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Marvio Ciribelli apresenta sucessos da MPB e da Bossa Nova no Dolores Club nesta quinta-feira

O pianista estará acompanhado da cantora amapaense Sheila Sá e do percussionista Luís Lima, o Japão

por Redação
Marvio Ciribelli

O pianista Marvio Ciribelli é a primeira atração do mês de junho do Dolores Club, nova casa de música da Lapa dedicada ao jazz, à MPB e à Bossa Nova. Nesta quinta-feira (2 de junho), a partir das 21h, ele se apresentará ao lado da cantora amapaense Sheila Sá e do percussionista Luís Lima, o Japão, com os quais já vem tocando há alguns anos.

O repertório do show está repleto de canções de sucesso da MPB e da Bossa Nova, como “Upa Neguinho” (Edu Lobo e Gianfrancesco Guarnieri); “Som do Samba” (Arthur Maia, Marcelo Moutinho, Thaís Motta e Marvio Ciribelli), “Você e Eu” (Carlos Lyra); “Eu preciso de você” (Tom Jobim e Aluísio de Oliveira); “Tico Tico no Fubá” (Zequinha de Abreu e Eurico Barreiros); e “Chega de Saudade” (Tom Jobim e Vinicius de Moraes). Estas e outras canções serão executadas com arranjos personalizados.

Com 30 anos de carreira e 18 álbuns lançados, Marvio Ciribelli é veterano em festivais nacionais e internacionais, como o Montreux Jazz Festival (Suíça), o Jazz Plaza (Cuba), o Java Jazz (Indonésia) e o Adelaide Fringe (Austrália). Gravou com artistas renomados, como o lendário John Lawton (do grupo Uriah Heep) e Freddy Cole (irmão de Nat King Cole). Além disso, produziu disco com o grupo holandês Focus e teve composições lançadas na Alemanha, na Inglaterra e no Japão.

Dolores Club

Inaugurado em maio, o Dolores Club é o novo espaço de música do Grupo Scenarium. O nome que batiza o local é uma homenagem a todas as artistas que marcaram diferentes épocas. À frente do estabelecimento estão os empresários Plínio Fróes, um dos principais articuladores da revitalização da Lapa nos anos 90, e Nelson Torzecki.

O espaço, onde décadas atrás funcionou a gafieira Humaitá Atlético Clube, foi reformado em 2002 e guarda a aura de outra grande artista brasileira, a cantora Emilinha Borba, que se apresentou no local e cujo retrato emoldurava uma das paredes. Para o novo empreendimento, Fróes investiu numa decoração temática. Cartões-postais românticos antigos e capas de disco da Bossa Nova agora fazem parte da ambientação. O espaço conta também com um armário art déco, usado em navios, com roupas de Emilinha Borba e da cantora Adelaide Chiozzo. Os vestuários foram cedidos anos atrás ao Rio Scenarium, mas nunca foram expostos.

No lounge, a grande atração é um piano de cauda adquirido da mansão da Urca de Abrahm Jabour, um dos maiores exportadores de café do mundo nos anos 50. O instrumento foi muito utilizado em apresentações de Elis Regina durante os famosos saraus organizados no local. Para que se possa admirar a beleza de seu mecanismo, ele conta com um tampo de vidro e iluminação interna.

Gastronomia

No Dolores Club, a gastronomia também acompanha o clima da era de ouro do jazz O cardápio inclui quatro pratos típicos das culinárias Creoula e Cajun, servidas em New Orleans, nos Estados Unidos, cidade onde o jazz nasceu. Mas todos foram adaptados aos costumes e ao paladar dos brasileiros. Um deles é o Jambalaya a Dolores (R$ 69), uma paelha de frutos do mar com acento Cajun. Outra opção é o La Creole à Billie Holiday (R$ 63), um filé de peixe marinado na cachaça envelhecida com limão galego grelhado ao molho cremoso de caju. É servido com arroz molhado com polpa de tomates frescos, mini cubinhos de legumes frescos temperados e levemente apimentados. Tem ainda o Colombo a Peggy Lee (R$ 59), um picadinho ao molho Cabernet, servido com arroz branco, ovo poché, farofinha de sementes, banana assada e batatas fritas rústicas na manteiga de estragão. Por fim, a Pasta Manhatan (R$ 42) é um rigatone à putanesca com acento cajun.

Para os veganos, as opções são: Biryani de cogumelos (R$ 43), uma caponata de legumes no forno ao azeite extravirgem, batatas em lâminas salteadas com alho-poró aos três cogumelos (shiitake, shimeji e Paris) laminados. Servido com farofinha com crocantes de amendoim. E Salada Nara Leão (R$ 41) – Salada da casa com tirinhas grelhadas de peito de frango, alface americana, rúcula, tomate-cereja, palmito, tirinhas de manga, lascas de parmesão e crouton.

Para quem desejar petiscar, as opções são: Accras à New Orleans (R$ 60) – lâminas de bacalhau empanadas com salsinha, cebolinha e tabasco green. Tartar de salmão à New Jersey (R$ 63) – Tartar de salmão com cream cheese e cebolinha. Catibias à brasileira (R$ 37) –  Oito unidades de croquetinhos de carne com tempero creole ao gorgonzola empanados com panko. Pastelitos San Diego (R$ 39) – Mini pastéis de camarão ao catupiry 8uni. Bruschetta Veneta (R$ 35) – Seis unidades das tradicionais brusquetas italianas com a influência da cozinha de New Orleans. Batatas Fritas Rústicas (R$ 35) – batatas com páprica e pepper. De sobremesa, a casa oferece srudel de maçã com sorvete de nata (R$ 23), sorvete de queijo com goiabada (R$  22) e torta mousse com sorvete (R$  23).

O ambiente tem, ainda, um clube de uísque dedicado aos apreciadores da bebida. Numa antiga vitrine de farmácia dos anos 1900, ficam expostas garrafas de 12, 15 e 18 anos. O cliente poderá comprar uma delas, deixá-la guardada na casa e continuar bebendo em outros dias. A garrafa será identificada com o nome do dono.

Com 450m² e capacidade para 120 pessoas, o Dolores Club funciona a partir das 19h. Os shows começam às 21h. Quem quiser, pode esticar a noite no Rio Scenarium, por meio de acesso interno. O ingresso custa R$ 30, pelo Lets.Events (https://lets.events/e/marvio-ciribelli-recebe-sheila-sa-e-luis-lima). Na hora, R$ 50.

Para consolidar o novo espaço, os sócios Plínio Fróes e Nelson Torzecki convidaram Mônica Silva, CEO do Palcos do Rio, para ser a produtora musical do Dolores Club. Ela, que também é filha de uma Dolores, é parceira do projeto e convidará artistas para shows memoráveis.

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