diagramação: Tici Saldanha
- Fotos: Aloysio Araripe
- Registros audiovisuais: Daniel Diaz
- Marketing digital: Letícia Bueno, Nevs (LB Digital)
- Assessoria de imprensa: Mario Camelo, Gustavo Menezes (Prisma Colab)
- Uma realização Cara Feia Produções
LINKS:
OUÇA O ÁLBUM/PRÉ-SAVE: https://onerpm.link/299213468026
SERVIÇO – SHOW:
ERRE – Show de lançamento
Participações especiais: Antonia Medeiros, Carol Vanni, Luciana Lima
Data: 11 de novembro, quarta
Local: Acaso Cultural – Rua Vicente de Sousa 16, Botafogo, RJ
Horário: 20h
Duração: 90 minutos
Valor: R$ 80 (inteira) | R$ 40 (meia) – Plateia / R$6 0 (inteira) | R$ 30 (meia) – Mezanino
Venda antecipada: https://www.sympla.com.br/evento/rodrigo-torrero-show-de-lancamento-do-album-erre/3627644
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